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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Feministas ‘evangélicas’ se unem para lutar pela legalização do aborto: ‘Nosso direito’

Legalizar o aborto é compreender que a vida precisa ser preservada. A legislação que temos hoje sobre o tema potencializa a morte. Ela não impede que aconteçam abortos e ainda mata mulheres. Queremos uma fé que dialogue“, afirma Camila Mantovani, de 24 anos, uma das feministas fundadoras da Frente Evangélica pela Legalização do Aborto. O movimento, que surgiu em São Paulo, tem recebido o apoio da grande mídia que busca reforçar o tema com o apoio de uma certa classe feminista que se autointitula “evangélica”.
De acordo com as informações da ativistas, Fundada em 2017, a Frente, partiu de mulheres que lutam pela legalização do aborto e, naquele ano, se depararam com argumentações de viés religioso contrárias a ADPF 442 (ação proposta pelo PSOL que pede a descriminalização do aborto até a 12ª semana gestação no STF). “Nos chamou a atenção posicionamentos que falavam em nome de todas as religiosas. Achamos aquilo absurdo e compreendemos a importância de nos organizarmos e mostrarmos que o campo religioso e, especificamente o evangélico, é muito diverso no país”, destaca.
Segundo a fundadora da Frente, elas trabalham por meio do diálogo com as igrejas evangélicas sobre a importância de mudança na legislação como forma de garantir a vida. Camila explica que elas abordam assuntos como justiça reprodutiva, violência de gênero e direitos humanos. “Fazemos isso com base na nossa fé em Jesus Cristo. Compreendemos que ninguém avança em garantia de direitos nesse país se a disputa de consciência não for travada no campo religioso“, diz.

Ameaças

Camila relata que defender o tema da legalização do aborto é um risco para mulheres evangélicas, e que precisa ser acompanhada pela Comissão de Direitos Humanos por conta das ameaças sofridas. De acordo com a jovem, muitas militantes da causa já receberam mensagens de ódio na internet, ameaças de morte e foram seguidas até suas casas.

“Nosso debate é sobre dignidade, ninguém pode decidir por nós” — Foto: Arquivo pessoal/Camila Mantovini
Os homens que detém o poder político hoje, dentro das igrejas ou fora dela, essas mãos que seguram a bíblia e legislam no congresso em nome de Deus, representam os que historicamente roubam nossos direitos e nossa dignidade. Mas ninguém pode ter o monopólio sobre o evangelho ou sobre Deus. É por isso que insistimos em ser igreja. Porque ninguém vai falar por nós“, finaliza.
Se o senado fosse composto majoritariamente por mulheres, o aborto já tinha sido legalizado. A mulher quer e deve decidir sobre o seu corpo, mas o machismo enraizado cria limitações”, diz uma das ativistas.
Larissa Santos, de 20 anos, acredita que as pessoas não devem olhar o tema apenas pelo olhar religioso, mas também pensando no bem coletivo. Para ela, a criação da Frente Evangélica pela Legalização do Aborto é muito importante para união e defesa dos direitos femininos. “Na minha Assembleia, esse pensamento não é bem aceito porque as pessoas são muito conservadoras. A legalização para eles é como o fim do mundo“, relata outra militante.
Muitas pessoas podem achar que é uma contradição eu ser cristã e a favor da legalização do aborto, mas eu vejo por outro lado. Se na Bíblia está escrito que só Deus pode tirar e dar a vida às pessoas, lá também diz que temos livre arbítrio. Além disso, o Estado é laico, então a religião não deve interferir em decisões que são para todos“, dispara ainda a jovem abortista. JMnoticia
“Vejo uma criança como uma benção quando se tem estrutura familiar, vontade de ser mãe e estabilidade financeira” — Foto: Arquivo pessoal/Thamires Moreira

Ouça os áudios da conversa entre Jair Bolsonaro e Gustavo Bebianno

Como anteciparam Augusto Nunes e Felipe Moura Brasil, os áudios –reproduzidos abaixo – das conversas entre Jair Bolsonaro e Gustavo Bebianno, então secretário-geral da Presidência, comprovam que eles conversaram três vezes na terça-feira passada, 12 de fevereiro, ao contrário do que faz parecer o tuíte de quarta-feira, 13, do filho Carlos Bolsonaro, compartilhado pelo presidente, quando o vereador acusou Bebianno de dizer uma “mentira absoluta” ao relatar o ocorrido ao jornal O Globo.
No primeiro diálogo, trataram da reunião entre Bebianno e Paulo Tonet Camargo, vice-presidente de relações institucionais do Grupo Globo.
“Eu não quero ele aí dentro”, afirmou Bolsonaro. “Qual a mensagem que vai dar para outras emissoras? Que nós estamos nos aproximando da Globo (…) Você está trazendo o maior cara que me ferrou antes, durante e agora após a campanha para dentro de casa. Me desculpa: como presidente da República: cancela. Não quero esse cara aí dentro e ponto final”.
No segundo áudio, Bolsonaro mostrou-se incomodado com a ida de Bebianno e dos ministros Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) à Amazônia, onde discutiriam com líderes locais a construção de uma ponte sobre o Rio Amazonas, uma hidrelétrica e a extensão da BR-163 até a fronteira com o Suriname.
“Gustavo, uma pergunta, ‘Jair Bolsonaro decidiu enviar para a Amazônia?’”, irrita-se o presidente. “Não tô entendendo. Quem tá patrocinando essa ida para a Amazônia?”
 No último diálogo do dia, Bolsonaro determina: “Ô Bebiano, essa missão não vai ser realizada. Eu não quero que vocês viajem, por quê? Vocês criam a expectativa de uma obra, aí vai ficar o povo todo me cobrando. Isso pode ser feito quando nós acharmos que vai ter recurso, que vai ser aprovado etc. Então essa viagem não se realizará, tá ok?”
Na tentativa de corroborar sua acusação de “mentira absoluta” de Bebianno sobre a conversa com seu pai, Carlos Bolsonaro também divulgou na quarta-feira o trecho de um áudio em que o presidente diz a Bebianno que “está complicado conversar ainda”.
Ainda na quarta-feira, Bebianno enviou a Bolsonaro uma mensagem em que se queixava do comportamento de Carlos.
“Capitão, está difícil para mim”, escreveu Bebianno. “Não vou ser taxado de mentiroso por ninguém. Não sou mentiroso, não sou desonesto. Isso não está certo! O Carlos não pode mais seguir ofendendo as pessoas, agredindo, xingando, transformando seu aliados e amigos em opositores. Isso precisa parar. Isso vai comprometer o seu governo.”
Confrontado, o pai insistiu em defender o filho.
“Você não falou comigo nenhuma vez no dia de ontem”, respondeu Bolsonaro em outra mensagem de áudio. “Ele esteve comigo 24 horas por dia, então ele não está mentindo nada nem tá perseguindo ninguém”.
Bebianno ainda tentou argumentar. “Capitão, há várias formas de se falar”, rebateu. “Nós trocamos mensagens ontem três vezes ao longo do dia, capitão. Falamos da questão do institucional do Globo, falamos da questão da viagem. Falamos por escrito, capitão. E qual a relevância disso? As coisas precisam ser analisadas de outra forma, tira isso do lado pessoal. Ele não pode atacar um ministro dessa forma. Nem a mim nem a ninguém. Isso está errado.”
Bolsonaro tomou novamente o partido do filho.
“Gustavo, usar que usou do WhatsApp para falar três vezes comigo, aí é demais da tua parte. Aí é demais e eu não vou mais responder a você”, disse.
“Outra coisa: eu sei que você manda lá no Antagonista. A nota foi pregada lá. Dias antes, você pregou uma nota, que tentou falar comigo e não conseguiu no domingo. E eu sabia qual era a intenção. Era exatamente dizer que conversou comigo e tá tudo muito bem. Então, faz favor, ou você restabelece a verdade ou não tem conversa a partir daqui pra frente.”
As notas do site O Antagonista, porém, apenas repercutiam e destacavam a notícia do Globo, sobre ambos terem se falado três vezes na terça, e uma notícia da Folha, sobre a tentativa de ligação no domingo anterior.
Bebianno tentou explicar, mas Bolsonaro, inflamado pelo filho, não estava disposto a ouvi-lo. JP News

Judeus ultraortodoxos levam capoeira para Jerusalém

A capoeira recebeu o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. Só que a novidade agora é que está fazendo o maior sucesso na Terra Santa.


Dois irmãos israelenses foram para o Brasil, conheceram a capoeira e ficaram encantados. Eles aprenderam com mestres brasileiros, e decidiram que ela tinha tudo a ver com os judeus ultraortodoxos, os que passam o dia rezando e estudando a bíblia judaica.

Eles precisaram pedir o ok para o rabino para ter certeza de que a capoeira não ia contra a religião. E tudo certo, não vai. A moda está pegando.

Será que eles erraram de cenário? A capoeira saiu do Brasil e veio parar na Cidade Santa? No gramado, as acrobacias saem perfeitas, mas as pedras milenares de Jerusalém não ajudam e Miki desiste: “Não foi boa ideia esse lugar”, ele diz.
Quando saltam pelas ruas os judeus ultraortodoxos Miki e Yehuda Hayat mudam de nome.

Bom Dia Brasil: Como é que é o apelido do Miki?

Isaac Benasulim, professor de capoeira: Ele é Gafanhoto e o Yehuda é Grilo. Porque o gafanhoto pula para caramba. Aí veio o irmão dele. Então é grilo, o grilo pula mais ainda que ele.

É sexta-feira, e a Cidade Velha de Jerusalém está cheia e o pessoal de uma produtora veio gravar o videoclipe da dupla. Homens de chapéu preto pelas ruazinhas, normalmente, vão a caminho do Muro das Lamentações. Mas os irmãos que pulam não vieram rezar. Eles querem convencer os homens e principalmente os jovens que leem a Torá, a bíblia judaica, em frente ao muro de que jogar não impede ninguém de rezar.

Vocês têm ideia de como é estranho capoeira na Terra Santa? Uma cidade sagrada para judeus, muçulmanos e católicos. E de repente essa dança, essa arte marcial que nasceu na África e passou pelo Brasil chega a um lugar onde todo mundo esperaria nada mais do que religião. E o mais interessante é que esses dois são superreligiosos.
“Não é comum ver os ortodoxos fazendo esse tipo de coisa”, diz a engenheira Nicole.

“É estranho sim, porque as pessoas não costumam ver caras como eu fazendo capoeira. E o meu projeto é justamente trazer a capoeira para cá”, diz Miki, o Gafanhoto.

“Eu não esperava ver uma coisa dessa aqui. Quando eu vi ele com o berimbau eu falei: 'Nossa!' Eu esperava qualquer outra coisa. Aí eu vi eles fazendo, a gente parou e até filmou”, diz um turista brasileiro.

É a 80 quilômetros de Jerusalém, nos arredores de Tel Aviv, em uma cidade onde a maioria dos moradores segue estritamente a religião judaica, em Bnei Brak, que Grilo e Gafanhoto estão fazendo o maior barulho.

Para abrir a primeira academia em um bairro ortodoxo de Israel, Miki teve que pedir permissão aos rabinos. E, incrivelmente,  já apareceram mais de 200 alunos.

"A capoeira era vista assim como uma coisa. Que que é isso: é uma dança, é uma seita, é religioso?  A gente até brincava que é uma seita que se rola... se rola de rir!", conta o jovem.

Mas agora Grilo e Gafanhoto são pura seriedade. Estão no camarim de uma das maiores casas de show de Jerusalém. Com um colega, eles se preparam para a primeira apresentação pública de uma espécie de coreografia de capoeira. Está todo mundo nervoso. É a primeira vez nos palcos, e tem 7 mil pessoas na plateia.

Em uma dança que é afro-brasileira, coreografada à moda israelense, e ao som de música eletrônica religiosa, com um belo empurrão do ídolo pop Yaakov Shwekey, Grilo e Gafanhoto dão os primeiros saltos para popularizar a capoeira entre aqueles que só pensavam em rezar. G1

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Diário Oficial é publicado sem exoneração de Bebianno

O Diário Oficial da União desta segunda-feira (18) não traz a exoneração do ministro de Secretaria de Governo, Gustavo Bebianno. Sua demissão havia sido anunciada na sexta-feira. Com isso, o governista segue oficialmente como ministro de Jair Bolsonaro.
Segundo informações do governo, a demissão do ministro já foi assinada pelo presidente, mas deve ser publicada no Diário Oficial da União (DOU). É possível a emissão de uma edição extra ainda nesta segunda.
Antes da demissão, Bolsonaro se reuniu com o Bebianno e, de acordo com o jornal O Globo, chegou a oferecer uma diretoria em Itaipu. Ele recusou. pleno.news

Caio Fábio afirma que Boechat está no céu com Cristo: ‘Eu estou indo encontrá-lo’

Caio Fábio afirmou, após uma pergunta de um internauta, que o jornalista Ricardo Boechat, morto após uma tragédia aérea, com certeza está junto de Cristo no céu, mesmo se dizendo ateu. Para Fábio, o jornalista era sim um digno do Reino dos Céus: “esse cara passou a vida fazendo a confissão do Evangelho que muitos de vocês nunca sonharam em fazer.
Boechat morreu em um trágico acidente na segunda-feira (11) enquanto ia para o trabalho, e seu helicóptero caiu e pegou fogo. No Acidente morreram o jornalista e o piloto da aeronave.
O líder do Caminho da Graça diz ao internauta que ele não tem culpa de não entender o porquê de um ateu como Boechat encontrar com Cristo após a morte, mas isso se deve ao fato de que “esse negócio de ateísmo é uma coisa ideológica, isso não tem nada a ver com Deus, é uma coisa que tem a ver com ideologia, entendeu?“, explica Caio.
Para validar sua afirmação, Caio Fábio cita o capítulo 25 do Evangelho de Mateus: “Tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim” e diz que Ricardo Boechat viveu essa verdade bíblica.
Boechat chega no céu e Jesus diz ‘vem Boechat, bendito de meu Pai! tome posse do Reino que para ti está preparado desde antes da fundação do mundo“, afirmou Caio Fabio
Ao final, dispara: “Eu estou indo encontrar meu amigo Boechat lá no céu. Se você quiser vir junto, chegue.
Caio Fabio era amigo de infância de Boechat e diz que sempre manteve contato próximo a ele.
Ateu
A esposa de Ricardo Boechat, deu uma coletiva de imprensa para falar sobre a morte do marido. Na entrevista ela afirmou que o marido era ateu na noite do mesmo dia do acidente nesta segunda (11).
”Meu marido era o ateu que mais praticava o mandamento mais importante de todos, que era o amor ao próximo. Ele sempre se preocupou com todo mundo, sempre teve coragem. E é muito difícil fazer o que ele sempre tentou fazer. Então, com erros e acertos como qualquer pessoa, tenho muito orgulho dele”, declarou. JMnoticia
Assista: 

Igreja terá que indenizar vizinha em R$ 2 mil após excesso de barulho, determina justiça

Embora seja livre o exercício de cultos religiosos, a prática não pode afetar o sossego do indivíduo em seu lar, que é direito garantido pela Constituição. Foi essa a decisão da 35ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, que condenou uma igreja a indenizar em R$ 2 mil uma vizinha por conta dos sons altos provocados por instrumentos musicais durante os cultos.
No caso, uma moradora que vivia perto do Ministério Nacional de Igreja em Células em Itapevi (SP) reclamou que os sons produzidos pela Igreja superavam os 61 decibéis, nível considerado tolerável pelos especialistas da saúde. A igreja, por sua vez, argumentou que os cultos ocorriam apenas uma vez por semana, aos domingos, das 18h às 21h, que após ter sido notificada extrajudicialmente, tomou medidas como o fechamento de portas para solucionar o problema do barulho e que a reclamante buscou, com a ação, o enriquecimento ilícito e a interrupção das práticas da igreja por motivos de intolerância religiosa.
De acordo com o relator do processo, desembargador Sergio Alfieri, os ruídos constatados na medição feita pela prefeitura de Itapevi efetivamente ultrapassaram os limites estabelecidos pela legislação municipal e a decisão de primeira instância, condenando a igreja, deveria ser mantida.
Apesar disso, o magistrado não aceitou o pedido da moradora de elevar o valor da indenização de R$ 2 mil para algo entre R$ 6 mil e R$ 12 mil. “Com efeito, cotejando a extensão do dano experimentado pela autora e o grau de culpa da ré, que tem razão quando sustenta que não insistiu na conduta culposa pelo tempo alegado pela autora em sua petição inicial […], verifica-se que o valor da indenização fixado pelo meritíssimo juiz a quo está em consonância com os princípios da proporcionalidade e razoabilidade”, destacou.
Com informações Conjur

"Ameaças" Bebianno poderá recorrer a ação judicial

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno, confirmou hoje pela manhã ao UOL que recebeu ameaças depois de ter seu número de celular divulgado por diversas pessoas, que já teriam sido identificadas por ele. O relato sobre as ameaças foi antecipado pela colunista Mônica Bergamo, do jornal "Folha de S.Paulo".
Pelo WhatsApp, Bebianno afirmou que cada uma dessas pessoas será "surpreendida com uma ação judicial". Uol