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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Judeus ultraortodoxos levam capoeira para Jerusalém

A capoeira recebeu o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. Só que a novidade agora é que está fazendo o maior sucesso na Terra Santa.


Dois irmãos israelenses foram para o Brasil, conheceram a capoeira e ficaram encantados. Eles aprenderam com mestres brasileiros, e decidiram que ela tinha tudo a ver com os judeus ultraortodoxos, os que passam o dia rezando e estudando a bíblia judaica.

Eles precisaram pedir o ok para o rabino para ter certeza de que a capoeira não ia contra a religião. E tudo certo, não vai. A moda está pegando.

Será que eles erraram de cenário? A capoeira saiu do Brasil e veio parar na Cidade Santa? No gramado, as acrobacias saem perfeitas, mas as pedras milenares de Jerusalém não ajudam e Miki desiste: “Não foi boa ideia esse lugar”, ele diz.
Quando saltam pelas ruas os judeus ultraortodoxos Miki e Yehuda Hayat mudam de nome.

Bom Dia Brasil: Como é que é o apelido do Miki?

Isaac Benasulim, professor de capoeira: Ele é Gafanhoto e o Yehuda é Grilo. Porque o gafanhoto pula para caramba. Aí veio o irmão dele. Então é grilo, o grilo pula mais ainda que ele.

É sexta-feira, e a Cidade Velha de Jerusalém está cheia e o pessoal de uma produtora veio gravar o videoclipe da dupla. Homens de chapéu preto pelas ruazinhas, normalmente, vão a caminho do Muro das Lamentações. Mas os irmãos que pulam não vieram rezar. Eles querem convencer os homens e principalmente os jovens que leem a Torá, a bíblia judaica, em frente ao muro de que jogar não impede ninguém de rezar.

Vocês têm ideia de como é estranho capoeira na Terra Santa? Uma cidade sagrada para judeus, muçulmanos e católicos. E de repente essa dança, essa arte marcial que nasceu na África e passou pelo Brasil chega a um lugar onde todo mundo esperaria nada mais do que religião. E o mais interessante é que esses dois são superreligiosos.
“Não é comum ver os ortodoxos fazendo esse tipo de coisa”, diz a engenheira Nicole.

“É estranho sim, porque as pessoas não costumam ver caras como eu fazendo capoeira. E o meu projeto é justamente trazer a capoeira para cá”, diz Miki, o Gafanhoto.

“Eu não esperava ver uma coisa dessa aqui. Quando eu vi ele com o berimbau eu falei: 'Nossa!' Eu esperava qualquer outra coisa. Aí eu vi eles fazendo, a gente parou e até filmou”, diz um turista brasileiro.

É a 80 quilômetros de Jerusalém, nos arredores de Tel Aviv, em uma cidade onde a maioria dos moradores segue estritamente a religião judaica, em Bnei Brak, que Grilo e Gafanhoto estão fazendo o maior barulho.

Para abrir a primeira academia em um bairro ortodoxo de Israel, Miki teve que pedir permissão aos rabinos. E, incrivelmente,  já apareceram mais de 200 alunos.

"A capoeira era vista assim como uma coisa. Que que é isso: é uma dança, é uma seita, é religioso?  A gente até brincava que é uma seita que se rola... se rola de rir!", conta o jovem.

Mas agora Grilo e Gafanhoto são pura seriedade. Estão no camarim de uma das maiores casas de show de Jerusalém. Com um colega, eles se preparam para a primeira apresentação pública de uma espécie de coreografia de capoeira. Está todo mundo nervoso. É a primeira vez nos palcos, e tem 7 mil pessoas na plateia.

Em uma dança que é afro-brasileira, coreografada à moda israelense, e ao som de música eletrônica religiosa, com um belo empurrão do ídolo pop Yaakov Shwekey, Grilo e Gafanhoto dão os primeiros saltos para popularizar a capoeira entre aqueles que só pensavam em rezar. G1

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Diário Oficial é publicado sem exoneração de Bebianno

O Diário Oficial da União desta segunda-feira (18) não traz a exoneração do ministro de Secretaria de Governo, Gustavo Bebianno. Sua demissão havia sido anunciada na sexta-feira. Com isso, o governista segue oficialmente como ministro de Jair Bolsonaro.
Segundo informações do governo, a demissão do ministro já foi assinada pelo presidente, mas deve ser publicada no Diário Oficial da União (DOU). É possível a emissão de uma edição extra ainda nesta segunda.
Antes da demissão, Bolsonaro se reuniu com o Bebianno e, de acordo com o jornal O Globo, chegou a oferecer uma diretoria em Itaipu. Ele recusou. pleno.news

Caio Fábio afirma que Boechat está no céu com Cristo: ‘Eu estou indo encontrá-lo’

Caio Fábio afirmou, após uma pergunta de um internauta, que o jornalista Ricardo Boechat, morto após uma tragédia aérea, com certeza está junto de Cristo no céu, mesmo se dizendo ateu. Para Fábio, o jornalista era sim um digno do Reino dos Céus: “esse cara passou a vida fazendo a confissão do Evangelho que muitos de vocês nunca sonharam em fazer.
Boechat morreu em um trágico acidente na segunda-feira (11) enquanto ia para o trabalho, e seu helicóptero caiu e pegou fogo. No Acidente morreram o jornalista e o piloto da aeronave.
O líder do Caminho da Graça diz ao internauta que ele não tem culpa de não entender o porquê de um ateu como Boechat encontrar com Cristo após a morte, mas isso se deve ao fato de que “esse negócio de ateísmo é uma coisa ideológica, isso não tem nada a ver com Deus, é uma coisa que tem a ver com ideologia, entendeu?“, explica Caio.
Para validar sua afirmação, Caio Fábio cita o capítulo 25 do Evangelho de Mateus: “Tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim” e diz que Ricardo Boechat viveu essa verdade bíblica.
Boechat chega no céu e Jesus diz ‘vem Boechat, bendito de meu Pai! tome posse do Reino que para ti está preparado desde antes da fundação do mundo“, afirmou Caio Fabio
Ao final, dispara: “Eu estou indo encontrar meu amigo Boechat lá no céu. Se você quiser vir junto, chegue.
Caio Fabio era amigo de infância de Boechat e diz que sempre manteve contato próximo a ele.
Ateu
A esposa de Ricardo Boechat, deu uma coletiva de imprensa para falar sobre a morte do marido. Na entrevista ela afirmou que o marido era ateu na noite do mesmo dia do acidente nesta segunda (11).
”Meu marido era o ateu que mais praticava o mandamento mais importante de todos, que era o amor ao próximo. Ele sempre se preocupou com todo mundo, sempre teve coragem. E é muito difícil fazer o que ele sempre tentou fazer. Então, com erros e acertos como qualquer pessoa, tenho muito orgulho dele”, declarou. JMnoticia
Assista: 

Igreja terá que indenizar vizinha em R$ 2 mil após excesso de barulho, determina justiça

Embora seja livre o exercício de cultos religiosos, a prática não pode afetar o sossego do indivíduo em seu lar, que é direito garantido pela Constituição. Foi essa a decisão da 35ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, que condenou uma igreja a indenizar em R$ 2 mil uma vizinha por conta dos sons altos provocados por instrumentos musicais durante os cultos.
No caso, uma moradora que vivia perto do Ministério Nacional de Igreja em Células em Itapevi (SP) reclamou que os sons produzidos pela Igreja superavam os 61 decibéis, nível considerado tolerável pelos especialistas da saúde. A igreja, por sua vez, argumentou que os cultos ocorriam apenas uma vez por semana, aos domingos, das 18h às 21h, que após ter sido notificada extrajudicialmente, tomou medidas como o fechamento de portas para solucionar o problema do barulho e que a reclamante buscou, com a ação, o enriquecimento ilícito e a interrupção das práticas da igreja por motivos de intolerância religiosa.
De acordo com o relator do processo, desembargador Sergio Alfieri, os ruídos constatados na medição feita pela prefeitura de Itapevi efetivamente ultrapassaram os limites estabelecidos pela legislação municipal e a decisão de primeira instância, condenando a igreja, deveria ser mantida.
Apesar disso, o magistrado não aceitou o pedido da moradora de elevar o valor da indenização de R$ 2 mil para algo entre R$ 6 mil e R$ 12 mil. “Com efeito, cotejando a extensão do dano experimentado pela autora e o grau de culpa da ré, que tem razão quando sustenta que não insistiu na conduta culposa pelo tempo alegado pela autora em sua petição inicial […], verifica-se que o valor da indenização fixado pelo meritíssimo juiz a quo está em consonância com os princípios da proporcionalidade e razoabilidade”, destacou.
Com informações Conjur

"Ameaças" Bebianno poderá recorrer a ação judicial

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno, confirmou hoje pela manhã ao UOL que recebeu ameaças depois de ter seu número de celular divulgado por diversas pessoas, que já teriam sido identificadas por ele. O relato sobre as ameaças foi antecipado pela colunista Mônica Bergamo, do jornal "Folha de S.Paulo".
Pelo WhatsApp, Bebianno afirmou que cada uma dessas pessoas será "surpreendida com uma ação judicial". Uol

Líder do PSL anda com o coldre da pistola no plenário da câmara – arma pode disparar 39 tiros

Evandro Éboli, da coluna Radar da Veja, conta que o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO) voltou a andar com o coldre, sem a sua pistola, dentro do Congresso. Inclusive no interior do plenário.
Na quarta passada, dia de sessão com Casa cheia, um parlamentar da oposição viu e ficou assustado. O parlamentar explicou que usa por segurança.
Diz ter funcionários que trabalham ali, cita servidores da limpeza, que prendeu quando era delegado em cidades de Goiás no entorno de Brasília.
“Na garagem, tiro a arma e as balas e as deixo no gabinete. Eu esqueci o rosto dessas pessoas, mas eles não esqueceram o meu”.
A arma tem dois carregadores, que podem disparar 39 tiros.

Bebianno, quem diria, já foi acusado de ser petista infiltrado na campanha de Bolsonaro. Por Joaquim de Carvalho (vídeo)

 
As arestas entre Jair Bolsonaro e Gustavo Bebianno são mais antigas do que  o revelado até agora.
Em 2018, antes da eleição, o presidente do Patriotas, o partido a que Bolsonaro esteve filiado antes de ir para o PSL, deu uma entrevista em que acusou Bebianno de enganar o então candidato.
Falando sobre a razão de Bolsonaro ter abandonado o Patriotas depois de anunciar que disputaria a eleição pela partido, Adílson Barroso, o presidente da legenda, disse:
“Não estou culpando o Bolsonaro. Estou culpando duas pessoas malfeitoras que estão ao redor dele, que ele vai descobrir, quem sabe um pouco tarde, no futuro.”
Ao longo da entrevista, diz quem são. Um é Julian Lemos, da Paraíba, que respondeu a inquérito por agredir a esposa e a irmã e foi processado por estelionato.
Na carona de Bolsonaro, elegeu-se deputado federal.
O outro é Gustavo Bebianno, que ele acusa de ter telefonado para ele durante o processo de filiação para pedir que não desse legenda para Bolsonaro se candidatar.
Segundo ele, Bolsonaro soube da traição. Mas não acreditou, e a relação se deteriorou desde então.
É uma versão pouco crível, já que Bebianno apostou todas suas fichas na campanha presidencial e viria a se tornar presidente nacional do PSL, o partido que Bolsonaro escolheu para disputar as eleições.
No entanto, Bebianno perdeu o processo por injúria, calúnia e difamação que moveu contra o autor da acusação.
A entrevista é interessante para dimensionar quão próximo do piso está o baixo clero que ascendeu ao governo federal.
Adílson Barroso acusou Gustavo Bebianno de ser um petista infiltrado na campanha de Bolsonaro.
A evidência que aponta é o fato do ministro ter sido sócio do escritório de Sérgio Bermudes, no Rio de Janeiro, que defendeu judicialmente José Dirceu.
Ele diz que o ministro faz parte “dessa máfia”.
Adílson Barroso foi deputado estadual em São Paulo e fundou o partido que toca como se fosse um empreendimento familiar.
Como presidente da legenda, moveu uma ação o Supremo Tribunal Federal para rever a prisão a partir de condenação em segunda instância.
Recuou dois anos depois, quando Lula foi condenado e a ação do partido dele, se julgada, poderia evitar a prisão do ex-presidente.
Ao assinar a ação, nem sabia direito o que aconteceria. Foi convencido pelo advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay.
Só algumas organizações da sociedade civil é que podem mover esse tipo de ação, Direta de Constitucionalidade, e o Patriotas, na época chamado PEN, concordou.
Mas, diante da repercussão ou pressionado, Adílson Barroso pediu que não fosse concedida liminar. Só não desistiu totalmente porque a lei proíbe.
Esse episódio mostra que a ação que pode livrar Lula da cadeia não nasceu para atender seu caso específico, mas adiar o seu julgamento é que foi uma decisão política.
Barroso entrou nesse episódio pela janela, não pela porta.
O presidente do Patriotas sempre esteve à caça de oportunidades, e encontrou algumas.
Agora, quando Bebianno caiu em desgraça com Bolsonaro, poderá dizer:
“Está vendo, eu avisei”.
Para Bebianno, ter acusadores como o presidente do Patriotas soma ponto positivo para ele.
Mas será que é isso que ele busca?
Quer realçar suas diferenças em relação à turma primitiva que sempre fez parte da vida de Bolsonaro?
Neste momento, Bebianno tem dois caminhos: se tornar igual àqueles que o chamam de mentiroso e traidor ou adversário deles.
Com o diácono do baixo clero Adílson Barroso, ele tentou se contrapor e perdeu.
Quando a Justiça julgou improcedente seu processo por injúria, calúnia e difamação, ficou quieto, não recorreu.
.x.x.
Veja a entrevista em que Bebianno é acusado de ser traidor: