Translate

Compartilhe

https://www.facebook.com/deltan.dallagnol/videos/1384339188276453/

search este blog

  • Saiu!

    Novo Single: História de Amor

  • Entrevista com Wallas Silva

    "Lutador de Muay Thai""

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Homem se levanta da cadeira de rodas e caminha após oração de missionário, assista

Mais um caso que está sendo considerado um milagre operado por Deus ganhou repercussão na mídia esta semana, após um homem cadeirante visivelmente debilitado se levantar da cadeira de rodas e caminhar, depois que um missionário evangélico orou por sua cura.

O vídeo do momento da cura foi divulgado nas redes sociais do ministério “Torch of Christ”, nos Estados Unidos, e rapidamente foi compartilhado por milhares de pessoas. O feito, todavia, ocorreu em Davao City, localizado na parte sul das Filipinas, também chamada de Mindanao.

“Em todas as nossas terras o mal correu desenfreado e o governante deste mundo cegou os olhos e as mentes de tantas almas perdidas, mas em meio a esse caos e turbulência, um exército sagrado remanescente está se erguendo”, diz um texto publicado no site do Torch of Christ.

No vídeo, os missionários liderados por Phillip Blair oram pelo homem na cadeira de rodas e algum tempo depois ele se levanta, com o auxílio dos cristãos, e começa a caminhar pelo salão de uma pequena igreja local.

Usando fraldas e com suas pernas visivelmente definhadas, o homem aos poucos vai ganhando forças, até conseguir dar alguns passos.

O acontecimento é de grande importância, pois testemunha a fé em Cristo em uma região onde 94% da população é muçulmana, ocorrendo vários conflitos entre o Jihad, o New People’s Army (NPA) e o governo filipino.

A esperança dos cristãos locais é de que uma palavra profética sobre Mindanao, dita por Cindy Jacobs, esteja se cumprindo atualmente, onde Deus faria um mover na região “de uma maneira que ninguém poderia imaginar”.

“O fim da escuridão chegará e veremos um movimento de transformação que será mostrado ao redor do mundo”, disse ela, segundo informações do Christy Daily.

“Não há cristão homofóbico”, diz pastor Takayama sobre ascensão da onda conservadora

O deputado Hidekazu Takayama (PSC-PR), atual presidente da Frente Parlamentar Evangélica, afirmou que não existem cristãos que pratiquem a homofobia. O parlamentar, que não foi reeleito para o quinto mandato consecutivo, também falou sobre a importância da eleição de Jair Bolsonaro (PSL).

O pastor paranaense obteve 53.466 votos e será o segundo suplente da coligação na próxima legislatura. Em entrevista concedida recentemente, Takayama, 70 anos, foi enfático ao dizer que a postura conservadora não é de imposição, mas de preservação de direitos.

“Não queremos ditadura da maioria. Mas também jamais vamos aceitar a ditadura de uma minoria. Não estamos dizendo que uma pessoa adulta não possa escolher a sua opção sexual. Não há cristão homofóbico. Nenhum assassinato de homossexual foi praticado por um maluco católico ou evangélico. Foram feitos entre parceiros, ciuminho de parceiros, e pelos malucos chamados skinheads”, declarou ao portal da rádio Gaúcha ZH.

Segundo Takayama, a eleição do capitão do Exército tem especial significado para os evangélicos: “Bolsonaro foi praticamente unanimidade entre os evangélicos, por convergência de ideais. Ele é cristão, prioriza os valores da família cristã e valoriza Deus”, disse o pastor.

Questionado sobre a profissão de fé católica do presidente eleito, Takayama explicou que as duas tradições cristãs convergem em vários pontos: “O católico e o evangélico não diferem em nada nessas questões, como ideologia de gênero ou aborto, em que hoje vemos o Judiciário querendo legitimar, entrando em área que é do Legislativo. O Legislativo é que é o espelho da sociedade. Se tem muito cristão aqui [no Congresso], é porque tem muito cristão no país. Mas o Estado não é laico? A administração é laica, mas ela tem de entender que está governando para uma maioria cristã”.

Sobre a oração de Bolsonaro logo após o anúncio de sua vitória nas urnas, o pastor viu de forma positiva: “Ele sinalizou que acredita em Deus e não é ateu como o outro lado. Para o ateu, mentir não é falta de caráter”, disparou.

O jornalista que realizou a entrevista, Itamar Melo, questionou se a postura não poderia representar um incômodo para os brasileiros que não são cristãos, e Takayama foi pontual: “Inverto a questão. Quando houve ateus, os cristãos simplesmente aceitaram”, finalizou. Informações gospel+

domingo, 11 de novembro de 2018

Villas Bôas confessa que Exército quase deu golpe caso Lula fosse solto

O general Eduardo Villas Bôas declarou, em entrevista à Folha, publicada neste domingo (11), que, apesar de negar a intenção das Forças Armadas em interferir na vida política nacional, confessa que o único episódio em que estiveram no limite “foi aquele tuíte da véspera da votação no Supremo da questão do Lula”, disse.

“Ali, nós conscientemente trabalhamos sabendo que estávamos no limite. Mas sentimos que a coisa poderia fugir ao nosso controle se eu não me expressasse. Porque outras pessoas, militares da reserva e civis identificados conosco, estavam se pronunciando de maneira mais enfática. Me lembro, a gente soltou [o post no Twitter] 20h20, no fim do Jornal Nacional, o William Bonner leu a nossa nota’, contou.

Sobre o caos, o general disse ainda que, apesar das críticas que recebeu, o saldo foi positivo: “Do pessoal de sempre, mas a relação custo-benefício foi positiva. Alguns me acusaram… de os militares estarem interferindo numa área que não lhes dizia respeito. Mas aí temos a preocupação com a estabilidade, porque o agravamento da situação depois cai no nosso colo. É melhor prevenir do que remediar”, encerrou.

Relembre o caso

Na véspera do julgamento do Habeas Corpus preventivo do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em abril deste ano, Villas Bôas, disparou dois tuítes que tiveram grande repercussão.

“Nessa situação que vive o Brasil, resta perguntar às instituições e ao povo quem realmente está pensando no  bem do País e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais?”

“Asseguro à Nação que o Exército Brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à Democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais.”

Por Revista Fórum

CNJ vai apurar indicação de Moro como ministro

A corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) anunciou nesta sexta-feira (09/11) que instaurou um processo para apurar a indicação do juiz federal Sergio Moro pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) como ministro da Justiça.

O processo foi aberto pelo corregedor nacional, ministro Humberto Martins, que pede que Moro preste informações sobre suposta atividade político-partidária ao aceitar o convite de Bolsonaro. O juiz, que era responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância, tem um prazo de 15 dias para apresentar explicações. O processo tramita em segredo de Justiça.

Diversos partidos, entidades e cidadãos apresentaram representações contra Moro. A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia argumenta que Moro violou a lei orgânica da magistratura, a Constituição e o código de ética da Magistratura ao aceitar o cargo sem pedir antes exoneração e que, dessa maneira, houve atuação político-partidária por parte do juiz.

Há uma semana, Moro aceitou o convite de Bolsonaro para comandar o Ministério da Justiça. Em entrevista na terça-feira, o juiz admitiu que foi sondado pelo futuro ministro da Fazenda Paulo Guedes sobre uma eventual participação no governo no dia 23 de outubro, antes do segundo turno.

Ao ser questionado sobre as críticas de que teria agido politicamente na condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Moro disse que o convite não tem relação com o processo contra o petista. 
Moro foi o juiz responsável pela primeira condenação de Lula em 2017, que marcou o início dos problemas do ex-presidente para registrar sua nova candidatura ao Planalto em 2018. Em abril deste ano, o juiz determinou a prisão de Lula, que à época era o candidato favorito para vencer a disputa pela Presidência da República. Com Lula na prisão e barrado pela Justiça Eleitoral, Bolsonaro passou para a liderança nas pesquisas. 

Moro também foi questionado sobre como se sentia em participar de um governo ao lado do deputado Onyx Lorenzoni, que admitiu ter recebido caixa 2 de campanha – crime que o próprio Moro considerou mais grave do que enriquecimento ilícito. O juiz respondeu ter grande admiração pelo futuro ministro da Casa Civil.

"Ele foi um dos poucos deputados no momento [da votação] das dez medidas [contra a corrupção na Câmara] que defendeu a aprovação daquele projeto mesmo sofrendo ataques severos da parte dos seus colegas. Quanto aos erros, ele mesmo admitiu e tomou providências para repará-los", disse.
Sobre o fato de ter classificado o caixa 2 como um crime grave que desequilibra as eleições, Moro desconversou e disse que na época se referia apenas aos casos investigados na Lava Jato.

Para assumir o ministério, Moro pretende pedir a exoneração do cargo de juiz apenas em janeiro.

CN/ots

MARINA SILVA | Desmatamento aumentou 48% durante a eleição, graças ao discurso de Bolsonaro (Vídeo)

A presidenciável derrotada nas urnas, no 1º turno das eleições 2018, Marina Silva, usou o Twitter para lamentar o crescimento do desmatamento no país, segundo ela, esse fator ocorre com mais constância em períodos relacionados as eleições, por conta de materiais impressos em órgãos não fiscalizados, o que acaba gerando impunidade.

Além de trazer a tona a questão, também aproveitou a oportunidade para declarar no Twitter que irá fazer oposição ao Presidente eleito Jair Bolsonaro, ela afirma que o mesmo não esboça preocupação com a causa. 

"O desmatamento aumentou 48% durante a eleição. Isso sempre acontece quando há sinalizações de afrouxamento nas fiscalizações e expectativa de impunidade. Vamos continuar mobilizados contra os retrocessos anunciados pelo presidente eleito durante a campanha e após a sua vitória."

Partido diz a Temer que novos salários do STF seriam ilegais

Na sexta-feira (9), o Partido Novo encaminhou uma carta ao presidente da República, Michel Temer, para que ele vete o aumento de salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com o texto assinado pelo presidente do partido, Moisés Jardim, a aprovação do reajuste é ilegal porque aconteceria a menos de 180 dias da troca do representante do Poder Executivo.

Isso quer dizer que Temer não pode aprovar um gasto maior com pessoal no governo porque irá deixar o cargo em dois meses. O pedido se baseia no artigo 21 da Lei de Responsabilidade Fiscal.
– É nulo de pleno direito o ato de que resulte aumento da despesa com pessoal expedido nos 180 dias anteriores ao final do mandato do titular do respectivo Poder ou órgão – aponta a legislação.
Ao documento, o partido anexou um abaixo-assinado com mais de 2 milhões de assinaturas. Todos pedem que o presidente vete integralmente o PLC 27/2016. Informações pleno.news

Reforma deixou trabalhador com medo de buscar Justiça

A reforma trabalhista, que completa um ano de vigência neste domingo (11), desequilibrou as relações trabalhistas a favor das empresas, criou insegurança jurídica e não trouxe os empregos prometidos. Essa é a avaliação do procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury.

Em entrevista ao UOL, Fleury afirmou que não há motivo para comemorar a queda de ações trabalhistas na Justiça. Segundo ele, não é que as empresas estejam respeitando mais a legislação trabalhista, mas, sim, os trabalhadores ficaram com receio de buscar seus direitos, temendo ter de arcar com os custos do processo judicial se perderem. “A Justiça gratuita na Justiça do Trabalho foi praticamente extinta com a reforma.”

Ele também defendeu que só se criam empregos com crescimento econômico e disse que ainda não viu “nenhum efeito positivo” da reforma. Leia abaixo.
O senhor fez fortes críticas à reforma na época da tramitação. Qual seu balanço dos efeitos dela?
O que cria emprego não é a flexibilização da legislação trabalhista, e sim o desenvolvimento da economia.

Durante esse um ano, só houve efetivamente a criação de empregos a partir dos dois últimos meses, quando o país voltou a crescer, ainda que timidamente. Tudo que o MPT [Ministério Público do Trabalho] falou desde o início foi o que de fato aconteceu. Não porque nós fomos visionários, mas porque o nosso posicionamento foi baseado em experiências de outros países, como o México e a Espanha.

Houve precarização das relações de trabalho, como o senhor temia?

A criação de “empregos alternativos”, como nós chamamos o contrato intermitente e a “pejotização” [contratação de empregado como pessoa jurídica], está muito tímida. É difícil até de dimensionar.
Por exemplo, vamos supor que eu tenho um bufê e contrato 30 garçons intermitentes, mas, durante um mês, não faço nenhuma festa. Mesmo sem terem trabalhado, esses garçons contam como 30 novos empregos. Pode acontecer também de um único trabalhador ter dez contratos intermitentes. São dez novos postos de trabalho? Não, porque só um trabalhador foi tirado do desemprego. Então, são números muito complicados de avaliar.

E os rendimentos do trabalhador foram afetados?

Os dados do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] têm mostrado uma diminuição gradativa da renda média. Os contratos têm sido firmados com salários menores, e está ocorrendo um aumento do nível escolar de quem acessa trabalhos de menor remuneração. Pessoas com nível [escolar] superior estão deixando de trabalhar em funções compatíveis com a sua formação para trabalhar em funções com menor exigência. Isso é resultado do desemprego e, também, de um processo de precarização das próprias relações de trabalho.

Como o MPT tem atuado em relação à aplicação da reforma?

Em momento nenhum deixamos de aplicar os preceitos da reforma. Obviamente, fazemos as interpretações que entendemos corretas, porque esse é o nosso trabalho. Basicamente, o que fazemos é combater as fraudes.

Por exemplo: o STF [Supremo Tribunal Federal] decidiu que a terceirização ampla está permitida, mas o próprio STF deixou claro também que terceirização é diferente de mera intermediação de mão de obra. Eu terceirizo um serviço, e não a contratação de um trabalhador.
Por exemplo, eu vou montar um jornal e quero contratar um jornalista. Eu não posso contratar uma empresa e dizer que ela é que vai contratar o jornalista. Isso continua proibido. O que eu posso fazer é terceirizar uma atividade do jornalismo, como o jornalismo econômico, que vai ser feito por uma empresa. Nesse caso, se essa empresa quer contratar o Joaquim, o José ou o Serafim, eu não posso fazer nada, porque eu contratei um serviço, e não pessoas.

A segurança jurídica aumentou ou diminuiu com a reforma?

É natural não termos segurança jurídica ainda, porque é uma reforma que mexeu com 117 artigos da CLT [Consolidação das Leis do Trabalho] e foi aprovada sem discussão. É normal que haja um processo de amadurecimento, discussão e interpretação dessa norma.
Dito isso, a reforma foi tão profunda e sem limites a favor do empregador que ela gerou muito mais insegurança do que segurança.

Por exemplo, o contrato intermitente foi permitido amplamente. Uma indústria que tenha natureza permanente pode contratar como intermitente? Ou só as de natureza intermitente, como um bufê? Essas questões são passíveis de interpretação.

O volume de novas ações na Justiça do Trabalho caiu significativamente. Isso não é positivo?

Eu comemoraria se estivesse acontecendo diminuição do descumprimento da legislação trabalhista. A redução é por isso ou pelo receio que as pessoas agora têm de acionar a Justiça e serem penalizadas?

Temos um dado do CNJ [Conselho Nacional de Justiça] que mostra que mais de 50% das ações trabalhistas se referem ao pagamento de verbas rescisórias, como aviso prévio, 13º salário e férias proporcionais. Será que, com a reforma, as empresas passaram a pagar as verbas rescisórias? Ou será que o trabalhador agora decide não entrar na Justiça para pedir o aviso prévio para não correr o risco de ter que pagar para a empresa?

A Justiça gratuita na Justiça do Trabalho foi praticamente extinta com a reforma. Criaram tantas coisas para evitar que o trabalhador acesse a Justiça, que isso praticamente inviabilizou que ele entre com uma ação. Então, não há o que comemorar.

O acionamento do MPT também diminuiu?

Não houve nenhuma diminuição nas demandas do MPT. Nossos números mostram até um ligeiro aumento no número de denúncias que chegam até nós. Um trabalho que tem crescido muito no MPT é o de mediação, de auxílio na negociação coletiva. As empresas e os sindicatos pedem, e o MPT tem feito esse trabalho de aproximação das partes, de tentar facilitar a negociação.

Há alguma relação entre esse crescimento e o fato de a nova lei determinar a prevalência do acordado sobre o legislado?

Sim, e também com o fato de ter acabado com a ulterioridade [posterioridade] da convenção coletiva. Pela legislação anterior, enquanto não houvesse novo acordo ou convenção, as condições previstas naquele acordo permaneceriam intactas, até a nova convenção. Com a reforma, aquelas condições só valem durante o período determinado pelo acordo.

Digamos que um sindicato de trabalhadores tem um acordo com o sindicato patronal estabelecendo o pagamento de vale-refeição. Quando acabar o período da convenção coletiva, se não tiver outra para substituí-la, a empresa pode parar de pagar o vale-refeição.
Sem o imposto sindical obrigatório, os sindicatos estão conseguindo representar os trabalhadores nas negociações?

Não. A relação era equilibrada, e a reforma tirou o equilíbrio. O imposto sindical correspondia a 70% a 80% do custeio das entidades sindicais de trabalhadores. Já para as entidades sindicais das empresas, correspondia só a 10%. No caso das entidades patronais, mais de 60% do custeio vem do sistema S, e ninguém mexeu nisso. Então, elas continuam hígidas [sadias] do ponto de vista econômico. Já as entidades obreiras foram muito atingidas. Várias foram inviabilizadas. Os sindicatos estão tendo que se reinventar.

O governo editou uma MP para alterar alguns pontos da lei, mas ela já perdeu a validade. Está fazendo alguma falta?

Sim, muita falta. Por exemplo, na questão do trabalhador intermitente. Se ele ganha menos que um salário mínimo no mês, vai pagar recolhimento da Previdência proporcional ao que ganhou. Mas, como a contribuição não vai atingir o mínimo, ele não vai ter nenhum benefício da seguridade social, como auxílio-doença ou licença-maternidade. E aquele mês não vai ser computado para efeito de aposentadoria.

Um trabalhador que tenha contrato intermitente por dez anos sem atingir um salário mínimo por mês não vai somar um mês sequer para efeito de aposentadoria. Ele está num limbo jurídico, que a MP tentava consertar.
Muitos trabalhadores estão optando por não ter carteira assinada. Eles pensam: “Já que eu não vou ter nenhum benefício, que pelo menos eu não tenha desconto”. Talvez isso explique o aumento vertiginoso no trabalho informal.

Houve algum efeito positivo, na sua opinião?

De tudo que até hoje eu já analisei, que chegou ao meu conhecimento, ainda não vi nenhum efeito positivo. Por exemplo, falaram muito que a reforma ia acabar com a informalidade. Aumentou a informalidade. Falaram que ia criar emprego, não criou emprego.

O então ministro, Ronaldo Nogueira, e o próprio presidente Temer falaram em criar 5 milhões de empregos. Agora é que estamos vendo alguma criação de vagas, não como consequência direta da reforma, mas muito mais como consequência de um tímido crescimento econômico, que foi mais ou menos o que aconteceu nos anos 2000. O Brasil teve crescimento econômico bastante consistente, e nós chegamos praticamente ao pleno emprego, e com a legislação anterior. Informações www.sinteactk.com.br