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segunda-feira, 25 de junho de 2018

Crianças são sacrificadas em ritual satânico em RS

A Polícia Civil afirmou  que as duas crianças de 8 e 12 anos assassinadas em um suposto ritual de magia negra no Rio Grande do Sul foram embriagadas e mortas a facadas.
Ao todo sete pessoas tiveram prisão decretada por envolvimento com o crime. Os assassinatos começaram a ser investigados em setembro do ano passado, quando os corpos esquartejados das duas crianças foram encontrados perto de uma estrada em Novo Hamburgo, região do Vale dos Sinos – a 50 quilômetros de Porto Alegre.
A polícia começou a investigar o caso e, em dezembro, prendeu quatro pessoas: um suspeito de ter participado dos homicídios das crianças, um homem acusado de ser o líder de uma suposta seita satânica e dois homens que teriam encomendado um ritual à suposta seita para terem sucesso no mercado imobiliário.
Outros três suspeitos estão foragidos. Uma testemunha considerada chave pela polícia disse que as crianças – um menino de 8 anos e uma menina de 12 anos – foram mortas nesse ritual. O suspeito de ser o líder da suposta seita, por sua vez, disse que nunca se envolveu em sacrifícios humanos.
Os outros três presos também negam participação no crime. Segundo o delegado Moacir Fermino, da 2ª Delegacia de Homicídios de Novo Hamburgo, no sangue de uma das crianças foi encontrada uma alta dosagem alcoólica: 5,2 mg por litro de sangue.
Para se ter ideia, um adulto já é considerado alcoolizado pelo código de trânsito com 0,33 mg de álcool por litro de sangue. A principal testemunha do caso disse ter presenciado o ritual, que ocorreu em um suposto templo no interior da cidade de Gravataí, na região metropolitana de Porto Alegre.
Ela teria relatado que as crianças foram esfaqueadas na cerimônia. Segundo a polícia, as informações dadas por essa testemunha estavam de acordo com o laudo da perícia, que encontrou ferimentos de armas cortantes nos corpos, além da presença de álcool. Por causa de sua importância no caso, a testemunha deve ser incluída em um programa de proteção.
Os peritos descobriram ainda marcas no corpo da menina que indicam que ela, Uma das hipóteses da polícia é que as vítimas estavam desacordadas por causa do álcool no momento dos assassinatos. “Temos a capa que ele (suposto líder da seita) usava no ritual. Temos uma testemunha que conta como foi.
Ela disse que o bruxo falava uma língua estranha. Acreditamos que era aramaico”, afirmou o delegado Fermino. O policial afirmou também que investigará supostos indícios de que os suspeitos tenham consumido carne do corpo de uma das vítimas. Porém, ainda não é possível afirmar se o suposto canibalismo ocorreu ou não. “Foi um crime bárbaro, cruel”, afirmou o delegado. com informações gospelgeral
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