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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

"Querem que Lula morra na cadeia", diz Lindbergh após nova condenação

O ex-senador Lindbergh Farias (PT-RJ) usou o Twitter nesta quarta-feira (6) para se manifestar sobre a condenação do ex-presidente Lula no caso do sítio de Atibaia, anunciada hoje. "Querem que o Lula morra na cadeia. Ele é muito perigoso porque representa e fala no coração do povo pobre desse país. O mundo inteiro sabe que Lula é um preso político", escreveu.

Em outro trecho da mensagem, Lindbergh criticou o que chamou de "justiça partidarizada". "Lula já estava condenado antecipadamente. Alguém tinha alguma dúvida que o desfecho era esse?", completou.

A juíza Gabriela Hardt, da Justiça Federal de Curitiba, condenou o ex-presidente a 12 anos e 11 meses de prisão no processo da Operação Lava Jato sobre obras realizadas por empreiteiras em um sítio de Atibaia (SP). Lula foi punido pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A presidente nacional do PT e deputada federal Gleisi Hoffmann (PR) também usou a rede social para se manifestar e disse que "a perseguição a Lula não para". "Uma segunda condenação a jato foi proferida, exatamente quando cresce a possibilidade de Lula ser Nobel da Paz. Na memória do povo e na história, Lula será sempre maior do que seus carrascos", escreveu Gleisi.

A ex-presidente Dilma Rousseff afirmou que o petista "é vítima de uma nova condenação sem provas". "Se a condenação no 1º processo tinha por objetivo impedir a candidatura de Lula à Presidência, agora a intenção é retirá-lo definitivamente da vida política. Na prática, as duas condenações somadas tentam lhe impor uma prisão perpétua", escreveu Dilma.

Ela completou o posicionamento dizendo que "a injustiça das duas condenações não vencerá a resistência de Lula nem a daqueles que o apoiam".

Para o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores sem Teto, Guilherme Boulos, "a cada dia fica mais clara a parcialidade do Judiciário contra Lula", a quem ele chama de "preso político. Uol
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