Translate

Compartilhe

https://www.facebook.com/deltan.dallagnol/videos/1384339188276453/

search este blog

  • Saiu!

    Novo Single: História de Amor

  • Entrevista com Wallas Silva

    "Lutador de Muay Thai""

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Gilmar Mendes ataca Moro e prepara terreno para soltar Lula

Gilmar Mendes afirma não ser contra o combate à corrupção, mas sim contra o que ele chamou de “modelo de Curitiba”.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, partiu para o ataque contra o ministro da Justiça, Sergio Moro, e o procurador da República, Deltan Dallagnol, com base nas reportagens do site The Intercept.

Em entrevista à revista Época, publicada nesta quinta-feira (13), Gilmar declarou:
“O chefe da Lava Jato não era ninguém mais, ninguém menos do que Moro. O Dallagnol, está provado, é um bobinho. É um bobinho. Quem operava a Lava-Jato era o Moro.”
O ministro do STF entende que as supostas conversas vão interferir na condenação do ex-presidente Lula da Silva (PT):
“Eu acho, por exemplo, que, na condenação do Lula, eles anularam a condenação.”
Gilmar viu até a prática de um crime nas conversas vazadas pelo The Intercept:
“Um diz que, para levar uma pessoa para depor, eles iriam simular uma denúncia anônima. Aí o Moro diz: ‘Formaliza isso’. Isso é crime […] Simular uma denúncia não é só uma falta ética, isso é crime.” Renovamidia

Greve deve atingir bancários, professores e transportes

Mais uma categoria decidiu que irá aderir à greve geral marcada para esta sexta-feira (14), a dos bancários. A paralisação é contra a reforma da Previdência e já conta com o apoio de metroviários, ferroviários, professores e motoristas de ônibus. A informação foi dada pela revista Veja.

A decisão ocorre após uma reunião de trabalhadores na noite de terça-feira (11). Bancários de cidades de São Paulo e também da cidade do Rio de Janeiro decidiram que irão se unir aos grevistas.

A paralisação também deve atingir setores privados. Em São Paulo, professores de 33 particulares decidiram se unir.

No entanto, algumas empresas conseguiram liminares contra a greve geral. É o caso do Metrô de São Paulo e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), que conseguiram decisões para manter o funcionamento da operação em horários de pico. pleno.news

Neymar irá depor nesta quinta com segurança reforçada

O jogador Neymar deve prestar depoimento na tarde desta quinta-feira (13) na 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo. Para isso, a Polícia Civil da cidade prepara um esquema de segurança especial.

O atacante é acusado de agressão e estupro pela modelo Najila Trindade. Ela alega que o abuso teria ocorrido quando visitava Neymar em Paris, na França.

Advogados do jogador visitaram, nos últimos dias, a delegacia para verificarem as condições do prédio e como proceder com as questões de segurança. Atualmente, Neymar tem usado muletas já que sofreu uma contusão no jogo da Seleção Brasileira contra Honduras na semana passada. O depoimento do jogador será dado para a delegada Juliana Bussacos.

A previsão é que Neymar chegue em um helicóptero e desembarque em algum ponto da Zona Sul paulista. De lá, ele deve seguir de carro até a 6ª DDM. A rua da delegacia será bloqueada para o trânsito e grades serão instaladas para evitar a entrada de curiosos, segundo informações do portal G1.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

PF abre inquéritos para apurar conversas vazadas de Moro

Após o vazamento de conversas do ministro da Justiça, Sergio Moro, com procuradores da Lava Jato, a Polícia Federal (PF) decidiu instaurar quatro inquéritos para apurar o caso. A informação foi dada pelo portal G1.

Neste domingo (9), o The Intercept publicou conversas vazadas entre o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e o procurador Deltan Dallagnol, a Lava Jato. Na época, Moro era o juiz responsável pelos casos da operação. Nas conversas, eles tratam diversos casos, entre eles o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com o veículo, os investigadores suspeitam de uma invasão planejada de hackers aos celulares de Moro e de procuradores do Ministério Público Federal (MPF).

As investigações acontecem em Curitiba, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo. Além disso, a Procuradoria-Geral da República (PGR) também abriu um procedimento para seguir o trabalho da PF. pleno.news

Senado quer retorno da coligação proporcional

O retorno das coligações proporcionais voltou a ser tema no Senado nos últimas. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), afirmou que montará um grupo de trabalho para construir um projeto de reforma política no segundo semestre de 2019, para discutir o retorno da coligação proporcional entre partidos para cargos legislativos.

Vale ressaltar que em 2017, o Congresso Nacional aprovou o fim da coligação proporcional para 2020, quando ocorrerão eleições municipais. Já o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou ser contra a pauta.

— Nós fizemos uma grande reforma política, que quase ninguém viu: o fim de coligação (proporcional). Tenho medo de a gente retomar um debate. A reforma que aprovamos vai reduzir o número de partidos”, disse Maia.

Senador Ângelo Coronel comenta
— A próxima eleição, de 2020, em que deve vigorar a vedação, nos revela que os partidos não estão prontos para uma mudança dessa radicalidade em pleitos municipais, em que um grande número de partidos seria gravemente afetado nas suas representações locais. É nítido que a mudança apenas fortalece os grandes partidos — argumentou o senador baiano, Ângelo Coronel (PSD-BA). JM

terça-feira, 11 de junho de 2019

Greenwald ameaça Moro com divulgação de outras mensagens hackeadas

 
“O tamanho do arquivo que temos é maior do que o arquivo que recebemos do Snowden. E, até aquele ponto, era o maior vazamento da história do jornalismo”, disse o editor-chefe do The Intercept.

O jornalista norte-americano Glenn Greenwald, um dos responsáveis pela série de reportagens do site The Intercept, disse que ainda possui um grande volume de dados não publicados que reforçariam a atuação indevida do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, para influenciar as ações da Lava Jato.

Em entrevista concedida nesta segunda-feira (10) ao site UOL, Greenwald declarou:
“Temos mais materiais envolvendo o papel do Moro na Lava Jato, mostrando que ele é um chefe da força-tarefa, que criou estratégias para botar Lula e outras pessoas na prisão, e atuou quase como um procurador, não como juiz.”
O jornalista, que também é um dos fundadores do The Intercept, destacou a ampla gama de arquivos que recebeu de uma fonte anônima:
“O tamanho do arquivo que temos é maior do que o arquivo que recebemos do Snowden. E, até aquele ponto, era o maior vazamento da história do jornalismo.

Eu acho que as consequências pelo menos para o Brasil serão iguais ou maiores que as consequências do Snowden. [A Lava Jato] é um processo que durou cinco anos, botou muitas pessoas e dois ex-presidentes na prisão. Que tirou a pessoa que estava liderando a corrida presidencial em 2018 [o ex-presidente Lula], deixando alguém como [Jair] Bolsonaro ganhar. Para mim, qualquer material que mostra que tinham comportamentos e ações antiéticas e corruptas nesse processo é enorme.”
Questionado sobre o convite de Bolsonaro para Moro integrar o seu governo, Greenwald completou:
“Temos conversas que ainda não reportamos sobre o Moro estar pensando na possibilidade de aceitar uma oferta do Bolsonaro, caso ele ganhasse. Isso foi antes da eleição, acho que depois do primeiro turno.

E tem pessoas dentro da força-tarefa da Lava Jato, outros procuradores, falando que isso iria destruir a reputação da Lava Jato, porque iria criar uma percepção de que o tempo todo não foi uma apuração contra a corrupção, nem uma apuração do Judiciário. Mas uma apuração política para impedir a esquerda e empoderar a direita.

E o fato de que o mesmo juiz que condenou o principal adversário do Bolsonaro e depois receber essa oferta para ser muito poderoso já foi muito estranho para o mundo. Mas o fato de que ele fez isso usando um comportamento proibido é ainda pior.” renovamidia

segunda-feira, 10 de junho de 2019

OAB recomenda, por unanimidade, afastamento de Moro e Deltan

O Conselho Federal e o Colégio de Presidentes Seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) aprovaram nesta segunda-feira, 10, por unanimidade, a recomendação para o afastamento dos cargos públicos de todos os envolvidos no caso dos diálogos entre integrantes da Lava Jato divulgados pelo site The Intercept

A nota pública aprovada não cita nominalmente o ministro da Justiça, Sérgio Moro, nem o procurador da República Deltan Dallagnol, cujas conversas foram divulgadas. Na nota, a OAB manifesta “preocupação” e “perplexidade” tanto com o conteúdo dos diálogos quanto com a possibilidade de as autoridades terem sido “hackeadas”. Para a entidade, esses fatos trazem “grave risco à segurança institucional” e “ameaçam os alicerces do Estado Democrático de Direito”. 

A OAB decidiu ainda que “não se furtará em tomar todas as medidas cabíveis para o regular esclarecimento dos fatos, especialmente junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), Procuradoria-Geral da República (PGR), Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e Conselho Nacional de Justiça (CNJ)” para garantir que os fatos sejam esclarecidos.  

“Não se pode desconsiderar a gravidade dos fatos, o que demanda investigação plena, imparcial e isenta, na medida em que estes envolvem membros do Ministério Público Federal, ex-membro do Poder Judiciário e a possível relação de promiscuidade na condução de ações penais no âmbito da Operação Lava Jato. Este quadro recomenda que os envolvidos peçam afastamento dos cargos públicos que ocupam, especialmente para que as investigações corram sem qualquer suspeita”, diz a nota. 

Leia a nota na íntegra:

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Colégio de Presidentes de Seccionais, por deliberação unânime, manifestam perplexidade e preocupação com os fatos recentemente noticiados pela mídia, envolvendo procuradores da república e um ex-magistrado, tanto pelo fato de autoridades públicas supostamente terem sido “hackeadas”, com grave risco à segurança institucional, quanto pelo conteúdo das conversas veiculadas, que ameaçam caros alicerces do Estado Democrático de Direito.
 
É preciso, antes de tudo, prudência. A íntegra dos documentos deve ser analisada para que, somente após o devido processo legal – com todo o plexo de direitos fundamentais que lhe é inerente –, seja formado juízo definitivo de valor.
 
Não se pode desconsiderar, contudo, a gravidade dos fatos, o que demanda investigação plena, imparcial e isenta, na medida em que estes envolvem membros do Ministério Público Federal, ex-membro do Poder Judiciário e a possível relação de promiscuidade na condução de ações penais no âmbito da operação lava-jato. Este quadro recomenda que os envolvidos peçam afastamento dos cargos públicos que ocupam, especialmente para que as investigações corram sem qualquer suspeita.
 
A independência e imparcialidade do Poder Judiciário sempre foram valores defendidos e perseguidos por esta instituição, que, de igual modo, zela pela liberdade de imprensa e sua prerrogativa Constitucional de sigilo da fonte, tudo como forma de garantir a solidez dos pilares democráticos da República.
 
A Ordem dos Advogados do Brasil, que tem em seu histórico a defesa da Constituição, da ordem jurídica do Estado Democrático e do regular funcionamento das instituições, não se furtará em tomar todas as medidas cabíveis para o regular esclarecimento dos fatos, especialmente junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), Procuradoria-Geral da República (PGR), Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e Conselho Nacional de Justiça (CNJ), reafirmando, por fim, sua confiança nas instituições públicas. Estadão