O artigo “Essa gente incômoda” publicado pela revista Veja na última
semana, escrito pelo articulista J. R. Guzzo, atingiu diretamente o
público evangélico, descrito como “um problema sem solução”.
Além da análise crítica feita por diversas lideranças
evangélicas, o apresentador Ratinho desaprovou a publicação em seu
programa e defendeu os cristãos brasileiros.
“Eu não gostei do que o redator escreveu”, disse ele na programação
da última segunda-feira (9). “Eu não conheço nenhum evangélico que
atrapalha o Brasil. Eu só conheço esse povo pregando a paz”.
Segundo o apresentador, atrapalha o Brasil quem está “guerreando na
Rocinha” e “assaltando em São Paulo”, sem que providências sejam
tomadas. “O problema não está nos evangélicos. O evangélico ensina o
bem, tem cara que não aprende, mas que ensina, ensina”, afirmou.
A publicação da Veja resultou na reação de líderes como o Ap. Rina, da igreja Bola de Neve e o ministro de louvor Asaph Borba.
“Por que o esforço em ridicularizar um povo que só promove o bem e o
amor ao próximo, que atua diariamente e longe dos holofotes e do
reconhecimento da mídia, a serviço das reais necessidades da sociedade,
que inspira o altruísmo, ensina valores e princípios morais e éticos,
como honestidade, integridade e lealdade, que recupera e reintegra
vítimas das drogas e de tantas outras mazelas?”, questionou Rina ao
comentar o artigo em sua coluna do Portal Guiame.
“O artigo ignora por completo os muitos benefícios que o evangelho
traz à sociedade”, opinou Borba. “Principalmente quando se vê que está
nas mãos desse segmento o maior número de casas de recuperação de
drogados, que tem um alto índice de recuperação, (entre os quais eu me
incluo). Alguém tem dúvidas do significativo trabalho dos evangélicos no
atendimento de presidiários, de idosos, de crianças e de refugiados?”,
acrescentou. Com informações guiame.
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