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terça-feira, 8 de setembro de 2020

Caixa divulga os EXCLUÍDOS do Auxílio Emergencial de R$ 300

 

O Governo Federal publicou no “Diário Oficial da União” na última quinta-feira (3) a edição da Medida Provisória (MP) que trata da prorrogação de pagamento do auxílio emergencial no valor de R$ 300.

De acordo com o texto, alguns dependentes não terão direito ao benefício. Entre eles, estão os detentos em regime fechado e residentes no exterior – que chegaram a receber parcelas de R$ 600 antes de serem excluídos do benefício. 

O presidente Jair Bolsonaro confirmou a prorrogação do auxílio emergencial na última terça-feira (01), após reunião com líderes partidários no Palácio da Alvorada.

“Agora resolvemos prorrogá-lo [o auxílio] por medida provisória até o final do ano. O valor definido agora há pouco é um pouco superior a 50% do Bolsa Família. R$ 300 reais”, disse o presidente.

Veja quem não vai receber as novas parcelas

  1. Conseguiu emprego com carteira assinada após o recebimento do auxílio
  2. Recebeu alguma transferência de renda federal após o recebimento do benefício (exceto Bolsa Família)
  3. Começaram a ter renda superior a meio salário mínimo por pessoa e renda familiar mensal total acima de três salários mínimos
  4. Que esteja morando no exterior
  5. Recebeu no ano passado rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70
  6. Esteja preso em regime fechado
  7. Ainda não completou 18 anos, exceto em caso de mães adolescentes
  8. Possua indicativo de óbito nas bases de dados do governo federal

Auxílio Emergencial pode continuar sendo pago no valor de R$ 600; entenda

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou a prorrogação do Auxílio Emergencial no valor de R$ 300 até dezembro. Por conta da mudança no valor, o programa do governo deverá ser votado novamente no Congresso Nacional.

Segundo informou Leonardo Sakamoto, colunista do UOL, os parlamentares da oposição e centrais sindicais estão trabalhando contra a proposta. De acordo com os líderes, o trabalho a partir de agora é derrubar a ideia de Jair Bolsonaro e permanecer com parcelas com o valor original de R$ 600. Para as mães chefes de família o valor é em dobro (R$ 1,2 mil por parcela).

“Bolsonaro surfou na produção da oposição e do Congresso Nacional e ganhou popularidade. Mas, agora, se revela através da proposta dos R$ 300, que não resolve o problema das famílias e nem ajuda a mudar a realidade da economia em retração”, disse Rogério Carvalho, líder do PT no Senado.

Para o senador, os parlamentares tentarão manter o auxílio a R$ 600 até o fim de estado de calamidade no Brasil. “O povo precisa entender que Bolsonaro não tem apreço pela vida e nem compromisso em evitar a miséria no Brasil”, disse Carvalho.

 Brasil123

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