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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Damares é contra o feminismo que prega ‘ódio aos homens’

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, se declarou incompreendida pela repercussão de algumas de suas falas.
Em entrevista publicada nesta segunda-feira (18), a ministra comentou a notícia sobre o suposto conselho para pais criarem suas meninas longe do Brasil:
“Pais e mães de meninas, podem ficar tranquilos. Vamos mudar essa situação para que possam criar suas princesas no Brasil.”
Questionada se podia ser definida como “antifeminista”, Damares Alves afirmou:
“Sou anti-ativismo exagerado. Tem pautas feministas que eu abraço. Por exemplo: salários iguais entre homens e mulheres e luta contra a violência. Se for para eu e as feministas irmos para as ruas de braços dados contra isso, eu vou. Mas sem o exagero de seios à mostra. Sem a doutrinação que parece pregar o ódio aos homens.”
Damares também voltou a explicar que seu discurso de que “meninos vestem azul e meninas vestem rosa” era uma metáfora:
“O ‘menino veste azul e menina veste rosa’ é uma metáfora extraordinária para mim. Como eu digo que menina é princesa e menino é príncipe. Onde está o erro? É tudo muito simbólico. Tanto é que descobri um projeto no Ministério da Cultura para o desprincesamento. Eu falo de princesa, eles falam de desprincesar. Eles podem falar que menino tem que vestir roupa neutra, eu não posso falar em azul. Para eles pode, para a ministra não pode. Mas isso acabou dando visibilidade ao nosso trabalho contra a erotização das crianças.”
Durante a conversa com a Folha, a ministro do governo Jair Bolsonaro também comentou sua relação com Lulu, índia que criou como filha:
“A Lulu é minha filha e ela tem certeza que sou mãe dela. O que une eu e minha filha são laços afetivos. Ela chegou em minha casa entre seis e sete anos. Somos mãe e filha. Existe um dispositivo jurídico que é adoção socioafetiva. Eu sou mãe socioafetiva de Lulu.”
E acrescentou:

“Você pode me perguntar: ‘por que você não adotou oficialmente Lulu?’ Porque Lulu tem mãe, pai e irmãos. Os pais de Lulu a amam. Quando eles me entregaram Lulu, foi para cuidar dela. Eles não me entregaram para adoção. Ela havia vindo para Brasília para tratamento de saúde e a conheci em uma instituição onde atuei como voluntária. Ela teve dificuldade de adaptação. Nunca falei sobre adoção com eles porque achava desnecessário.” Renovamidia

‘Quem sofre injustiça não fica bem’, diz Bebianno

Era um homem abatido. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, deixou no começo da tarde deste domingo, 17, o hotel em que reside e se isolou desde o início da crise política para almoçar. Ele passou uma hora e meia com amigos próximos numa mesa do Tejo, restaurante de comida portuguesa na Asa Sul, no Plano Piloto.
Na saída, Bebianno relatou ao jornal O Estado de S. Paulo que ainda tenta “equalizar” todo o processo que deverá resultar na sua exoneração do cargo. Cortês, tirou selfie com um eleitor e disse que não era hora de comentar o assunto.
Quais os próximos passos do senhor?
O tempo é o senhor da razão. Vou falar depois. Por ora, vou ficar quieto, acalmar minha cabeça. Quem sofre uma injustiça dessas não fica com a cabeça boa. Antes dos meus interesses, pode parecer clichê, mas não é, estavam os interesses do País. Trabalhei, fiz o que fiz por garra, não foi por emprego ou para ganhar dinheiro.
O senhor trabalhou nos últimos dois anos para eleger o presidente…
Não sou perfeito, mas (abaixa a cabeça)…
O senhor fez alguma coisa que tenha levado o presidente a optar pela sua saída?
Absolutamente nada. Zero.
Há uma injustiça?
100%. O presidente sabe.
Sabe?
Sabe, não é maluco.
Qual a posição do senhor em relação ao vereador Carlos Bolsonaro? Ele passou dos limites?
Vou falar depois que sair. Na hora certinha eu falo. Estou equalizando a minha cabeça.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Com medo, candidata-laranja do PSL em Minas deixa o país

A Polícia Federal chamou para depor mulheres que teriam atuado como candidatas-laranjas do PSL em Minas Gerais nas eleições do ano passado.
Uma delas, a principal suspeita, está no exterior, conforme reportagem do jornal O Globo.
A matéria conta que, segundo um policial, ela saiu do país por medo, mas já informou que voltará para prestar os esclarecimentos necessários.
A apuração do caso ocorre dentro de um procedimento preliminar. Pela lei, a Polícia Federal só pode abrir inquérito sobre o assunto a pedido da Justiça Eleitoral.

“Comecei a rosnar”, diz participante do BBB 19 ao relatar ter sofrido possessão demoníaca

BBB 19 foi palco de um diálogo sobre possessão demoníaca na madrugada desta sexta-feira, 15 de fevereiro. A concorrente ao prêmio Paula contou ter sofrido com uma manifestação sobrenatural e opressora ao colega Maycon.
“Eu comecei a rosnar e lutar para acordar, esse espírito demoníaco precisava sair de mim. Eu conseguir abrir meu olho bem forte e me virar. Aí fui falar com a Hary e comecei a chorar”, disse Paula.
O assunto surgiu na cozinha, quando Paula chegou assustada descrevendo um sonho ruim que parecia real: “Eu contei pra Tereza de um sonho meu: entrou um espírito em mim. Um senhora colocou a mão na minha cabeça e pediu para olhar para ela, mas eu não conseguia. Ela falou que ia virar a cara para ver meu olho para orar mais”, disse ela.
“Eu comecei na vida real, aqui mesmo, batendo a cabeça. Não sei o que aconteceu”, continuou ela.
Enquanto ouvia o relato, Maycon contou que algo também o incomodou: ”Eu também acordei assustado, sabe assim levantei assustado já”, disse ele.
No entanto, a experiência parecia vívida para Paula, que passou a adicionar detalhes do que sentiu: “Eu comecei a bater a cabeça e ela orando para mim. Eu não consigo fazer aqui para você ver, mas tava com o consciente acordado. Eu queria que ela me ajudasse. Eu acordei e pensei: ‘Que mico’. Mas aí eu tive uma visão de duas senhoras no vidro do meu lado, mas não era ela. Mas uma delas fez cara de capeta no vidro e eu precisei voltar pro meu sonho para continuar, mas quando voltei eu já tava vulnerável. Aí eu notei que eu não tinha dormido ainda, é a terceira vez que isso acontece comigo na vida, eu não conseguia me mover”, disse a mineira, um tanto confusa.
A essa altura, Maycon demonstrou curiosidade: “Mas você via e não conseguia ter controle? Alguém viu?”, perguntou, de acordo com informações do portal TV e Famosos.
Paula respondeu negando que alguém tivesse presenciado o episódio, e ele compartilhou seu ponto de vista: “Eu não vi isso, mas vou te explicar o que aconteceu: minha prima começou a fazer umas paradas assim. Mas antes disso, tinham feito trabalhos contra ela perto de casa, em uma encruzilhada. Do nada ela começava a sentir essas coisas perto dela. Eu acredito que no seu caso foi um sonho que você achou que tava acordada, mas tava dormindo”.

Wagner Moura exibe placa de Marielle Franco no tapete vermelho de Berlim

Wagner Moura levou uma placa em homenagem à vereadora carioca Marielle Franco (PSOL), assassinada a tiros em março de 2018, para o tapete vermelho do Festival de Berlim.
O ator está na Alemanha para divulgar "Marighella", seu filme de estreia como diretor, que teve sua premiere hoje no festival, um dos mais importantes do mundo.
A placa exibida por Moura reproduz o mesmo objeto que foi destruído há quatro meses por Daniel Silveira e Rodrigo Amorim, eleitos deputados federal e estadual pelo PSL, o partido do presidente Jair Bolsonaro. 
A placa da "rua Marielle Franco" era uma réplica não-oficial de indicação de rua no Rio de Janeiro e foi colocada sobre a da Praça Floriano, nome oficial da Cinelândia, onde fica a Câmara dos Vereadores.

"MARIELLE PRESENTE" E "LULA LIVRE"

O tapete vermelho de "Marighella" contou com a presença de Wagner Moura e outros atores do filme, como Seu Jorge, Bruno Gagliasso e Humberto Carrão.

Outros 30 integrantes da equipe, um número bastante superior à média das produções exibidas no festival alemão, vieram do Brasil especialmente para a sessão de gala do longa.
Ainda no tapete vermelho, o grupo fez coro com militantes de esquerda que gritaram "Marielle presente!". Antes do início da sessão, parte do público entoou gritos de "Lula livre".
Mais cedo, durante um encontro com jornalistas da imprensa brasileira e internacional, Wagner Moura disse que "adoraria mostrar o filme para Lula". 
"Marighella" narra a história do guerrilheiro baiano que recorreu à luta armada para enfrentar a ditadura militar e foi morto em uma emboscada em 1969. Por ora, o filme não tem data de lançamento prevista no Brasil.
*com informações de Bruno Ghetti, em Berlim

Jovem morre após ser estrangulado por segurança em mercado no Rio (vídeo)

Pedro Gonzaga, de 19 anos, sofreu parada respiratória na quinta-feira após levar um 'mata-leão' do segurança Davi Ricardo Moreira, do supermercado Extra, na Barra da Tijuca, no Rio. Segundo o estabelecimento, o jovem tentou pegar a arma de um vigilante e, por isso, foi imobilizado. A família do rapaz informou à polícia que ele tinha problemas mentais e estava sob efeito de drogas.

Mourão sobre crise com Bebianno: “Roupa suja se lava em casa”

BRASÍLIA  -  (Atualizada às 14h) Os filhos do presidente Jair Bolsonaro deveriam parar de gerar crises com potencial de dano ao governo, disse o vice-presidente Hamilton Mourão, em meio ao embate que envolve o ministro Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral) e Carlos Bolsonaro. Em entrevista à Bloomberg na noite de quinta-feira, Mourão ponderou que as discussões protagonizadas pelo clã nas redes sociais são ruins, mas ainda não afetaram a imagem do governo.
"Diz a velha prática que roupa suja a gente lava no tanque da casa e não da casa dos outros. Esta crise está ligada às denúncias em relação aos gastos de campanha do PSL e a um certo protagonismo do filho do presidente que, no afã de defender o pai, interferiu levando as discussões e debates em rede social que acabam sendo de domínio público, o que não é bom", disse.
Denúncias de financiamento irregular de campanha envolvendo Gustavo Bebianno, que presidiu o PSL durante a corrida eleitoral, causaram um racha entre a família do presidente, amigos e aliados, o que incluiu um tweet de seu filho Carlos chamando o ministro de "mentiroso".
O escândalo, o segundo envolvendo um dos filhos do presidente desde que ele assumiu o cargo em 1º de janeiro, é o mais recente sinal de crescente rivalidade no núcleo do poder e surge em momento inoportuno. O governo enviará ao Congresso, na próxima semana, a proposta de reforma da Previdência, que precisa de ampla maioria para ser aprovada e é vista como o divisor de águas do sucesso ou insucesso de Bolsonaro.
Apesar da turbulência, Mourão disse acreditar que o governo retomará a normalidade, com o retorno de Bolsonaro a Brasília, depois de 17 dias internado em hospital em São Paulo.
"Por enquanto, vejo um impacto muito limitado. Com a volta do presidente, as coisas começam a voltar ao normal e essas 'futriquinhas' vão ficar pelo caminho."
Como vários outros ministros, Mourão tem pouca experiência em política, mas o general de 65 anos vem sendo apontado por muitos em Brasília como uma força moderadora aberta ao diálogo e menos dogmática do que o presidente em questões, por exemplo, relacionadas aos homossexuais e às mulheres. Para espanto dos bolsonaristas, o vice defendeu há alguns dias que o aborto seja uma opção da mulher. Tanto assim que Olavo de Carvalho, talvez o mais influente dos gurus políticos e conselheiros de Bolsonaro, acusou Mourão de traidor via Twitter.
"Não dou bola para isso, deixa para lá. Vivemos muito bem eu e ele (Bolsonaro). Não entendo por que se procurou prosperar isso; se você for analisar as coisas, o procedimento de ambos é normal a um presidente e a um vice", afirmou.
A parte mais difícil do trabalho é lidar "com todas as nuances, as pressões internas e externas", disse Mourão, que se levanta todas as manhãs às 5:15 e corre de 6 a 7 quilômetros antes de ir para o gabinete e manter uma agenda diária de cerca de dez horas, entre reuniões com políticos, empresários, embaixadores, sindicalistas e outros.
"A política é a arte do diálogo. Uma vez que entrei na política, tenho por dever me portar dessa maneira."
Gustavo Bebbiano, em nota distribuída à imprensa na noite de quinta-feira, negou acusações de financiamento irregular de campanha e disse não ser responsável pela definição de candidaturas que teriam sido beneficiadas por recursos oriundos do PSL Nacional. valor