O cantor Wesley Safadão se filiou ao PSD nesta sexta (3) e é uma aposta do partido na disputa à Câmara Municipal de Fortaleza. Além de Safadão, a mãe dele e ex-vice-prefeita de Aracoiaba, Dona Bill, e o irmão Edinho também se filiaram à legenda. Domingos Filho, presidente da sigla, diz que Safadão já transferiu o título à Capital e deve ser candidato a vereador. pontopoder
sexta-feira, 3 de abril de 2020
2º caso de Coronavírus confirmado em Vitória da Conquista
Acaba de ser confirmado o segundo caso de Covid-19 em Vitória da Conquista na tarde desta sexta-feira (3), de acordo com Boletim epidemiológico atualizado, que acaba de ser divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde.
Trata-se de um homem, de 42 anos, residente de Vitória da Conquista,
sem histórico de viagem, que foi triada pelo atendimento do Call Center
da Secretaria de Saúde, estava sob monitoramento da equipe de Vigilância
Epidemiológica e em isolamento domiciliar desde o início dos sintomas,
apresentando quadro gripal leve. A equipe do Lacen Municipal realizou a
coleta do exame em sua residência no dia 26 de março de 2020 e
encaminhou para o Lacen Estadual para a realização de análises. Neste
momento, o paciente encontra-se assintomático e permanece em isolamento
domiciliar, bem como todos os seus contatos familiares.
O boletim também mostra que, até às 17h de hoje (3), já foram notificados 213 casos com suspeita clínica e epidemiológica de infecção Coronavírus, dos quais: 87 foram descartados laboratorialmente e 5 por vínculo epidemiológico*, 81 aguardam resultado das amostras enviadas ao Lacen, em Salvador, e 38 aguardam coleta.
Após a coleta, as amostras são enviadas ao Laboratório Central de
Saúde Pública (Lacen), do Governo do Estado, em Salvador, que é
responsável pela divulgação dos resultados dos exames do município, após
a análise laboratorial das amostras enviadas para o diagnóstico de
Covid-19.
(*Os casos descartados por vínculo epidemiológico foram de pessoas que tiveram contato com paciente que teve resultado laboratorial negativo para a suspeita de infecção por Covid-19.)
Coleta de amostras de pacientes com suspeitas de Covid-19 –
A Secretaria Municipal de Saúde tem seguido os critérios de coleta de
amostras para exame laboratorial definidos pela Secretaria de Saúde do
Estado, de acordo com a Nota Técnica COE nº 08 do dia 21 de março.
Os critérios indicados são:
- pacientes com quadros graves e internados;
- viajantes que estiveram em áreas de transmissão comunitária nacionais ou internacionais, mas priorizando pacientes que retornaram de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal;
- gestantes;
- profissionais de saúde com sintomas respiratórios suspeitos;
- pessoas com febre, suspeitas de infecção, triadas nos Aeroportos, Portos e nas Estradas.
Caso a pessoa não se enquadre em um dos casos citados acima, não há
indicação para coleta de amostra. Por isso, a equipe de monitoramento da
Secretaria Municipal de Saúde segue acompanhando esses casos, por meio
de ligação feita de 24h a 48h, para verificar e avaliar o quadro de
saúde dos pacientes em monitoramento.
Call Center –A Secretaria Municipal de Saúde
disponibiliza um Call Center para tirar dúvidas da população sobre o
Covid-19 e atender pessoas que estiveram em viagem para as áreas de
transmissão ou em contato com pessoas desse perfil, apresentando febre
ou, pelo menos, um sintoma respiratório.
Contatos:
- Telefones fixos: (77) 3429-7451/3429-7434/3429-7436
- Celulares: (77) 98834-9988/98834-9900/98834-9977/98834-9911
Isolamento social no país chegou a 70% em 22 de março, aponta índice
A partir de uma base de dados com cerca de 60 milhões de dispositivos
móveis de todo o Brasil, uma empresa de segurança da informação e
antifraude criou um índice de isolamento social.
A
ferramenta permite mapear a movimentação de pessoas dia a dia, o que
pode ajudar na elaboração de ações preventivas de combate a pandemia do
novo coronavírus.
A média nacional do índice aponta para um
crescimento da taxa de isolamento dos brasileiros a partir do dia 14 de
março, quando autoridades públicas passaram a tomar medidas de restrição
para prevenir a expansão da doença pelo país.
O maior percentual de aparelhos em casa no mês de fevereiro, por exemplo, foi de 37,9%, no feriado de Carnaval (25/02).
O índice chegou ao maior patamar, de 69,9%, no último dia 22 de março, já com os incentivos ao isolamento social.
O
último registro da empresa é desta quinta-feira (2), quando a média
nacional foi de 58,9%. Os menores percentuais foram dos estados de
Tocantins (51,2%) e Roraima (53,1%). Já Goiás (65%), Pernambuco (60,9%) e
Rio Grande do Sul (60,9%) tinham as maiores taxas de aparelhos em casa.
A
In Loco, empresa responsável pela ferramenta, fechou parcerias com os
governos de seis estados (Minas Gerais, Santa Catarina, Amazonas,
Alagoas, Pará e Paraíba), e com a prefeitura do Recife. O governo do
Mato Grosso do Sul também divulgou nesta quinta-feira (2) que vai
utilizar as estatísticas, disponibilizadas gratuitamente. Os dados estão
disponíveis no site https://www.inloco.com.br/pt/.
A
ideia é que os órgãos públicos utilizem as informações para trabalhar
em ações direcionadas, como enviar carros de som para alertar a
população de determinada localidade sobre a importância do
distanciamento social e orientar para as medidas de higiene de combate
ao novo coronavírus.
Segundo a In Loco, a tecnologia respeita a
privacidade de dados do usuário, pois não são coletadas informações
pessoais e não é possível identificar diretamente os usuários dos
aparelhos mapeados.
O único dado captado e analisado é a
localização e os relatórios gerados e enviados a órgãos públicos contêm
apenas informações cartográficas e estatísticas.
Publicamente, a empresa se comprometeu em excluir os dados após o término da pandemia.
A
In Loco afirma que a tecnologia é 30 vezes mais precisa do que o GPS e
se baseia num software integrado a aplicativos de parceiros da empresa,
utilizado para segurança, autenticação e contagem de visitas a
estabelecimentos.
As informações são criptografadas e agregadas
por bairro. São então transformadas em estatísticas de movimentação do
grupo de pessoas naquela localidade. Assim, quanto maior o número de
indivíduos entrando ou saindo de determinada região, mais baixo o
isolamento.
A tecnologia permite também enviar alertas para as
pessoas via aplicativos do governo, como os de transporte público, por
exemplo. Nesse caso, o usuário vai receber uma mensagem informando que o
dado será utilizado exclusivamente para o combate à disseminação do
novo coronavírus e terá a opção de compartilhar ou não a localização.
A
In Loco pretende criar outras ferramentas de enfrentamento ao novo
coronavírus, como um mapeamento de aglomerações para direcionar medidas
de dispersão.
Segundo a empresa, por meio dos aparelhos, já é
possível identificar um grande número de pessoas reunidas em determinada
localização. otempo
Governo usará aplicativo para cadastrar trabalhadores informais que têm direito a auxílio de R$ 600
O governo federal anunciou, na tarde desta sexta-feira (3), que
disponibilizará um aplicativo para que trabalhadores informais se
cadastrem para receber o auxílio emergencial de R$ 600.
A ferramenta será coordenada pela Caixa Econômica Federal e estará à
disposição a partir da próxima terça-feira (7). Mais informações sobre o
funcionamento do sistema serão divulgadas na segunda (6).
Conforme o governo, precisam se
cadastrar no aplicativo apenas os trabalhadores informais que não estão
no Cadastro Único; os microempreendedores individuais; e contribuintes
individuais do INSS. Quem é beneficiário do Bolsa Família, por exemplo,
não precisa baixar a ferramenta.
São
os informais que terão de repassar dados ao governo, como endereço,
conta bancária e demais informações. Após o cadastro, o Executivo afirma
que irá depositar o valor de auxílio em até 48h.
—
O aplicativo será super simplificado, não terá taxa ou ônus as pessoas.
Será montada uma rede de proteção para quem mais precisa. O Brasil sair
mais forte depois desse episódio — disse o ministro da Cidadania, Onyx
Lorenzoni.
Gauchazh
‘O senhor que me demita’, rebate Mandetta a pedido de Bolsonaro para que renuncie ao cargo
Em jantar que teve com os presidentes do Senado e da Câmara de
Deputados, Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia, na noite de quinta-feira, 2, o
ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, revelou aos parlamentares o
tenso diálogo que teve com Jair Bolsonaro por telefone. As informações são de Manoel Schlindwein, na VEJA.
Durante a ligação, Bolsonaro teria pedido a Mandetta que renunciasse e
deixasse governo. O ministro da Saúde rebateu: “o senhor que me demita,
presidente”. O médico ainda falou para ele que se responsabilizasse
sozinho pelas mortes causadas pelo coronavírus, que já infectou mais de 8
mil brasileiros e matou 343.
A VEJA informa que, “apesar da tensa discussão, Mandetta trabalha
normalmente nesta sexta [3] e já participou de uma série de reuniões”.
No jantar com os chefes do Legislativo, Mandetta disse que a situação
com Bolsonaro era “insustentável” por estar sendo boicotado e atacado
pelo presidente e seus aliados. Maia e Alcolumbre, entretanto, teriam-no
pedido para se manter “o máximo possível” no cargo.
Maia, em videoconferência ao Valor, disse que Bolsonaro “não tem coragem de tirar o ministro e mudar oficialmente a política de enfrentamento à pandemia”.
Bolsonaro confirmou, ressaltando que não pode “demitir ministro em meio
ao combate”, mas que Mandetta “está extrapolando”. “Nenhum ministro meu
é indemissível”, salientou nesta quinta-feira.
brasil247
Bolsonaro usa dados errados de hospital ao criticar isolamento social
Ao criticar medidas de isolamento social por causa do novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro usou dados errados ao se referir a um hospital localizado no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, 2, em conversa com apoiadores, no Palácio da Alvorada.
Após
dizer que não conhecia qualquer hospital que estivesse lotado, "muito
pelo contrário", Bolsonaro disse que, "se não se enganasse", o Hospital
Municipal Ronaldo Gazolla, que fica na zona norte do Rio, tinha só 12
leitos ocupados de 200 disponíveis. "Não é isso tudo que estão
pintando", disse o presidente, sem mencionar de onde tirou o número.
Na
verdade, o hospital opera atualmente com uma capacidade de 128 leitos e
56 estão ocupados com pacientes com suspeita de coronavírus. Vinte e um
estavam na UTI, segundo dados passados pela secretaria municipal de
Saúde do Rio, nesta quinta-feira, 2, mesma data da fala de Bolsonaro.
O
hospital funciona desde o dia 23 de março só com atendimentos para
pacientes com coronavírus. Na última quarta-feira, 1, um homem de 37
anos morreu no local, com suspeita da doença.
Segundo
a assessoria da secretaria, todos os pacientes de outros serviços foram
transferidos para outras unidades do município e o hospital espera
chegar a uma capacidade de 381 leitos, ainda sem data para a conclusão.
Recentemente,
a unidade foi alvo de uma fake news que disseminou rápido nas redes
sociais e em mensagens de whatsapps. Nela, um homem dizia dados falsos
da unidade, similares aos passados por Bolsonaro.
No áudio, o
homem que se dizia "chefe de rotina" do Ronaldo Gazolla defendia o
presidente e suas medidas contra o isolamento. Também citava que a
unidade tinha apenas quatro pacientes no CTI e oito no setor de
enfermaria, ou seja, doze internados no total.
Em nota, a
secretaria municipal de Saúde afirmou que não existe o cargo de "chefe
de rotina" no hospital, que desconhece a autoria do áudio e que não é de
nenhum dos chefes de serviço do Hospital Municipal Ronaldo Gazolla.
A
secretaria também reforçou que "a opinião individual de algum
profissional não reflete a posição da prefeitura e da pasta". "A
orientação permanece a mesma: todos, que podem, devem ficar em casa para
evitar o crescimento acelerado da transmissão do vírus na cidade,
conforme decreto publicado pelo prefeito Marcelo Crivella".
Os
dados falsos sobre o hospital passados por Bolsonaro foram usados nesta
quinta por uma repórter, durante a coletiva com o ministro da Saúde,
Luiz Henrique Mandetta.
Depois de ouvir os dados mencionados na pergunta,
Mandetta disse que "se os hospitais estão vazios como diz o presidente,
é porque as medidas de isolamento social estão dando certo e conseguindo reduzir a velocidade de transmissão do vírus".
"Acho
que o presidente está constatando uma coisa muito boa, que nós estamos
conseguindo evitar que eles estejam superlotados", disse Mandetta. "Fico
muito feliz de o presidente estar constatando que as medidas estão
conseguindo segurar uma espiral de casos", declarou.
Um
funcionário que trabalha na unidade, ouvido pela reportagem, afirmou
que, como ainda estamos no início da curva de doentes, quando estivermos
no topo, a unidade provavelmente estará lotada.
Procurado
desde quinta-feira, o Planalto não respondeu de onde Bolsonaro tirou a
informação e se ela foi confirmada com a secretaria de saúde do Rio. Uol
Aprovado projeto que proíbe despejo por decisão liminar
Por unanimidade, o plenário do Senado aprovou, nesta sexta-feira
(03/04), em sessão virtual, o projeto que flexibiliza algumas relações
jurídicas privadas durante a crise do novo coronavírus. A matéria, que
segue para a análise da Câmara dos Deputados, proíbe decisões de despejo
liminares (provisórias) até 30 de outubro. A proibição só valerá para
ações protocoladas a partir de 20 de março deste ano, quando foi
decretado estado de calamidade pública no Brasil.
De autoria do senador Antônio Anastasia (PSD-MG), o Projeto de Lei
1179/2020, votado simbolicamente pelos parlamentares (sem voto
registrado no painel), proíbe o despejo apenas no início do processo,
por força de decisão provisória. Desta forma, o despejo segue permitido
em caso de decisão definitiva, na conclusão da ação.
"Nesse
momento atual de restrição de circulação de pessoas, fica muito difícil
que uma pessoa seja desalojada e consiga um outro local para alugar",
justificou a senadora Simone Tebet (MDB-MS), relatora do projeto.
A
ação de despejo consiste na retirada, pelo proprietário, do inquilino
do imóvel onde mora ou trabalha, motivado por alguns fatos, entre os
quais a falta de pagamento do aluguel.
Pelo projeto, deixam de valer, durante a crise do coronavírus, os seguintes motivos que, atualmente, justificam o despejo:
- Descumprimento do acordo assinado por escrito e fechado entre o proprietário e o inquilino;
- Demissão ou extinção do contrato de trabalho quando o aluguel do imóvel é vinculado ao emprego;
- Quando o sublocatário (aquele que aluga do primeiro inquilino e não diretamente do proprietário) permanecer no imóvel após a extinção do contrato;
- se, a partir da saída de algum fiador do negócio, o locatário não apresentar nova garantia dentro de 30 dias;
- Término do prazo de aluguel estabelecido no contrato de imóveis não residenciais, como o de comércios, por exemplo. Isso vale para contratos em que o imóvel seria retomado pelo dono em até 30 dias;
- Não pagamento do aluguel, cujo contrato não possua nenhuma das seguintes garantias: caução (pagamento de alugueis adiantados), fiança, seguro de fiança e uso de fundos de investimento como garantia do pagamento.
Segundo
o projeto, a suspensão do despejo não se aplicará nas demais situações,
como, por exemplo, locação para temporada para prática de lazer;
retomada do imóvel após fim do contrato, para uso do proprietário, de
seu companheiro ou dependente; e realização de obras aprovadas pelo
poder público.
"O locador poderá retomar o
imóvel nas hipóteses em que ele necessitar do imóvel para uso próprio ou
familiar bem como nos casos de obras públicas ou de locação
profissional", esclareceu Tebet.
Motoristas de aplicativo
Uma
emenda (proposta de alteração no projeto) do senador Fabiano Contarato
(Rede-ES) foi aprovada por 49 votos a 27 e passou a integrar o texto que
seguirá para análise dos deputados.
A emenda prevê que, durante o período da epidemia, as empresas de
transporte por aplicativo reduzam 15% do lucro sobre o valor da corrida.
Essa
diferença será repassada ao motorista. Caso queira, a empresa poderá
aumentar este percentual em benefício do profissional. Segundo a
proposta, não será permitido aumento do preço da viagem na tentativa de
compensar a nova regra.
A redução dos lucros,
conforme a emenda, também valerá para aplicativos de delivery de
alimentos e de outorgas de táxi. Dessa forma, se atualmente a empresa
retém 25% do valor da corrida ou do serviço prestado, passará a ficar
somente com 10%. Os 15% restantes vão para o profissional que efetua e
entrega.
"Tais motoristas têm sofrido
adicionalmente, pois continuam a atuar independentemente das orientações
de isolamento social. Estão sujeitos, portanto, a uma maior
possibilidade de contaminação, haja vista a quantidade de corridas que
perfazem ao longo dos dias. A mesma ideia é aplicável aos motoristas de
aplicativos de entrega de comidas, remédios e afins e aos taxistas, que
continuam precisando pagar suas licenças para rodagem", explicou
Contarato.
Desistência da compra
Atualmente,
o Código de Defesa do Consumidor determina que o cliente pode desistir,
dentro de uma semana, da compra de produto feita pela internet ou pelo
telefone, de maneira remota. Esse prazo pode começar a valer a partir da
assinatura do contrato ou do recebimento do produto ou serviço.
O projeto esclarece que este prazo não valerá para entrega a
domicílio, conhecida como delivery, de produtos perecíveis, como comida,
e também de medicamentos.
De acordo com a
proposta, segue garantido o direito do consumidor de desistir da
mercadoria se esta apresentar algum defeito, na hora em que receber o
pedido.
CB









