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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Participação do ministro Sérgio Moro no 'Roda Viva' assunto mais comentado do momento (vídeo)

Nesta segunda-feira, 20, a IstoÉ acompanha o programa “Roda Viva”, da TV Cultura, com o ministro da Justiça e Segurança Publica, Sergio Moro. Esta edição marca a estreia da jornalista Vera Magalhães no comando da atração, exibida a partir das 22h.  A bancada de entrevistadores é formada pelo diretor de redação do jornal O Globo, Alan Gripp; pela diretora da sucursal de Brasília do Estadão, Andreza Matais; pelo diretor da sucursal de Brasília da Folha de São Paulo, Leandro Colon; pela repórter da revista Piauí, Malu Gaspar; e pelo diretor de jornalismo da Jovem Pan News, Felipe Moura Brasil.  Vamos atualizando aqui, as principais respostas do ministro durante a exibição do programa:  “Como juiz, tive decisões que prevaleceram e outras que foram alteradas. Faz parte do sistema judiciário. Como ministro, nem tudo o que se pretende se consegue. Mas, na minha opinião, foi um ano de vitórias para a Justiça no país. O que aparece mais é o trabalho junto ao Congresso, muitas vezes o trabalho executivo passa despercebido. Estamos melhorando vários setores: separação de líderes criminosos, controle de fronteiras. Nem tudo será aprovado no Congresso. Pontos importantes do pacote anticrime foram aprovados.”  Resposta à apresentadora Vera Magalhães sobre derrotas e vitórias.

“Esse é um episódio menor. Nunca entendi a importância daquilo. Foi usado politicamente. Para soltar prisioneiros condenados. Tenho a consciência tranquila do que fiz como juiz.”
Resposta à apresentadora Vera Magalhães sobre Vaza Jato

“Dá-se a esse áudio uma importância que ele não tem. Existe ali uma tentativa de obstrução da justiça naqueles áudios. Foi uma decisão fundamentada e tornei o áudio público. Não houve manipulação. Aqueles áudios revelavam uma tentativa de obstrução da justiça.

Resposta ao diretor da sucursal de Brasília da Folha de São Paulo, Leandro Colon, sobre o vazamento do áudio de conversa entre Lula e Dilma

“Havia uma percepção do presidente de que havia excesso de multas nas rodovias. Eu não contrario publicamente o presidente. Houve a decisão da Justiça e foram retomadas as multas.”

Resposta ao diretor de redação do jornal O Globo, Alan Gripp, sobre decisões contrárias ao seu entendimento no governo

“O episódio do Palocci é superdimensionado. O que ele falou em audiências públicas está no depoimento dele por escrito. No depoimento do Lula, teve toda uma mobilização. Correligionários ameaçavam violência. Aquilo galvanizou a atenção do país. É uma diferença de grau.”

Resposta à repórter da revista Piauí, Malu Gaspar, sobre a influência de vazamentos em eleições

“Defendi que essa era uma investigação prioritária. Quando o caso estava com a Polícia Civil do Rio, havia sido incluída uma testemunha fraudulenta. Demos o apoio, como trabalho da Polícia Federal, para que as investigações retomassem o rumo certo. Eu achava que era melhor levar a investigação da morte da Marielle Franco para a Justiça federal. Mas esse episódio levantou uma série de dúvidas. 

Quando falei isso, familiares da Marielle disseram que não deveria federalizar. Com medo de que o governo fizesse algo de errado com a investigação. Achei melhor sairmos do caso. O governo federal é o maior interessado em elucidar esse crime.”

Resposta à diretora da sucursal de Brasília do Estadão, Andreza Matais, sobre a investigação da morte da vereadora Marielle Franco

“São várias ações. Existe um controle mais próximo das fronteiras. E um trabalho nas capitais contra drogas e armas. Tivemos um recorde de apreensão de cocaína. Erradicamos plantações de maconha no Paraguai. Isso tudo acaba afetando o crime organizado. Acho muito importante a questão do simbolismo. Transferimos as lideranças do PCC para presídios federais, onde foram isoladas. Sem isso, a mensagem que fica é que o Estado não tem como combater esses criminosos. Criamos no final do ano passado um Centro de Operações e Fronteiras em Foz do Iguaçu. No mesmo teto PF PRF, polícias de outros países, forças armadas compartilham inteligência e dados.”
Resposta ao diretor de jornalismo da Jovem Pan News, Felipe Moura Brasil, sobre a fuga de integrantes do PCC de presídio do Paraguai e a segurança das fronteiras brasileiras

“Não é papel do ministro da justiça comentar tudo. Eu apenas achei um episódio bizarro. E o presidente tomou a decisão certa.”
Sobre o vídeo do ex-secretário de Cultura Roberto Alvim

“Tô dentro do ministério e oriento meus subordinados. Nas eleições, um grupo disse que iria controlar a imprensa e o judiciário. Por outro lado, o presidente está dando grande liberdade para a imprensa. Não vim aqui para falar do presidente. Ele tem sido criticado e às vezes reage.”
Resposta à apresentadora Vera Magalhães, sobre a violência do presidente contra repórteres.

“O governo está indo bem. O ministro Paulo Guedes tem sido fantástico. Providenciou uma abertura e crescimento da economia brasileira. Na minha pasta tem muita crítica, mas apresentamos 22% de queda nos índices criminais. Sempre disse que é um mérito das forças públicas estaduais, federais e municipais, onde existem.”
Resposta à diretora da sucursal de Brasília do Estadão, Andreza Matais

“Estamos discutindo o juiz de garantiaz de forma errada. Tem de analisar os detalhes. A Câmara votou de forma um tanto açodada. Quantas comarcas no interior têm juiz? Nós não sabemos o impacto disso nas comarcas. No texto aprovada encontramos várias inconsistências. Isso precisa de uma avaliação mais profunda. Veio em boa hora a decisão do Toffoli de suspender.”
Resposta ao diretor de jornalismo da Jovem Pan News, Felipe Moura Brasil, sobre a criação do juiz de garantias

“Não posso dizer que houve essa intenção. Talvez uma minoria tenha alguma intenção. Não sou afetado pela medida. Não estou mais na Justiça.”
Resposta à apresentadora Vera Magalhães sobre se a criação do juiz de garantias seria uma forma de impedir o surgimento de outros Moros

“Se tem alguém que não briga com ninguém sou eu. O Ministério da Justiça apresentou um projeto de lei com propostas. Claro que o papel do Parlamento é alterar ou aprovar parte etc. Nunca houve nenhuma espécie de pressão. Talvez eu seja um dos ministros que mais recebeu parlamentares. Meu trato com Rodrigo Maia sempre foi muito cordial.”
Resposta à repórter da revista Piauí, Malu Gaspar, sobre a tramitação do pacote anticrime no Congresso

“O papel do ministro é estrutural e de coordenação. No caso dos hackers, veio uma informação de que autoridades da República haviam sido hackeadas. É meu dever comunicar de imediato. Por uma questão de segurança nacional.”
Resposta ao diretor da sucursal de Brasília da Folha de São Paulo, Leandro Colon, sobre o acompanhamento de investigações da PF

“Se eu discordo de alguma decisão de outro Poder, há limites de até onde eu posso expressar as minhas opiniões. E sempre coloquei minhas opiniões com muito respeito.”
Resposta ao diretor de redação do jornal O Globo, Alan Gripp, sobre até onde vai a paciência de Moro

“Tentaram fraudulentamente colocar o presidente contra a Polícia Federal”
Sobre a interferência de Bolsonaro na troca de superintendente da PF

“Não tem vaga no momento. Acho inapropriado discutir isso. Fui convidado pelo presidente para o ministério. A gente tem o compromisso de ser firmes contra corrupção, crime violento. Meu desejo é aprofundar esse trabalho. O presidente vai decidir quando chegar a hora. Não sou evangélico. Sou católico.”
Resposta à diretora da sucursal de Brasília do Estadão, Andreza Matais, sobre uma cadeira do STF para Moro

“A meu ver seria impor a mordaça.”
Resposta ao diretor de jornalismo da Jovem Pan News, Felipe Moura Brasil, sobre limitar o alcance das declarações dos delatores na Lava Jato

“Tenho uma relação ótima com o presidente. Os boatos sobre a minha demissão foram um tanto exagerados. Nunca tivemos essa situação de gritarmos um com o outro.”
Resposta à apresentadora Vera Magalhães, sobre a relação com Bolsonaro

“Temos de ter bastante o chão. Essas questões de popularidade vêm e vão. Não faz sentido assinar um documento me comprometendo a não me candidatar. Eu não tenho esse tipo de ambição. Minha vida já é suficientemente complicada.”

Resposta à diretora da sucursal de Brasília do Estadão, Andreza Matais, sobre possível candidatura à Presidência

“Existe um hackeamento criminoso. Eu não tenho essas mensagens. Abandonei esse aplicativo em 2016, 2017. Não tenho como fazer esse comparativo. Não orientei Ministério Público nem Polícia Federal. Fizeram sensacionalismo. Não teve ninguém que foi condenado injustamente.”
Resposta à repórter da revista Piauí, Malu Gaspar, sobre os diálogos da Vaza Jato. IstoÉ
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