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quarta-feira, 5 de junho de 2019

Kleber Lucas coloca cargo de pastor à disposição após divórcio e confissão de traição

O divórcio de Kleber Lucas e Danielle Favatto causou enorme repercussão nas redes sociais e também na Igreja Batista Soul, que precisou formar um conselho emergencial. Em comunicado nas redes sociais, o cantor e pastor admitiu uma traição no passado e colocou o cargo à disposição.

Kleber Lucas publicou um extenso comunicado em sua conta no Instagram, dividido em três partes, abrindo os detalhes que o levaram a tomar a decisão de se separar pela terceira vez.

No texto, o cantor e pastor diz que teve um caso extraconjugal há três anos com uma fã e que isso levou a “uma dura repreensão pelo pastor da igreja da outra parte envolvida”, assim como do líder de casais da congregação que ele dirige e de um amigo de confiança.

“Na ocasião, fui orientado a confessar o ocorrido a minha esposa. Consequentemente, assinamos uma ata de confissão e fizemos um pacto de silêncio sobre o assunto; ao confessar tal atitude para minha esposa, sabia que corria o risco de ser difamado e terminar nossa relação, o que seria absolutamente compreensível. Ao contrário do que imaginei, ela decidiu me perdoar”, contou o pastor.

“No que tange a minha liderança, deixo a disposição do conselho emergencial da Igreja Batista Soul a decisão de seguir ou não me tendo como pastor, por entender que a Igreja Local é maior que o pastor”, acrescentou Kleber Lucas.
Confira a íntegra do comunicado divulgado nas redes sociais:
Carta aos familiares, à Soul, aos amigos e admiradores. É a vocês que me dirijo.
Sei que a notícia da minha separação surpreendeu grande parte do movimento social religioso, abalou muitos que nos seguem pelas redes sociais e que deixou admiradores e amigos aguardando um pronunciamento da minha parte antes mesmo de fazerem qualquer julgamento. 

Essa notícia chega juntamente com a notícia da mudança de endereço da Soul, agora localizada na Av. das Américas 20.007.

Sobre os fatos, gostaria de pontuar o seguinte:
1- Sim, é verdade que me separei do meu 3° casamento e a decisão foi minha.

2- Sim, é verdade que há 3 (três) anos atrás tive um envolvimento físico, não sexual, com uma fã após um evento. Algumas das consequências desse ato foram: – Uma dura repreensão pelo pastor da igreja da outra parte envolvida, com o testemunho de líderes da referida igreja, bem como do líder de casais da nossa comunidade Soul e de um amigo da minha confiança; – Na ocasião, fui orientado a confessar o ocorrido a minha esposa. Consequentemente, assinamos uma ata de confissão e fizemos um pacto de silêncio sobre o assunto; e

– Ao confessar tal atitude para minha esposa, sabia que corria o risco de ser difamado e terminar nossa relação, o que seria absolutamente compreensível. Ao contrário do que imaginei, ela decidiu me perdoar e me pediu que eu não falasse sobre o assunto com mais ninguém.

3- Os motivos que me levaram a separação são de foro íntimo. Contudo, esclareço que não foi por uma paixão repentina, nem por uma briga comum de casal, mas sim devido a um excessivo desgaste da relação, apesar das inúmeras tentativas de ajusta-la, após o episódio já relatado.

4- Importante destacar que pela minha ex-companheira manteríamos nossa relação, mesmo que aparente, em razão dos danos que poderiam ser causados na comunidade Soul e na vida de tantas pessoas que nos acompanham pela mídia. Porém, eu não consegui sustentar tal circunstância.

5- Em relação as fotos das minhas redes sociais, definitivamente não estou apagando a memória da minha história, da mesma forma como não consegui suprimir a memória dos dois outros casamentos que tive, em especial com a Mabeni, mãe dos meus dois filhos Rapha e Mi por quem nutro profundo respeito e cuidado por ser aquela que me deu minha maior riqueza e sentido para viver.

6- Sobre apagar as fotos da mídia da Soul, a decisão não foi minha mas do conselho emergencial da igreja, composto por pessoas que decidiram cuidar da comunidade entendendo que a Igreja Batista Soul é soberana em seus atos. Aliás, o patrimônio da igreja Soul não é meu, nem herança dos meus filhos e legalmente não me pertence.

7 – Ainda acerca da Soul, é oportuno afirmar que ninguém foi excluído da comunidade e que não houve uma escolha da comunidade por mim e a rejeição por minha ex-esposa, senão um desligamento voluntário dela e de algumas pessoas pelas razões que não cabe a mim responder. A decisão de seguir na caminhada Soul é voluntária e cabe a cada um fazer a escolha de permanecer ou não.

8 – No que tange a minha liderança, deixo a disposição do conselho emergencial da Igreja Batista Soul a decisão de seguir ou não me tendo como pastor, por entender que a Igreja Local é maior que o pastor. A propósito, em linha com minha postura de transparência, uma comissão está sendo criada pelo conselho para checar toda movimentação feita por mim, diga-se de passagem, por necessidade, pois tenho gerido a igreja, desde a saída da nossa administradora, encargo este, que tem me desgatado profundamente, tendo em vista não ser meu dom.

9- Aos familiares (meus e de minha ex-esposa) peço perdão por uma decisão tomada por mim e que sei que os decepciona tanto. Sei que vocês não são obrigados a me perdoar, mas compete a mim reconhecer meus erros e pedir perdão.

10- À Igreja Batista Soul peço perdão e me disponho a dar qualquer satisfação àqueles que são membros da nossa comunidade. Deixo também aos membros da Soul a decisão de seguir me tendo como pastor ou não, em assembléia extraordinária que será comunicada aos membros que ficaram, pelo Conselho emergencial.

11 – Aos amigos e admiradores minhas sinceras desculpas pelos fatos ocorridos.
Por fim, termino dizendo que minha caminhada seguirá sendo pastor daqueles que me reconhecem como pastor, sendo cantor daqueles que me reconhecem como cantor e sendo um homem que tem sonhos, desejos e que não desistiu da vida, nem de Deus e nem da Igreja. Gospel+

Kleber Lucas, Pastor e Cantor


Ver essa foto no Instagram

Carta aos familiares, à Soul, aos amigos e admiradores.É a vocês que me dirijo. Sei que a notícia da minha separação surprendeu grande parte do movimento social religioso, abalou muitos que nos seguem pelas redes sociais e que deixou admiradores e amigos aguardando um pronunciamento da minha parte antes mesmo de fazerem qualquer julgamento. Essa notícia chega juntamente com a notícia da mudança de endereço da Soul, agora localizada na Av. das Américas 20.007. Sobre os fatos, gostaria de pontuar o seguinte: 1- Sim, é verdade que me separei do meu 3° casamento e a decisão foi minha. 2- Sim, é verdade que há 3 (três) anos atrás tive um envolvimento físico, não sexual, com uma fã após um evento. Algumas das consequências desse ato foram: - Uma dura repreensão pelo pastor da igreja da outra parte envolvida, com o testemunho de líderes da referida igreja, bem como do líder de casais da nossa comunidade Soul e de um amigo da minha confiança; - Na ocasião, fui orientado a confessar o ocorrido a minha esposa. Consequentemente, assinamos uma ata de confissão e fizemos um pacto de silêncio sobre o assunto; e - Ao confessar tal atitude para minha esposa, sabia que corria o risco de ser difamado e terminar nossa relação, o que seria absolutamente compreensível. Ao contrário do que imaginei, ela decidiu me perdoar e me pediu que eu não falasse sobre o assunto com mais ninguém. 3- Os motivos que me levaram a separação são de foro íntimo. Contudo, esclareço que não foi por uma paixão repentina, nem por uma briga comum de casal, mas sim devido a um excessivo desgaste da relação, apesar das inúmeras tentativas de ajusta-la, após o episódio já relatado. 4- Importante destacar que pela minha ex-companheira manteríamos nossa relação, mesmo que aparente, em razão dos danos que poderiam ser causados na comunidade Soul e na vida de tantas pessoas que nos acompanham pela mídia. Porém, eu não consegui sustentar tal circunstância. CONTINUA...
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Mulher que doou rim para o marido quer órgão de volta após ser traída

Um caso curioso de como o amor pode virar ódio está chamando a atenção de milhões de pessoas pelo mundo. Uma mulher que salvou a vida de seu marido após lhe doar um de seus rins, agora está pedindo o órgão de volta. O motivo? Ela descobriu que foi traída.

Samantha Lamb, de 41 anos, doou o órgão após o marido, Daily Lamb, ficar entre a vida e a morte devido a uma insuficiência renal.

Após a cirurgia tudo corria as mil maravilhas para o casal, entretanto, cinco anos após o transplante, Samantha descobriu uma “fugidinha” de Lamb. Não perdoou e pediu o rim de volta. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

Segundo declarações de Samantha, seu marido começou a ter um caso com sua amiga logo após a cirurgia. Ele teria chegado a abandona-la sem dar nenhuma explicação.

Samantha disse que lamenta ter doado o rim para o ex-marido e que deseja recuperar o órgão de volta para doá-lo novamente para alguém que realmente mereça.

“Eu o odeio. Se eu pudesse, pegaria o rim de volta e daria para outra pessoa. Tudo o que quero agora é a assinatura dele nos papéis de divórcio”, finalizou.

O marido também se pronunciou sobre o assunto, negando ter tido um caso com a amiga de Samantha. Ele também disse que nunca pediu o rim dela. “Eu nunca quis que ela doasse seu rim, porque eu sabia que era um grande risco. Mas ela insistiu e eu sempre vou dever a minha vida a ela”.
(Fonte: Daily Mail)

terça-feira, 4 de junho de 2019

Igreja proíbe fiéis de assistirem TV, irem ao cinema, cortarem o cabelo e usarem barba

Nos idos anos 1980 ainda era comum a ênfase de denominações pentecostais nas doutrinas de usos e costumes, que estipulavam uma espécie de código de vestimenta e conduta, proibindo que mulheres usassem calças e cosméticos, assim como o uso de barba para os homens. Agora, um ramo da Igreja Assembleia de Deus resgatou essa rigidez doutrinária.

A Convenção dos Ministros e das Assembleias de Deus no Estado do Mato Grosso (COMADEMAT), presidida pelo pastor Sebastião Rodrigues de Souza, divulgou uma resolução da Mesa Diretora enumerada 04/2019 para reafirmar sua posição doutrinária acerca de usos e costumes, estipulando diversas proibições aos membros da denominação.

As mulheres ficam proibidas de usarem o que se identificou como “trajes masculinos”, roupas curtas e/ou transparentes, decotes chamativos, maquiagem, sobrancelhas desenhadas e até o corte de cabelo.
Para os homens, as proibições abrangem o cabelo comprido ou cortes chamativos, camisas regatas, bermudas, shorts, barba e/ou cavanhaque, brinco e piercing, de acordo com informações do portal JM Notícia.

De maneira abrangente, a resolução proíbe a todos os membros de assistirem televisão, praticar qualquer tipo de jogo (desde videogames até futebol), “divertimentos mundanos” (como ir ao cinema, por exemplo) e até o uso de bateria nos cultos das congregações da COMADEMAT.

Essas proibições ultraconservadoras foram anunciadas a partir da interpretação dos líderes da denominação de versículos como I Coríntios 11: 14 e 15, I João 2:15 e 2 Timóteo 2:25 e 26.
Pastor Sebastião Rodrigues de Souza, que lidera a COMADEMAT é o atual 1º vice-presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), e nas eleições de 2018 foi um dos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Na resolução, o pastor argumenta que as proibições ligadas aos usos e costumes constantes da resolução “são princípios estabelecidos como doutrina na Palavra de Deus, e conservados como costumes desde de o início desta obra no Brasil”, apontando, por exemplo, que o uso da televisão pode estabelecer uma barreira entre o Lar e a Igreja.

Argentinos organizam protesto contra visita de Bolsonaro ao país

Buenos Aires — Movimentos políticos, sociais e sindicais da Argentina convocaram um protesto contra a visita do presidente Jair Bolsonaro a Buenos Aires na próxima quinta-feira, 6.
A manifestação está marcada para ocorrer durante a tarde na Praça de Maio, na região central da capital do país, onde fica a Casa Rosada, a sede do governo. No local, Bolsonaro será recebido pelo presidente da Argentina, Mauricio Macri.

O protesto começará com um tradicional ato das Mães da Praça de Maio, que durante a última ditadura militar no país começaram a organizar manifestações no local para exigir do regime notícias de seus filhos desaparecidos, muitos deles vítimas do próprio governo.

“A ascensão de Bolsonaro à presidência e sua contínua apologia à tortura e à discriminação fazem com que no Brasil cresçam todos os indicadores de violência racista, de gênero, feminicídios, homofobia e transfobia”, explicaram os organizadores do movimento #ArgentinaRechazaBolsonaro (Argentina Rejeita Bolsonaro).

Entre os grupos que convocaram o protesto estão duas alas da Central de Trabalhadores da Argentina, a Federação Argentina LGBT a Mesa Nacional pela Igualdade e Contra Discriminação e a plataforma “Ni Una Menos” contra a violência às mulheres.

Os manifestantes também prometem protestar em defesa da soberania e da solidariedade latino-americana, criticando especialmente as políticas neoliberais de Bolsonaro e de Macri.

“O povo do Brasil sofre uma política de ajustes, privatizações e repressão que cresceu nos últimos meses. O governo brasileiro registrou no primeiro trimestre de 2019 um aumento do desemprego em 14 de seus 27 estados e um considerável aumento da pobreza”, escreveram os organizadores em um texto de convocação para o ato.

“Ao escolher Macri como presidente, a Argentina foi ponta de lança na nova guinada à direita que se observa em toda a América Latina, Se neste ano (ele) perder as eleições, mostraremos resistência a esses governos de pobreza, repressão e morte”, acrescentaram os movimentos na convocação.

Esta será a primeira visita de Bolsonaro a Argentina. Na visita, ele conversará com Macri sobre temas da agenda bilateral entre os dois países, integração internacional e Mercosul.

Em entrevistas recentes, Bolsonaro tem criticado a ex-presidente Cristina Kirchner, principal adversária de Macri, e candidata à vice-presidência do país em chapa com Alberto Fernández. Exame

Maia diz que Centrão entrará para história por salvar o Brasil

Maia defendeu os partidos que fazem parte do Centrão e disse que eles entrarão para a história.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que, em cinco meses de governo, o presidente da República, Jair Bolsonaro, sofre com a redução de expectativas positivas.
Em entrevista ao jornal Estadão, Maia defendeu a aprovação de uma agenda de reformas para o Brasil:
“Chegamos num ponto onde ou nós construímos essa agenda em conjunto ou vamos para o colapso. Vai entrar no colapso de ruptura das relações sociais. É nisso que vai chegar.”
Questionado por que o DEM quer agora se descolar do Centrão, Maia respondeu:
“Eu não entro nessa questão de ‘eu não sou daqui, eu não sou dali’. A presidente do Parlamento espanhol, quando esteve aqui, me perguntou: ‘Como vocês vão fazer para governar sem partido? Porque na Espanha isso é impossível’. Então, vamos criticar as pessoas que erram, mas não vamos desqualificar os partidos. Quem coloca você numa posição ou outra são seus atos ou atitudes. Se os partidos que estão no Parlamento provarem que tem agenda das reformas como prioridade.”

E acrescentou:
“A forma pejorativa como se trata o tal Centrão hoje, amanhã na história vai entrar como os partidos que salvaram o Brasil do colapso social, do crescimento da desigualdade, da pobreza, da falta de educação e da falta de médicos.”
Durante a convenção do DEM, em Brasília, na última quinta-feira (30), o partido iniciou uma ofensiva para deixar de ser rotulado como Centrão. RM

Bolsonaro é o que menos aprovou MPs em 5 meses de governo desde 2003

O presidente Jair Bolsonaro é o que menos aprovou medidas provisórias nos primeiros cinco meses de gestão desde o ano de 2003, indica levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, o Diap, feito a pedido do Estado

Nos primeiros 150 dias, foram aprovadas três medidas provisórias - duas do governo Michel Temer e uma sua autoria, a reforma administrativa (MP 870), que reduziu de 29 para 22 o número de ministérios. As outras duas vieram do governo passado. Uma aprovou o capital estrangeiro nas empresas aéreas. A outra tratou da criação da Autoridade Nacional de Dados. 

Nesta terça, o governo tenta aprovar no Senado a medida provisória que faz um pente-fino em benefícios previdenciários e assistenciais, conhecida como MP Antifraude do INSS. A matéria corre risco real de caducar, sobretudo por falta de quórum para a votação, marcada para um dia em que parlamentares não costumam estar de volta à capital federal. Veja o andamento de outros projetos do governo no 'Monitor Bolsonaro'. 
 
O outro governo que menos aprovou medidas provisórias em seus primeiros meses foi a segunda gestão de Dilma Rousseff, com seis. Algumas foram parte das medidas de ajuste fiscal. A MP 668/2015, por exemplo, aumentou as alíquotas de duas contribuições incidentes sobre as importações: o PIS/Pasep e a Cofins. 
O presidente que mais aprovou MPs em seu início, no período pesquisado, foi Luiz Inácio Lula da Silva, com 25, no início de seu segundo mandato. Segundo o cientista político Maurício Fronzaglia, do Mackenzie, a relação entre os Poderes está complicada porque Bolsonaro não se esforçou em criar uma base de apoio no Congresso. Em sua avaliação, isso é reforçado pelo discurso de negação das negociações políticas, como se elas equivalessem a um ato de corrupção.
“É uma lógica de confronto, de demonizar a atuação do Congresso como se os parlamentares fossem os únicos responsáveis pelo fato de a corrupção existir. Eles ficam deslegitimando um poder que foi eleito tão legitimamente quanto o presidente”, diz. 

Já o analista político Cláudio André de Souza, doutor em ciência política pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), o problema na relação vem desde o período eleitoral, já que o presidente chegou ao segundo turno e não organizou uma coalizão política para governar, como ocorreu em gestões passadas. Segundo ele, é preciso superar a compreensão “centralizadora” do poder para construir uma governabilidade que apssa pela composição das forças político-partidárias que ultrapassam o núcleo governamental. 

“Esse presidencialismo tem sido o padrão de funcionamento das democracias no mundo. Me parece que o governo não entendeu ainda, do ponto de vista institucional, o papel do Legislativo, e que não dá para governar sozinho. Essa narrativa de criminalizar o Congresso e a Suprema Corte atrapalha o País, é uma compreensão atabalhoada que não legitima os Poderes”. Estadão

Vereadores de cidade mineira reduzem os próprios salários em 80%

Vereadores de um município de Minas Gerais tomaram uma iniciativa bastante inusitada no cenário político do Brasil. 

Vereadores da cidade de Arcos decidiram aliviar os cofres do município de 40 mil habitantes, localizado no oeste do estado de Minas Gerais

Os parlamentares aprovaram nesta semana um projeto de lei que reduz em 80% os seus salários entre 2020 e 2024.
Com a nova medida, os vencimentos de cada vereador cairão dos atuais R$ 6.149 para R$ 1.229, informa o Congresso em Foco.

O prefeito e os secretários municipais também terão corte de 50% e 20%, respectivamente, conforme outra proposta recém-aprovada. 

A Câmara estima que os cortes gerarão uma economia de R$ 4 milhões aos cofres do município. Para virarem lei, a redução salarial dos políticos de Arcos depende agora da sanção do prefeito Denilson Teixeira (MDB). RM