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quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Magno Malta poderá ser indicado para presidir Conselho do SESI, diz jornalista

Magno Malta (PR-ES) fez um discurso de despedida do Congresso Nacional, onde atuou nos últimos 20 anos, dizendo que faria tudo de novo em sua carreira política. Centro de atenções por ter sido o principal garoto-propaganda do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e mesmo assim ter ficado de fora da equipe ministerial, o senador estaria cotado para ocupar a presidência do conselho do SESI.

A informação sobre a possível indicação de Magno Malta para liderar o Serviço Social da Indústria (SESI) surgiu após a movimentação do antigo presidente da organização, Paulo Skaf (MDB). O candidato derrotado ao governo do estado de São Paulo teria articulado para receber a indicação de Bolsonaro para presidir o conselho e saído com a resposta de que a vaga já tem nome.

“Paulo Skaf pediu a um influente ministro do governo Bolsonaro o cargo de presidente do conselho do SESI, uma indicação que cabe ao novo governo. Magno Malta, no entanto, tem chance de ocupar o posto”, informou o jornalista Lauro Jardim, colunista de O Globo.
O atual presidente, João Henrique Sousa, foi nomeado ao cargo pelo presidente Michel Temer (MDB) em maio de 2016. Sousa é advogado, mas foi deputado federal pelo Piauí, ministro dos Transportes ao final do segundo governo de Fernando Henrique Cardoso e presidente dos Correios no governo Lula (PT).

Despedida

Magno Malta usou a tribuna do Senado para agradecer a Deus pelo tempo em que esteve no Poder Legislativo: “Aprouve a Deus, a quem dedico toda honra, chegar a este momento”, disse o senador, que não foi reeleito no pleito de outubro.

Ao longo de sua fala, destacou sua liderança na CPI do Narcotráfico no começo dos anos 2000, além da CPI da Pedofilia, que só terminou este ano, além de destacar que o combate às drogas sempre foi uma bandeira pessoal: “São 42 anos tirando gente das drogas”, afirmou, adicionando o período em que atuava como pastor.

“Combati o bom combate”, disse Malta, relembrando as palavras do apóstolo Paulo. Como forma de encerrar alegações sobre um possível rompimento entre ele e o presidente eleito, enfatizou que continua “confiando em Bolsonaro”, e acrescentou: “Faria tudo de novo. Vejo Bolsonaro como um homem de caráter, um homem de bem”.
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