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sábado, 13 de outubro de 2018

PSTU declara voto em Haddad, mas diz que não dará apoio a eventual governo do PT

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Partido afirmou que tanto Haddad quanto Bolsonaro (PSL) vão atacar direitos dos trabalhadores. Mas ressaltou que candidato do PSL ameaça direitos de greve, de organização e de manifestação.
O PSTU divulgou uma nota em seu site na qual manifesta voto no candidato Fernando Haddad (PT) no segundo turno das eleições. O partido afirmou, no entanto, que não dará apoio político ao petista.
Para o PSTU, tanto Haddad quanto o rival, Jair Bolsonaro (PSL), vão atacar direitos dos trabalhadores e "favorecer os banqueiros e grandes empresários". 

A opção por Haddad, segundo o PSTU, é porque votar em Bolsonaro seria, na visão do partido, "dar vários tiros no nosso próprio pé, no pé de toda a classe trabalhadora".
De acordo com o PSTU, Bolsonaro "ameaça colocar os militares nas ruas e impor uma ditadura que impeça o trabalhador de lutar". 

"Não podemos facilitar para que Bolsonaro, uma vez no governo, tenha força para fazer tudo isso. Não tem sentido dar a ele e a seu vice a possibilidade de tirar nosso direito de organização, de greve, de manifestação e de expressão. Por isso, nenhum operário, nenhum trabalhador deve votar em Jair Bolsonaro. Por isso, mesmo sem dar nenhuma confiança ou apoio político ao PT devemos votar 13 (Haddad) no 2º turno", afirmou o PSTU na nota. 

O PSTU também disse que um eventual governo Bolsonaro representaria uma ameaça na busca de direitos. 

"O candidato do PSL disse que “vai acabar com todo ativismo” no Brasil. Sabem o que ele quer dizer com isso? Que os indígenas não vão poder reclamar as suas terras. Que os negros não vão poder lutar contra o racismo e a discriminação. Que as mulheres serão proibidas de lutar pelos seus direitos e por igualdade. Que os trabalhadores ficarão sem sindicatos e impedidos de lutar e fazer greve. Que o governo dele vai partir para uma repressão dura contra as lutas. Que os jagunços de latifundiários, assassinos como os que mataram Marielle e a própria PM, estão liberados para matar". Informações G1
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