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quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Conquista: Distribuidora de gás oferece vagas de emprego, confira as oportunidades

 


O Instituto Olho Mágico está intermediando várias vagas de emprego em Vitória da Conquista.

Os interessados podem se dirigir ao Instituto, localizado na Avenida Olívia Flores, Nº 24, Bairro Candeias.

Mais informações pelos telefones 77 9 8887-4555 OU 3424-4555, ou através do email talentos@iomrh.com.br

Confira as vagas:

Segmento da Empresa VAGA Pré-requisitos

CLÍNICA VETERINARIA AUXILIAR DE
VETERINÁRIO

NÍVEL MÉDIO COMPLETO,COM OU SEM EXPERIÊNCIA ANTERIOR, TURNO
NOTURNO , AFINIDADE NO CUIDADO DE ANIMAIS, DISPONIBILIDADE DE ESCALA
PARA TIRAR FOLGAS DE COLEGAS EM FINAIS DE SEMANA ALTERNADOS,
REMUNERAÇÃO A COMBINAR DURANTE ENTREVISTA QUE ACONTECERÁ JÁ NA
EMPRESA. CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM SERÁ BEM ACEITO.

DISTRIBUIDORA GÁS SUPERVISOR DE
VENDAS (01 VAGA)

SUPERIOR COMPLETO OU CURSANDO, COM EXPERIÊNCIA ANTERIOR NA
FUNÇÃO DE SUPERVISÃO E GESTÃO DE EQUIPES DE VENDAS, HABILITAÇÃO AB,
44 HORAS SEMANAIS, SALÁRIO DA CATEGORIA + PERICULOSIDADE + VARIÁVEL
+ TRANSPORTE.

DISTRIBUIDORA GÁS ESTOQUISTA (02

VAGAS)

ENSINO MÉDIO COMPLETO, CONHECIMENTOS DE INFORMÁTICA, COM
EXPERIÊNCIA ANTERIOR NA FUNÇÃO, DESEJÁVEL POSSUIR HABILITAÇÃO
CATEGORIA A, 44 HORAS SEMANAIS, SALÁRIO DA CATEGORIA +
PERICULOSIDADE + TRANSPORTE.

DISTRIBUIDORA GÁS

MOTORISTA
ENTREGADOR (02
VAGAS)

ENSINO MÉDIO COMPLETO, COM EXPERIÊNCIA ANTERIOR NA FUNÇÃO DE
MOTORISTA DE ENTREGA, HABILITAÇÃO CATEGORIA C NO MÍNIMO, POSSUIR
CURSO MOPP, PARA ATUAR COM TRANSPORTE E ENTREGA DE GLP NA GRANDE
VITÓRIA DA CONQUISTA, 44 HORAS SEMANAIS, SALÁRIO DA CATEGORIA +
PERICULOSIDADE + VARIÁVEL + TRANSPORTE.

CLÍNICA E PET SHOP TOSADOR E
BANHO

ENSINO MÉDIO COMPLETO, COM EXPERIÊNCIA ANTERIOR EM PET SHOPS
(DESEJÁVEL CURSO NA ÁREA), COM BANHO E TOSA DE ANIMAIS DE
ESTIMAÇÃO  – HABILIDADE E AMOR EM LIDAR COM ANIMAIS DIVERSOS
(RAÇAS, PORTE, TAMANHOS). 44 HORAS SEMANAIS DISPONIBILIDADE DE
HORÁRIOS PARA TRABALHAR  COM ESCALAS AOS DOMINGOS E FOLGA EM
DIA DA SEMANA. EFETIVO EM CARTEIRA. REMUNERAÇÃO: SALÁRIO MÍNIMO
+ VALE TRANSPORTE

AÇO VENDEDOR ENSINO SUPERIOR COMPLETO OU CURSANDO A PARTIR DO 5o SEMESTRE
NAS ÁREAS DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS, ECONOMIA OU
CURSOS DA ÁREA COMERCIAL, EXIGE-SE QUE POSSUA EXPERIÊNCIA
CONSOLIDADA NA ÁREA COMERCIAL, COM MANUTENÇÃO DE CARTEIRA E/OU

PROSPECÇÃO DE CLIENTES, CONHECIMENTOS NA VENDA DE MATERIAIS DE
AÇO (INDÚSTRIA, CONSTRUÇÃO CIVIL E AGRONEGÓCIO), DOMÍNIO NA
UTILIZAÇÃO DE SISTEMA SAP, DOMÍNIO EM EXCEL INTERMEDIÁRIO OU
AVANÇADO. HORÁRIO COMERCIAL, REMUNERAÇÃO VARIÁVEL R$2.118,00 +
TRANSPORTE + PLANO SAÚDE CO-PARTICIPATIVO + SEGURO DE VIDA

EMPREENDIMENTO NA
ÁREA DE ARTIGOS DE
MARCENARIA

VENDEDOR
EXTERNO

ENSINO SUPERIOR EM CURSO, POSSUIR ÓTIMA EXPERIÊNCIA ANTERIOR
COMO VENDEDOR EXTERNO, POSSUIR MOTO E HABILITAÇÃO A DEFINITIVA,
SER PROATIVO, COMUNICATIVO, FLEXÍVEL, CAPACIDADE DE ADAPTAÇÃO,
ESPÍRITO DE LÍDER PARA OPERAR COM VISITAÇÃO, PROSPECÇÃO. VENDAS E
MANUTENÇÃO AUMENTANDO SUA CARTEIRA DE CLIENTES.SALÁRIO 1.045,00
FIXO + COMISSÃO (AJUDA COMBUSTÍVEL E CHIP CELULAR)

Blog do Rodrigo

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Inflação dos mais pobres sobe com alimentos e a dos mais ricos cai, diz Ipea


A inflação dos alimentos e a deflação dos serviços, em meio à recessão provocada pela pandemia de Covid-19, levaram o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda de agosto a ratificar uma pressão inflacionária maior para as famílias mais pobres.

Em agosto, enquanto a taxa de inflação das famílias mais pobres apontou alta de 0,38%, a faixa de renda mais alta registrou uma deflação de 0,10%, informou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta segunda-feira, 14.

No ano, o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda para as famílias muito pobres acumula alta de 1,5%. Para os mais ricos, há retração de 0,07% no índice.

As diferenças nas composições das cestas de consumo, entre as famílias muito pobres e as famílias mais ricas, explica a diferença. Especialmente quando se leva em conta as quantidades, além do preço, os muito pobres gastam, relativamente, mais com alimentos e menos com serviços. Já os mais ricos gastam mais, também relativamente, com serviços.

“Evidencia-se uma pressão altista vinda dos alimentos no domicílio – que formam o grupo de maior peso na cesta de consumo das famílias mais pobres – e uma queda nos preços dos serviços, cujo alívio é bem mais intenso sobre o orçamento das famílias mais ricas”, diz um trecho do relatório do Ipea.

O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda decompõe o IPCA por faixas de renda. A faixa mais pobre tem renda domiciliar abaixo de R$ 1.650,50 mensais por família. A faixa mais rica tem renda domiciliar acima de R$ 16.5009,66 mensais por família.

Segundo o Ipea, enquanto a inflação dos alimentos voltou a se acelerar em agosto, os descontos dados por creches e escolas particulares por causa da pandemia contribuíram para derrubar ainda mais o índice de serviços. O preço das mensalidades escolares é exemplo típico de item que afeta mais os orçamentos dos mais ricos, já que as famílias mais pobres, tipicamente, não gastam com mensalidades, pois recorrem ao ensino público.

“A retração no valor das mensalidades das creches (-7,7%) e das escolas de ensino fundamental (- 4,1%) e médio (- 2,9%) gerou um alívio maior sobre o orçamento da população de renda mais alta, pois é esse segmento que, majoritariamente, utiliza os serviços privados de educação”, diz o relatório do Ipea.

 Infomoney

Brasil avança no Ideb, mas apenas ensino fundamental cumpre meta

 

O Brasil avançou no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em todas etapas de ensino, mas apenas nos anos iniciais do ensino fundamental, do 1º ao 5º ano, cumpriu a meta de qualidade nacional estabelecida para 2019. Os resultados foram divulgados hoje (15) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Medido a cada dois anos, o Ideb é o principal indicador de qualidade da educação brasileira. O índice registrado nos anos iniciais no país passou de 5,8, em 2017, para 5,9, em 2019, superando a meta nacional de 5,7 considerando tanto as escolas públicas quanto as particulares. Nos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, avançou de 4,7 para 4,9. No entanto, ficou abaixo da meta fixada para a etapa, 5,2. No ensino médio, passou de 3,8 para 4,2, ficando também abaixo da meta, que era 5. 

O Ideb é calculado com base em dados de aprovação nas escolas e de desempenho dos estudantes no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O Saeb avalia os conhecimentos dos estudantes em língua portuguesa e matemática. O índice final varia de 0 a 10.

O índice tem metas diferentes para cada ano de divulgação e também metas específicas nacionais, por unidade da federação, por rede de ensino e por escola. A intenção é que cada instância melhore os índices para que o Brasil atinja o patamar educacional da média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Em termos numéricos, segundo o Inep, isso significa progredir da média nacional de 3,8, registrada em 2005 na primeira fase do ensino fundamental, para um Ideb igual a 6 em 2022, ano do bicentenário da Independência. Para os anos finais do ensino fundamental, a meta nacional é 5,5 e, para o ensino médio, 5,2. Esta é a penúltima divulgação do Ideb antes do fim das metas previstas. A próxima será em 2022, referente a 2021. 

Desigualdades 

Mesmo tendo cumprido a meta de 2019 e estando muito próximo de atingir a meta nacional de 2021, até mesmo os dados dos anos iniciais do ensino fundamental mostram que o país ainda tem uma série de diferenças educacionais quanto analisados os dados regionais, estaduais e municipais.

Na Região Norte, apenas 36,4% dos municípios atingiram a meta para a rede pública, que concentra a maior parte das matrículas na etapa de ensino. O que significa que cerca de seis a cada dez municípios não atingiram a meta. Nessa região, apenas 4,9% das redes públicas municipais têm um índice 6 ou maior. Na Região Sudeste, 73,9% das redes municipais têm Ideb 6 ou mais. A maior porcentagem de redes municipais com Ideb 6 ou mais está no estado de São Paulo, 91,3%. 

O Ceará tem a maior porcentagem de municípios que atingiram a meta do Ideb 2019 para as escolas públicas municipais, de 98,9%, seguido por Alagoas, com 92,1%. Por outro lado, no Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins menos da metade dos municípios alcançou a meta esperada.

As diferenças seguem pela trajetória escolar. Nos anos finais do ensino fundamental, na rede pública, 631 municípios alcançaram ideb igual a 5,5 ou mais, maior nível considerado. Um a cada três desses municípios está no estado de São Paulo. No outro extremo, 373 municípios têm o índice até 3,4, o nível mais baixo. Desses, 28,7% são municípios da Bahia.

No ensino médio, apenas 9,3% das escolas públicas estaduais, que concentram a maior parte das matrículas na etapa, têm Ideb 5,2 ou mais, nível mais alto considerado para a etapa. Norte e Nordeste estão abaixo da média nacional com, respectivamente, 2,6% e 7,6% das escolas públicas com os maiores índices.

Municípios abaixo da meta

Com o avanço do tempo, as metas ficam também mais ambiciosas e mais escolas acabam ficando para trás. No ano passado, menos municípios conseguiram cumprir as metas sugeridas. Considerando as metas para os anos iniciais do ensino fundamental para as escolas públicas municipais, em 2017, 3,6 mil municípios cumpriram a meta, o equivalente a 70%. Em 2019, esse número caiu para 3,2 mil, ou 62%.

Nos anos finais do ensino fundamental, 1,2 mil, o equivalente a 23% dos municípios conseguiram alcançar a meta para 2019 para as escolas públicas. Em 2017, foram 2,1 mil, o equivalente a 38,5%. Esses dados não foram disponibilizados para o ensino médio. 

Avanços na escola pública

Embora o Ideb da rede pública seja, em todas as etapas de ensino, inferior ao da rede particular, foi entre as públicas que ele apresentou mais avanços. Nos anos iniciais do ensino fundamental, o índice passou, na rede pública, de 5,5 em 2017 para 5,7 em 2019, extrapolando a meta de 5,5 para o ano. Nas privadas, permaneceu 7,1, inferior à meta para essas escolas, que era 7,4 para o ano.  

Nos anos finais do ensino fundamental, a rede privada também manteve, em 2019, o Ideb de 2017, que era 6,4 e ficou abaixo da meta de 7,1. Já as públicas passaram de 4,4 para 4,6. Também não cumpriram a meta, que era 5.

O ensino médio foi a única etapa que apresentou avanço também entre as escolas particulares, cujo Ideb passou de 5,8 para 6. O índice ficou, no entanto, abaixo da meta, que era 6,8. Entre as públicas estaduais, índice teve um aumento maior, de 0,4, passando de 3,5 em 2017 para 3,9 em 2019. Mesmo assim, a rede estadual ficou abaixo da meta 4,6.

AgênciaBrasil

Câmara acaba com auxílio-mudança de R$ 33,7 mil para deputados reeleitos

 

A Câmara dos Deputados aprovou o fim da ajuda de custo para mudança e transporte, no valor de de R$ 33.763, aos deputados federais reeleitos, aos parlamentares que vivem no Distrito Federal e àqueles que assumirem as funções legislativas apenas no recesso parlamentar.

O ato da Mesa Diretora foi publicado no dia 1º de setembro, mas entrou em vigor na última segunda-feira (13). O valor era pago a todos os deputados no início e no final do mandato.

O deputado suplente, reconvocado dentro da mesma legislatura, também não vai ganhar mais os R$ 33,7 mil para despesas com mudança e transporte se já tiver recebido o auxílio em convocação anterior.

Além disso, o texto diz que não será paga a ajuda de custo aos parlamentares que tenham cumprido, no mínimo, 180 dias de exercício ininterrupto durante a legislatura, considerado no cômputo dos dias o período de recesso parlamentar.

De acordo com o ato, com assinatura do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), “não parece razoável que se pague ajuda de custo aos deputados que venham exercer o mandato parlamentar apenas por poucos dias, mormente porque nesses casos não existe uma efetiva mobilização para o exercício do mandato. Nesse sentido, a administração da Casa já não paga a ajuda de custo aos deputados que assumem o mandato apenas durante o recesso parlamentar”.

Os parlamentares que forem eleitos pela primeira vez continuam a receber a ajuda de custo, relativa ao início do mandato, no prazo de 30 dias do início do mandato.

 surgiu

STF declara inconstitucional a impressão do voto pela urna eletrônica


O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu declarar, por maioria, inconstitucional a impressão de um comprovante de votação pela urna eletrônica, conforme previa a minirreforma eleitoral de 2015.

A impressão do voto já se encontrava suspensa por força de uma liminar (decisão provisória) concedida também pelo plenário do Supremo, em junho de 2018, alguns meses antes da eleição presidencial daquele ano.

A liminar havia sido pedida pela então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que entre outros argumentos disse haver o risco de o sigilo do voto ser violado. Seria o caso, por exemplo, das pessoas com deficiência visual, que necessitariam de auxílio para verificar as informações no voto impresso.

Com a decisão de agora, torna-se definitivo o entendimento do relator da ação, ministro Gilmar Mendes, que concordou ser o voto impresso inconstitucional por ameaçar a inviolabilidade do sigilo da votação e ainda favorecer fraudes eleitorais.

O julgamento foi realizado na sessão encerrada às 23h59 de segunda-feira (14) do plenário virtual, ambiente digital em que os ministros têm um prazo, em geral de uma semana, para votar remotamente por escrito.

A impressão do voto foi aprovada em 2015 no Congresso com a justificativa de garantir meios para embasar eventuais auditorias nas urnas eletrônicas. A então presidente Dilma Rousseff chegou a vetar a medida, alegando entre outros pontos o “alto custo” de implementação, de R$ 1,6 bilhão, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O veto, entretanto, foi depois derrubado pelos parlamentares.          

Relator

Em seu voto, Mendes destacou que não se pode utilizar “uma impressora qualquer” para a emissão do voto, sendo necessário o desenvolvimento de um equipamento ao mesmo tempo "inexpugnável" e capaz de inserir o comprovante de votação em um invólucro lacrado.

“Se assim não for, em vez de aumentar a segurança das votações, a impressão do registro será frágil como meio de confirmação do resultado e, pior, poderá servir a fraudes e a violação do sigilo das votações”, escreveu o ministro.

Mesmo que fosse possível a produção de tal equipamento, ainda haveria o desafio de programá-lo com um software compatível com os requisitos de segurança da urna eletrônica, destacou Gilmar Mendes.

“De outra forma, a impressora poderia ser uma via para hackear a urna, alterando os resultados da votação eletrônica e criando rastros de papel que, supostamente, os confirmassem”, afirmou o ministro, que foi seguido pela maioria do plenário do Supremo.

AgênciaBrasil

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Bancada evangélica diz ter votos para derrubar veto de Bolsonaro


Escalado como porta-voz da bancada para falar sobre o tema, o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) disse à CNN nesta segunda-feira (14) que a Frente Parlamentar Evangélica contabiliza votos suficientes para derrubar o veto à isenção da Contribuição Social Sobre Lucro Líquido (CSLL) para igrejas e templos religiosos .

“Vamos derrubar. A FPE tem articulação suficiente para derrubar o veto”, afirmou o parlamentar à coluna. Pelas contas de Cavalcante, Câmara e Senado devem derrubar o veto com o mesmo placar de quando aprovaram a emenda prevendo a isenção. Na Câmara, foram 345 votos a 125. No Senado, a votação foi simbólica. 

O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), porém, trabalha para manter o veto, apesar de Jair Bolsonaro ter dito que, se fosse parlamentar, votaria para derrubar o próprio veto. “Estamos construindo a solução”, afirmou Barros à CNN, contando que, só na manhã desta segunda-feira (14), teve duas reuniões para articular o tema.

Nessas conversas, o governo discute os termos de uma Proposta de Emenda à Constituição sobre o assunto. A proposta foi anunciada pelo próprio presidente da República nas redes sociais. Segundo ele, o PEC trará uma “possível solução para estabelecer o alcance adequado da imunidade das igrejas nas questões tributárias”.

 

Leitura no Brasil: pesquisa aponta menos tempo para os livros e mais para as redes sociais


Entre 2015 e 2019, o Brasil perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores. A diminuição foi mais sentida entre aqueles que possuem ensino superior ou estão na classe A. Quem traz os números é a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil. A causa da queda do índice de leitura entre os participantes da pesquisa foi o uso das redes sociais. Em 2015, por exemplo, 47% dos entrevistados disseram que usam a internet no tempo livre. Esse percentual aumentou para 66% em 2019. Já o uso do WhatsApp passou de 43% para 62%.

Para a coordenadora da pesquisa, Zoara Failla, as pessoas estão usando o seu tempo livre, não para a leitura de literatura, mas nas redes sociais. “A gente nota que a principal dificuldade apontada é tempo para leitura e o tempo que sobra está sendo usado nas redes sociais”, afirma Failla. De acordo com o estudo, 82% dos leitores gostariam de ter lido mais, 34% alegaram falta de tempo e 28% disseram que não leram porque não gostam.

Como já mencionado no início do texto, as maiores quedas no percentual de leitores foram observadas entre as pessoas com ensino superior, que passou de 82% em 2015 para 68% em 2019, e na classe A, que passou de 76% para 67%.

Foram feitas 8.076 entrevistas em 208 municípios entre outubro de 2019 e janeiro de 2020. A coleta de dados foi encomendada ao Ibope Inteligência. A pesquisa foi feita antes da pandemia do novo coronavírus, não refletindo, portanto, os impactos da emergência sanitária na leitura no país. Esta é a 5ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró Livro em parceria com o Itaú Cultural.

Média de leitura no Brasil

Em média, o brasileiro lê cinco livros por ano, segundo a pesquisa. Destes, a Bíblia é apontada como o tipo de livro mais lido pelos entrevistados e, também, como o mais marcante. Apenas 5% dos leitores disseram que não leram mais porque acham os livros caros. Um dos fatores que influenciam a leitura, de acordo com o estudo, é o incentivo de outras pessoas. Um a cada três entrevistados, o equivalente a 34%, disse que alguém o estimulou a gostar de ler.

 JM