Nesta terça-feira (14), a 6ª Turma do Superior Tribunal de
Justiça (STJ) votou um habeas corpus do ex-presidente Michel Temer e,
por quatro votos a zero, decidiu liberar o político da prisão. A decisão
também é favorável a João Baptista Lima Filho, o coronel Lima.
Votaram a favor de Temer os ministros Antônio Saldanha, Laurita Vaz, Nefi Cordeiro e Rogério Schietti.
No votos, os magistrados determinaram ainda que o ex-presidente e o
coronel Lima ficarão proibidos de manter contato com outros
investigados, de mudar de endereço ou sair do país sem autorização da
Justiça. Eles ainda deverão entregar seus passaportes e terão os bens
bloqueados.
Michel Temer voltou a ser preso após os desembargadores da 1ª Turma
do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) decidirem, por dois
votos a um, revogar um habeas corpus a favor do ex-presidente e também
do coronel Lima. Na decisão, os magistrados afirmaram que a prisão era
necessária “para garantia da ordem pública”.
O ex-presidente é acusado de ser o chefe de uma uma organização
criminosa que teria recebido R$ 1,091 milhão em propina. O valor teria
vindo de obras da usina nuclear de Angra 3. Temer foi denunciado pelos
crimes de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e organização
criminosa. pleno.news
Pessoas surdas que quiserem fazer o
Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2019 têm à disposição conteúdos
exclusivos em Língua Brasileira de Sinais (Libras).
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio
Teixeira (Inep) publicou uma versão do edital em Libras em seu canal no
YouTube. Na próxima semana, será publicado um passo a passo das
inscrições, especialmente para a comunidade surda.
O Inep veiculará uma campanha de comunicação em Libras em suas redes
sociais. Os vídeos vão destacar as principais informações e datas do
exame, que será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro. Gravada pela
Comissão de Libras do Enem, a campanha será veiculada durante todo o
ano.
As ações fazem parte do Enem em Libras, uma iniciativa da Política de
Acessibilidade e Inclusão do Inep direcionada à comunidade surda que
tem a Língua Brasileira de Sinais como primeira língua.
Conquistas – O atendimento às diferentes
necessidades dos participantes surdos, deficientes auditivos e
surdocegos é uma preocupação do Inep ao longo da história do Enem.
Recursos de acessibilidade, como tradutores e intérpretes de Libras, são
oferecidos desde o ano 2000. Em 2015, o Inep começou a divulgar uma
versão do edital e orientações aos participantes em Língua Brasileira de
Sinais. A partir de 2017, passou a oferecer a videoprova em Libras e
levou o tema Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
para a redação, promovendo o debate sobre o assunto. Pela primeira vez
foi feita uma campanha para as redes sociais.
No ano de 2018 o Inep lançou o selo Enem em Libras, que identifica
todo o conteúdo disponível em Língua Brasileira de Sinais, e publicou a
primeira versão da Cartilha do Participante – Redação no Enem. No mesmo
ano, foi lançada a Plataforma Videoprova em Libras, na qual o instituto
publica os vídeos com os enunciados e as opções de respostas da
videoprova, permitindo que os participantes surdos estudem no mesmo
formato acessível em que elas são aplicadas. A funcionalidade,
disponível para as provas de 2017 e 2018, permite assistir ao vídeo das
questões e conferir o gabarito, se o participante desejar.
Na edição deste ano, pela primeira vez, participantes surdos,
deficientes auditivos e surdocegos poderão indicar, durante a inscrição,
o uso do aparelho auditivo ou de implante coclear.
Enem em Libras – Iniciativa da Política de
Acessibilidade e Inclusão do Inep, o Enem em Libras é direcionado à
comunidade surda que tem a Língua Brasileira de Sinais como primeira
língua, e garante editais, videoprovas, cartilhas do participante e
campanhas de comunicação do exame em Libras, tornando o Enem mais
acessível. portal.mec.gov.br
Rio de Janeiro — Um homem de 50 anos foi morto com pelo menos um tiro
após uma discussão no trânsito, em Jacarepaguá (zona oeste do Rio de Janeiro), na noite de sábado (11).
Marcio Fernandes Carpintier, sua mulher e as filhas de 4 e 16 anos
haviam saído de um shopping na Barra da Tijuca, na mesma região, e
seguiam de carro para um restaurante na Freguesia, região de
Jacarepaguá, onde jantariam.
Quando trafegavam pela Avenida Tenente Muniz de Aragão, na Gardênia
Azul (outra região de Jacarepaguá), Carpintier se desentendeu com um
motociclista. Ele teria abaixado o vidro e xingado o rapaz.
O motociclista perseguiu o carro de Carpintier e atirou ao menos uma vez
em direção ao veículo. O tiro atravessou o carro e atingiu a nuca do
motorista, que perdeu o controle.
O veículo subiu na calçada e só parou ao bater contra um portão. O
motorista morreu na hora. Seus familiares não se feriram. O motociclista
fugiu e não havia sido identificado até a tarde deste domingo (12). Exame
O meio evangélico vive um momento sombrio com repetidos casos de
suicídio entre fiéis, em especial lideranças, que sucumbem às pressões
do cotidiano, depressão e outras aflições. O caso mais recente envolve
uma pastora que se atirou de um viaduto no Rio de Janeiro.
Identificada como Maria Helena, a mulher que se suicidou seria
pastora de uma Assembleia de Deus. O caso foi registrado na quarta-feira
da semana passada, 08 de maio, na ponte Madureira, próxima à rodoviária
Novo Rio.
Nas redes sociais, pessoas que presenciaram o momento filmaram o
suicídio da pastora e compartilharam o vídeo nas redes sociais. De
acordo com informações do portal Pleno News,
uma missionária da denominação revelou que antes de se jogar do
viaduto, as pessoas que passavam no local tentaram convencer Maria
Helena a não se jogar.
“Quando identificada por alguns conhecidos, muitas tentativas foram
feitas para que Maria Helena desistisse de tirar sua própria vida. Um
cordão humano de oração começou ser feito para sensibilizar a
missionária e fazê-la desistir. Mas não teve jeito, assim que ela
percebeu que alguém viria para resgatá-la, ela se jogou”, declarou a
missionária Edna Alves.
Os relatos são de que a pastora sofria de depressão
e vivia em Vila Kennedy, zona oeste da capital fluminense. “Depressão é
algo muito grave e não escolhe classe social, crença, se a pessoa é
bonita ou feia… Precisamos levar com mais seriedade e ajudar de verdade
quem precisa e não achar que isso é frescura ou besteira!”, escreveu
Rita Santos em uma publicação sobre o episódio em uma página no
Facebook.
Atendendo convocação da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis – Cobrapol, o SINPOL-TO convocou os Policiais Civis em todas as cidades do Tocantins a paralisarem suas atividades nesta segunda-feira, das 13h às 18h, em manifestação contra a Reforma da Previdência e a favor da Aposentadoria Policial.
O Sindicato dos Policiais Civis do
Tocantins, SINPOL-TO, já promoveu ações no Aeroporto de Palmas no
intuito de sensibilizar deputados federais e senadores a não apoiarem o
novo texto da Reforma que traz prejuízos a Categoria. Além disso, uma
caravana de policiais sairá para Brasília no próximo dia 21, para
mobilização junto ao Congresso, esperasse mais de 5.000 Policiais, entre
Civis, Federais e Rodoviários Federais.
Segundo o sindicato, todas as unidades
do estado estarão aderindo ao movimento nacional, em Palmas a
concentração ocorrerá em frente a Central de Flagrantes do 1°DP na
Teotônio Segurado, e contará com a presença de Policiais Federais e
Rodoviários Federais. jmnoticia
FOZ DO IGUAÇU — Horas após a ministra
Rosa Weber
, do Supremo Tribunal Federal (STF),
dar prazo de cinco dias para o governo apresentar mais explicações
sobre o
decreto
que flexibiliza o porte e a posse de
armas
, o presidente Jair Bolsonaro disse que, "se for
inconstitucional
, (o decreto) tem que deixar de existir".
— Teremos um bom embate no tocante a isso (decreto das armas), pode ter
certeza. Não estamos fazendo nada mais do que o povo quis em 2005. E
estamos dentro do limite da lei. Se for inconstitucional, tem que deixar
de existir. Quem vai dar a palavra final é o plenário da Câmara ou a
justiça — disse Bolsonaro, em entrevista após cerimônia de lançamento da
pedra fundamental da construção da segunda ponte entre Brasil e
Paraguai.
oglobo
Filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o vereador
Carlos Bolsonaro (PSC) está zerado na proposição de projetos de lei na
Câmara Municipal do Rio de Janeiro desde que o pai assumiu o mais alto
posto político do país.
De acordo com pesquisa no site da Câmara carioca, o responsável
informal pela conta do presidente no Twitter e pivô de diversas crises
do governo federal não fez, desde o início de 2019, nenhum
pronunciamento em plenário e também não apresentou nenhum projeto de
lei.
No Twitter, só neste ano Carlos já postou 636 vezes, contando
tuítes próprios e compartilhamentos (mas sem contar respostas a seus
seguidores).
Na Câmara do Rio, sua atuação mais relevante até o momento se dá
no campo das indicações — quando o parlamentar envia um ofício à
prefeitura pedindo que alguma ação seja feita pelo executivo.
Carlos usou o expediente sete vezes. Em três ocasiões pediu
melhorias na rua Marechal Serejo, onde há uma unidade hospitalar da
Marinha. BuzzFeed Brasil.