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segunda-feira, 27 de abril de 2020

Advogado-geral da União, André Mendonça vira favorito para Ministério da Justiça

O advogado-geral da União, ministro André Luiz de Almeida Mendonça Foto: Jorge William / Agência O Globo
O advogado-geral da União, ministro André Luiz de Almeida Mendonça Foto: Jorge William / Agência O Globo

BRASÍLIA - O advogado-geral da União, André Mendonça, virou, nesta segunda-feira, o favorito para assumir o Ministério da Justiça. Segundo aliados, o presidente Jair Bolsonaro tem sido aconselhado a escolher um nome menos identificado com sua família para substituir Sergio Moro.
 
De acordo com relatos, integrantes da ala militar do governo têm defendido o nome do AGU, sob a justificativa de que ele, além de ter menos ligação com o clã presidencial, teria mais “musculatura jurídica” para o cargo.
Mendonça conheceu Bolsonaro em 21 de novembro de 2018, no mesmo dia em que foi escolhido para comandar a Advocacia-Geral da União. O agora AGU chegou ao gabinete do governo de transição no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília pelas mãos de Jorge Oliveira (Secretaria-Geral da Presidência).

De acordo com aliados de Bolsonaro, a escolha de Mendonça pouparia o presidente de críticas sobre suposta tentativa de tutela do Palácio do Planalto sobre a Justiça. Oliveira, até então o mais cotado para o posto, já foi chefe de gabinete do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

Na tarde desta segunda-feira, Bolsonaro afirmou na porta do Palácio da Alvorada que o novo ministro da Justiça e Segurança Pública “vai ser surpresa”, em um indicativo de que poderá mudar de ideia sobre a indicação de Jorge Oliveira.
 
Em conversa com jornalistas, Bolsonaro admitiu também que considera o advogado-geral da União, André Mendonça, “um bom nome”.
 
- Eu assino [a nomeação] e a intenção é publicar no DO [Diário Oficial] de amanhã cedo - afirmou o presidente.- Vocês vão ter uma surpresa positiva, tem dois nomes postos à mesa, o Jorge e outro. Eu não vou falar porque, se muda, vão falar que eu recuei.

Bolsonaro disse que, além do conhecimento técnico, está buscando “capacidade de dialogar com outros poderes, que tenha boa entrada no Supremo, no TCU, no Congresso”. oglobo
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