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quarta-feira, 28 de março de 2018

Justin Bieber segue Selena Gomez e deve lançar CD gospel

O cantor canadense Justin Bieber está mesmo disposto a apostar mais em sua fé. É o que conta o jornal The Sun, que ouviu de uma fonte próxima do cantor que ele está planejando um disco mais “apropriado para os cristãos” em breve.

A escolha das músicas já começou a acontecer, e as letras devem inspirar temas de amor e redenção, longe da imagem que ele passou anos atrás, envolvido em polêmicas com bebidas e drogas. O jornal destacou ainda que ele está mais introspectivo quanto à sua religiosidade, depois que se aproximou ainda mais da Igreja Hillsong, da qual é membro batizado.
“Justin está à procura de músicas que realmente reflitam sua espiritualidade. Ele sempre foi religioso, mas nos últimos dois anos se aproximou da Igreja Hillsong e isso mudou toda a sua vida. Ele tem uma visão totalmente diferente agora. E embora Bieber esteja trabalhando com muitas das mesmas pessoas que ajudaram a fazer seu último álbum, Purpose, está remodelando seu som, com letras mais de acordo com os valores e crenças da igreja”, disse a fonte.
O cantor tende a seguir o mesmo que sua ex-namorada Selena Gomez, que anunciou este mês que iria na contra-mão do que desejavam seus empresários, e lançaria um disco gospel. Ela também frequenta a Hillsong.
No ano passado, Justin Bieber anunciou que iria encerrar sua turnê mundial “purpose”, para se dedicar a sua fé. À época, surgiram rumores de que ele passaria a ingressar no mercado evangélico, mas a informação não foi confirmada oficialmente. Agora, os rumores aumentam consubstancialmente. O novo disco, com uma pegada mais religiosa, no entanto, só deverá ser lançado em 2019. com informações portaldotrono

terça-feira, 27 de março de 2018

Sérgio Moro comenta série "O Mecanismo"

Criada e dirigida por José Padilha,  a série "O Mecanismo" da Netflix vem repercutindo comentários entre cidadãos comuns, atores e representantes políticos. A série retrata o atual cenário da política no Brasil, e a repercussão do caso "Lavo Jato" um dos maiores escândalos de corrupção até então revelados ao mundo.

Apesar de Padilha garantir que a série séria apartidária, muitas manifestações de opiniões em protesto a série tem sido desencadeadas, ao ponto de assinantes da Netflix reverberarem encerramento do plano com a mesma. 

Em entrevista ao site El País, José Padilha diz, “O fato de que O Mecanismo não tenha uma ideologia é fundamental. Dá na mesma que sejam de esquerda ou direita, a corrupção apodrece todos os partidos. Em meu país, a Operação Lava Jato começou antes de que Lula e o Partido dos Trabalhadores chegassem ao poder… E continuou com ele! Por isso os intelectuais de esquerda não podem dar lições de moral. Não há discussões ideológicas na trama, porque os ideais foram superados pelo dinheiro sujo”.

A temática esteve presente no programa Roda Viva, apresentado na noite desta segunda-feira, 26, em que o Juiz Sérgio Moro, fora o entrevistado da vez, e ao ser indagado por Sérgio Dávila, (Folha de São Paulo) se de alguma maneira se via representado na série, Sérgio Moro afirma que sim, que vê em parte, seu trabalho ali representado, segundo Moro, a série apresenta muitos pontos comuns e que conferem com aquilo que aconteceu na realidade, mas reconhece que é muito difícil se fazer uma obra fiel aos fatos, por se tratar de acontecimentos recentes.

veja trecho no vídeo (1:00:45)



VÍDEO: militantes LGBT agridem cristãos que protestavam contra propaganda homoerótica

Uma marca de roupas sociais promoveu uma campanha publicitária com modelos masculinos em poses homoeróticas, o que gerou grande polêmica e motivou uma manifestação pacífica de um grupo cristão, e um contra-protesto de ativistas da militância LGBT. Um vídeo do “encontro” mostra que um dos grupos não praticou a tolerância que prega.
O caso foi registrado na cidade de Nimega, na Holanda, próxima à fronteira com a Alemanha. Os cristãos que fizeram o protesto contra a propaganda da marca de roupas sociais integram a Stichting Civitas Christiana, uma organização pró-família.
No protesto, os dez cristãos foram vestidos de ternos, com cartazes defendendo a família tradicional, numa clara oposição à marca de roupas. “Casamento de Deus = 1 homem + 1 mulher”, diziam os cartazes dos manifestantes, que também distribuíam panfletos. Um deles usava um megafone para detalhar o motivo da manifestação.
Conforme o tempo passou, um grupo de aproximadamente 150 militantes LGBT se mobilizou para abafar o protesto dos cristãos. Dentre os participantes, estavam integrantes do Antifa, um grupo que se propõe a antagonizar todos os que, segundo os critérios do movimento progressista, se portam como “fascistas”.

Sob os olhares da Polícia, os militantes LGBT atiravam objetos, rasgavam panfletos, apalpavam e atiravam glitter contra os cristãos. “Eles foram hipócritas porque estavam pregando que deveríamos ser tolerantes com eles, mas eles eram muito agressivos”, disse August Weber, estudante e membro do SCC. “A polícia teve que intervir muitas vezes”, acrescentou, segundo informações do portal LifeSite News.

Lucas Zoonen, outro manifestante, afirmou que foi agredido com um soco por um dos militantes LGBT, mesmo com a postura de não revidar as agressões. “Você tem certeza de que está se saindo bem quando fazem algo agressivo. E se você se mantiver calmo, sabe que não conseguiria fazer melhor no momento”, comentou.
Ele foi atacado por uma mulher que jogou glitter sobre sua cabeça e esfregou em seus olhos, e terminou levada por um policial para longe dos cristãos. Ao mesmo tempo, uma das militantes LGBT gritava que “o discurso do ódio não é liberdade de expressão”, enquanto outro bradava que “Deus é gay, salve satã!”.

“Eles [militantes LGBT] gritavam o tempo todo. Eles não estavam realmente abertos para conversas ou debates. Eles estavam com raiva. Eles nos chamavam de fascistas”, disse Weber. “Precisamos de mais pessoas que se posicionem contra essa LGBT intolerante. Eu vou para a universidade; Eu tenho que ver isso. Está iluminado, mesmo depois do anoitecer. O protesto e o contra-protesto foram amplamente cobertos pela mídia holandesa”, acrescentou.
Como resultado dos protestos e da atenção que o caso ganhou na mídia, a marca de roupas sociais que criou a campanha, Suitsupply, perdeu mais de 12 mil seguidores no Instagram, e alguns de seus outdoors foram destruídos.


segunda-feira, 26 de março de 2018

Lula recebe chuva de ovadas em São Miguel do Oeste, SC (Vídeo)

Lula leva ovada em ato político em Santa Catarina Foto: PT/Ricardo Stuckert
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi atingido por uma chuva de ovada durante um comício neste domingo (25). Ele falava sobre projetos para a agricultura na cidade de São Miguel do Oeste, em Santa Catarina.

Um dos seguranças precisou abrir um guarda-chuva para proteger o político dos arremessos. O autor não foi identificado porque estava dentro de um prédio vizinho à praça na qual acontecia o comício. O ex-presidente se revoltou e exigiu o trabalho policial de cima do palco.

– Esse cidadão está esperando que a gente fique nervoso, suba lá e dê uma surra nele. Eu espero que a Polícia Militar tenha a responsabilidade de ir atrás daquela casa, pegar esse canalha e dar um corretivo nele para não tacar ovo nas pessoas – afirmou Lula.

Na chegada da comitiva do ex-presidente, os carros também foram alvos de ovos e pedras de manifestantes na cidade. Um ônibus teve os limpadores de para-brisas arrancados. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS), líder do partido na Câmara dos Deputados, se indignou com o caso.
– O que aconteceu foi um atentado criminoso. Poderia ter acontecido uma tragédia. O motorista ficou sem visibilidade – declarou. Com a manifestação, a comitiva do pré-candidato mudou o itinerário da caravana pelo Sul do país. com informações pleno.news


domingo, 25 de março de 2018

ATO INTERDENOMINACIONAL LEVA FIÉIS E AUTORIDADES A ORAREM POR VITÓRIA DA CONQUISTA (vídeo)

O findar da manhã deste sábado, na praça 9, de novembro, foi marcada por um ato de adoração, fé e comunhão; entre fiéis, líderes religiosos e autoridades da cidade de Vitória da Conquista, que unidos invocaram as bênçãos de Deus para a cidade, e para o Brasil.


Em entrevista ao blog, o Presidente do Conselho de Pastores, da cidade de Vitória da Conquista, Pr. Sebastião, falou sobre a iniciativa do ato interdenominacional, que visa por meio da oração tornar a cidade mais próspera e mais segura, disse que, enquanto a polícia militar cuida da segurança física, a igreja deve cuidar da segurança espiritual da cidade, assim contribuirá para que se reduza o índice de violência e morte entre jovens e adolescentes.

O Pr. e cantor Jonatas Brito, foi o responsável pela ministração dos louvores durante o ato. Também estiveram presentes no evento: Cláudia, representante da CDL. O vereador Cori,  representando o Legislativo, e o Sargento Albino, representante da Polícia Militar.

 (Vídeo)

quarta-feira, 21 de março de 2018

Priscilla Alcântara se declara para Ana Paula Valadão

A cantora gospel Priscilla Alcântara está em Orlando, nos EUA. Durante sua passagem por lá, visitou a Igreja Batista da Lagoinha Orlando, filial da igreja sediada em Belo Horizonte, conduzida nos EUA pelo Pastor André Valadão.

Na visita, Priscilla Alcântara ministrou canções ao público presente, e aproveitou para declarar seu amor a Ana Paula Valadão, líder do Diante do Trono. A ex-apresentadora do Bom Dia e Cia do SBT publicou nos stories de sua conta pessoal no Instagram que Ana Paula era uma inspiração de vida, e disse que uma geração que não honra a geração anterior “não frutifica frutos”.

Ana Paula Valadão também publicou trechos das ministrações de Priscilla em suas redes sociais, e disse que estava honrada em poder conhecer a mãe da jovem cantora: “Que alegria poder conhecer o ventre que gerou Priscilla Alcântara e que continua gerando os propósitos de Deus para a vida dela”, escreveu Ana Paula Valadão.

Priscilla Alcântara é reconhecida por ser uma das maiores influenciadoras dos jovens cristãos atualmente no Brasil. Além disso, costuma causar polêmicas ao defender um modo de evangelho mais liberal e menos hipócrita. Ela, por exemplo, já foi criticada por ter participado de shows seculares, como o Lollapalooza, e também por afirmar que conseguia louvar a Deus com músicas de Sandy e Pitty. Uma parte mais aberta dos evangélicos considera a postura da musicista como autêntica e inspirada por Deus, outros, no entanto, veem erros teológicos nos atos. com informações portadotrono

terça-feira, 20 de março de 2018

O segundo assassinato de Marielle Franco

Todas as vidas humanas têm valor e todos os crimes são abomináveis, seja o de um presidente de um país, o de um policial ou o de um garoto da favela; o de um negro ou o de um branco; o de uma mulher ou o de um homem; o de um gay ou o de um heterossexual.

Mas nem todos os crimes têm a mesma carga simbólica. Nem a intencionalidade dos assassinos é sempre a mesma. O pistoleiro que mata o dono de uma loja durante um assalto não persegue os mesmos objetivos que o fanático islâmico que executa um desenhista de caricaturas. Apesar de as duas vidas terem valor idêntico e os dois assassinatos serem igualmente condenáveis, o segundo encerra uma mensagem muito mais forte: não pretende só matar uma pessoa, seu propósito é destruir um modo de convivência social.

Quando um político é assassinado por sua própria condição de político, o assassino pretende algo mais do que matar uma pessoa. Quer acabar com suas ideias e, sobretudo, com seu direito a expressá-las. Se além disso ainda se trata de um cargo eletivo, as balas não são dirigidas apenas contra essa pessoa, mas contra todos aqueles que a elegeram para que as representasse. Por isso um crime político é algo mais que uma morte violenta, é uma tentativa de desestabilização, um atentado à democracia, como definiu o presidente Michel Temer em sua mensagem depois da brutal ação que acabou com as vidas de Marielle Franco e Anderson Gomes. Não é preciso compartilhar as ideias da vítima, pode-se inclusive divergir radicalmente delas. O fato de alguém ter sido assassinado também não implica que tivesse razão no que defendia. Mas um democrata deve condenar sem reservas o recurso à violência como meio de calar um político, um ativista social ou um cidadão que manifesta suas opiniões. Essa é a reação própria das sociedades civilizadas e é a que teve a imensa maioria do Brasil sob a comoção do que ocorreu no Rio de Janeiro: os três poderes da República, os principais partidos políticos, os meios de comunicação mais representativos, personagens públicos e não tão públicos, pessoas de esquerda, de centro, de direita ou sem ideologia política definida.

Quando alguém morre, nas circunstâncias que forem, as pessoas costumam respeitar a dor de sua família, deixar que seus amigos honrem a memória do falecido, demonstrar um pouco de solidariedade humana. Ninguém com o mínimo senso de convivência social se dedica a ofender quem perdeu a vida, muito menos inventar fofocas para sujar sua memória. É também próprio das sociedades civilizadas e é o que fizeram milhões e milhões de brasileiros nos últimos dias.
Mas no Brasil estão crescendo como um vírus infeccioso grupos que se empenham em romper com essas normas básicas da civilização. Aproveitam-se da confusão que o país vive, da miséria e da violência que abala as cidades, da herança nefasta de um sistema político tradicional corrupto até a medula, cujos representantes desfrutam de escandalosos privilégios. Dizem falar em nome da moral, da segurança pública ou até, em um traço de humor irônico, dos valores cristãos e do liberalismo. Utilizam a corrente imparável das novas tecnologias e, em muitas ocasiões, das possibilidades que oferecem para se esconder covardemente no anonimato. E aí, nesse oceano tormentoso e labiríntico, difundem todo dia suas toneladas de veneno, fazem detonar seus arsenais de ódio, despregam sua maquinaria de mentiras e difamações.

Assim chegamos até aqui. Até que um dos candidatos melhor situados para as eleições presidenciais de outubro, um homem que se gaba de ser o mais macho e valente, o único que tem a coragem precisa para enfrentar os criminosos, não tenha se atrevido a dizer uma palavra depois do assassinato político que comoveu o país. Parece, segundo disseram seus assessores, que não quer falar para não ser polêmico. Adiante, senhor Bolsonaro, fale, por favor. O silêncio é a resposta dos covardes. Fale, senhor candidato, explique por que não quer condenar o crime de uma política democrática, o senhor que se lançou à corrida eleitoral em nome da Bíblia. Nada mais vai nos surpreender no senhor depois de termos visto há apenas algumas semanas posando muito sorridente com o cartaz “Direitos humanos, esterco da vagabundagem”.

Mas a barbárie dialética no Brasil também tem sua versão pop. Esses garotos tão modernos, tão liberais, tão descontraídos e tão simpáticos que inundam as redes com seus vídeos cheios de piadas e gargalhadas. Esses jovens que dão lições de democracia e dizem ser o movimento que representa o Brasil Livre empregam atualmente todo seu empenho para relativizar as mortes de Marielle e Anderson. Em sua habitual mistura de ousadia e ignorância, até esgrimiram uma teoria destinada a revolucionar a ciência política: segundo eles, todos os assassinatos, absolutamente todos, são políticos. Nada que não se pudesse esperar de gente cuja noção do debate público se reduz a pouco mais do que uma troca de memes. O pior é que, em seu afã de levantar todos os dias uma trincheira, se prestaram a agir como veículo para espalhar uma série de mentiras que, além de manchar a memória da vítima, servem no fundo de justificativa para seu assassinato. Como se depois da morte física de Marielle fosse necessário perpetrar uma segunda morte simbólica. Claro que esses garotos tão corajosos e tão liberais se puseram rapidamente a dizer que não fabricaram essas difamações. Ingênuos que são, simplesmente reproduziram as mentiras alheias para servi-las de bandeja a seus fiéis. É o que há de bom nas redes: um se limita a compartilhar e a partir desse momento os responsáveis são outros.

Depois do que aconteceu nos últimos dias, fica mais claro do que nunca que não se trata de uma batalha entre direita e esquerda, nem de Governo contra oposição. A reação majoritária, acima das diferenças ideológicas, foi própria de uma sociedade democrática como a brasileira. Mas há outra corrente que percorre o país há tempo e que propõe um dilema que vai muito além do jogo político habitual: a civilização ou a barbárie. por Xosé Hermida - ElPaís