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sexta-feira, 10 de maio de 2019

Deputado diz que saia estimula estupro; colega criticada por roupa rebate

Ao se posicionar contra um projeto de lei pelo combate ao assédio sexual e à cultura do estupro em órgãos públicos de Santa Catarina, o deputado estadual Jessé Lopes (PSL) disse na Assembleia Legislativa do estado que a roupa usada pelas mulheres pode estimular o crime.

"Se você quer andar com sainha, decote, ótimo. Se você quer chamar a atenção de estupradores, você sabe o risco que está correndo. Se você se deparar com essa situação, lamento", disse o deputado na terça-feira (7), ao justificar seu voto contrário à proposta.

O projeto, da deputada Luciane Carminatti (PT), foi aprovado e prevê divulgação com cartazes, nas repartições públicas estaduais, de mensagens de conscientização. Além de Lopes, o deputado Bruno Souza (PSB) votou contra.

Ontem, por telefone ao UOL, Lopes voltou a dizer que a roupa da mulher é chamariz para esse tipo de violência.

"As mulheres que se dispõem a usar roupas assim e que têm essa liberdade precisam ter cuidado, porque estão chamando a atenção desses vagabundos", disse ele, antes de afirmar que sugere à esposa e à mãe que evitem vestimentas curtas ou decotadas.

O deputado disse que votou contra o projeto por não ver efeito em campanhas como a proposta pelo PL, com placas e cartazes de divulgação, e por não acreditar no conceito de cultura do estupro utilizado no texto. "Não concordo que exista essa cultura no Brasil. Existem casos isolados", disse o parlamentar.

Cultura do estupro, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), é um termo usado para abordar as maneiras como a sociedade culpa as vítimas de assédio sexual e normaliza o comportamento sexual violento dos homens. Ou seja: quando, em uma sociedade, a violência sexual é normalizada por meio da culpabilização da vítima, isso significa que existe uma cultura do estupro.
Para o deputado Lopes, o que reduziria o número de abusos e estupros no país seria o fim da impunidade, o aumento do policiamento e de ações de segurança pública e a facilitação do porte de armas, como feito pelo presidente Jair Bolsonaro nesta semana.

Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), divulgados em 2015, a cada 11 minutos uma mulher é estuprada no Brasil. Somente no estado de São Paulo, são registrados 32 casos de estupro e estupro de vulneráveis por dia. O Rio tem um estupro a cada duas horas e 70% das vítimas são menores de idade.

"Muita desinformação"

Colega de Lopes na Alesc, a deputada Ana Paula da Silva (PDT), a Paulinha - que foi alvo de ataques nas redes sociais por ter ido à posse, em janeiro, com um macacão vermelho decotado -, votou a favor do projeto e criticou a atitude do pesselista.

"Obviamente que nosso colega foi infeliz. Não sei como é que uma pessoa pode pensar desse jeito", disse a deputada, que, no entanto, creditou a fala de Lopez à falta de conhecimento. "É claro que ele não é a favor do estupro. Não acho que é maldade da parte dele. Mas é muita desinformação e uma limitação ideológica, e ele não consegue avançar. É uma pena", disse.

Ela afirmou que, ao ouvir o deputado durante a sessão, até pensou em pedir a palavra e rebatê-lo, mas desistiu. "Não ia mudar o processo de votação. O projeto da minha colega seria aprovado porque não é a primeira vez que ele fala isso e, dessa vez, ninguém deu importância."

Cultura do estupro

Para o deputado Jessé Lopez, falar em cultura do estupro é incorreto porque faria subentender que "todos os homens são potenciais estupradores". "Quem, em sã consciência, cultua o estupro?", questionou ele, para quem o estuprador não é um homem comum, e sim um psicótico.

Pensamento que, segundo a promotora Fabíola Sucasas, assessora do Centro de Apoio Cível em Direitos Humanos do Ministério Público de São Paulo, é equivocado.

Existe a mística de que o estuprador vai saltar no terreno baldio, e geralmente seria um homem negro, e vai atacar. Mas não, o perigo mora ao lado. Muitas vezes é o homem trabalhador, que vai à igreja e dá presente no natal. promotora Fabíola Sucasas

De acordo com a nota técnica "Estupro no Brasil: uma radiografia segundo os dados da Saúde", publicada em 2014 pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), 11,8% dos casos de estupros de crianças, por exemplo, são cometidos por pais, 12,3 por padrastos e 32,2% por amigos ou conhecidos das vítimas.

A promotora disse que iniciativas como a da deputada Luciane são importantes. "Interessante louvar a iniciativa desse PL. No meu entender, retrata um avanço na compreensão do que significa a violência sexual contra a mulher", disse. uol

Mais de 2 milhões ainda não sacaram PIS; veja se tem direito a até R$ 998

A menos de dois meses para o fim do prazo, cerca de 2,34 milhões de trabalhadores que recebem até dois salários mínimos não sacaram o abono salarial do PIS/Pasep para quem trabalhou em 2017. O prazo para a retirada acaba em 28 de junho. Quem não fizer o saque perderá o direito ao benefício.

Segundo a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, o montante ainda não sacado soma R$ 1,53 bilhão, o que representa a 9,49% do total.

O nono e último lote do abono salarial foi liberado para saque em março. O valor varia de R$ 84 a R$ 998, de acordo com o tempo trabalhado em 2017.

Quem tem direito a sacar o abono?

  • quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2017
  • ganhou, no máximo, dois salários mínimos, em média, por mês
  • está inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos
  • é preciso que a empresa onde trabalhava tenha informado os dados corretamente ao governo

Como saber se tenho direito?

Para saber se tem direito ao abono salarial, é possível fazer a consulta das seguintes maneiras:
PIS (trabalhador de empresa privada):
Pasep (servidor público):
  • pelos telefones da central de atendimento do Banco do Brasil: 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas); 0800 729 0001 (demais cidades) e 0800 729 0088 (deficientes auditivos)

Quanto é pago?

O valor pago é de até um salário mínimo (R$ 998 em 2019) e varia de acordo com o tempo que a pessoa trabalhou. Se ela trabalhou o ano todo, recebe um salário mínimo. Se trabalhou um mês, ganha proporcionalmente: 1/12 do salário mínimo.
Segundo o Ministério da Economia, os valores são arredondados para cima. Quem trabalhou por um mês, por exemplo, teria direito a R$ 83,17 de abono. Com o arredondamento, o trabalhador recebe R$ 84.

Onde é feito o saque?

  • Funcionários de empresa privada, com Cartão Cidadão e senha cadastrada: o saque pode ser feito em caixas eletrônicos da Caixa ou em lotéricas
  • Não tem o Cartão Cidadão? O saque é feito em uma agência da Caixa, com documento de identificação
  • É correntista individual da Caixa? O abono é depositado diretamente na conta, caso haja saldo acima de R$ 1 e movimentação
  • É servidor público? O saque é feito nas agências do Banco do Brasil, com documento de identificação. Servidores correntistas do banco recebem o dinheiro diretamente na conta. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone do BB: 0800 729 0001
(Com Agência Brasil)

Maia diz que decreto de armas tem algumas irregularidades

Nesta quinta-feira (9), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que uma análise feita por técnicos da Casa no decreto de porte de armas assinado por Jair Bolsonaro encontrou algumas “inconstitucionalidades”.

Maia informou que irá conversar como governo pra que ajustes sejam feitos no texto. Do contrário, irá botar um dos projetos que pede a derrubada do decreto em votação no plenário da Casa.

– Nós já encontramos algumas inconstitucionalidades. Tenho conversado com ministro Onyx [Lorenzoni], mas, sem dúvida nenhuma, aquilo que for inconstitucional do decreto de armas, ou nós vamos dialogar com o governo, que é o que nós queremos, para que o governo possa compreender que entrou nas atribuições do Congresso Nacional, ou vou ter que votar um dos oito ou nove projetos de decreto legislativo – explicou.

Assinado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira (7), o decreto flexibiliza o porte de armas de fogo para caçadores, atiradores esportivos, colecionadores, políticos, advogados, oficiais de Justiça, residentes em área rural e mais. Além disso, também altera regras para o transporte de armas e munição. pleno.news

“Evangélico”, Diego Hypólito revela ser gay: “Só aceito ser julgado por Deus”

Ídolo dos esportes e símbolo de persistência e foco, o ginasta Diego Hypolito protagonizou manchetes em todo o país nesta quarta-feira (8), agora como inspiração de coragem e autenticidade. Em entrevista especial ao UOL, o atleta revelou ser homossexual e desabafou sobre como o processo de descoberta e aceitação foi sempre coberto de incertezas, medo e culpa. “Não escolhi ser gay, porque ser gay não é uma escolha. É simplesmente o que eu sou, e isso não vai mudar os valores que eu tenho!“, disse ele.

Apaixonado pela ginástica artística desde a infância, o medalhista de prata na Rio-2016 contou que só foi entender e identificar sua sexualidade aos 19 anos de idade, mas desde criança já enfrentava o preconceito entre os colegas. “Por mais que todo mundo tenha a impressão de que tem muito gay na ginástica, não tem. Todo mundo me zoava, zombava do meu jeito. Eu tinha o sonho de conseguir uma medalha olímpica e faria de tudo para chegar lá, até esconder quem eu era. Eu tinha certeza que se um dia eu saísse do armário publicamente, perderia patrocínios e minha carreira seria prejudicada“, contou.

“Fui criado na igreja, tenho uma tatuagem de Jesus crucificado no braço, até hoje frequento cultos da Bola de Neve todas as quintas-feiras. Eu tinha vergonha porque na minha cabeça ser gay era ser um demônio, um ser amaldiçoado que vive em pecado”, disse ele.

O atleta relembrou que, aos 10 anos de idade, um treinador disse à sua mãe que ela precisava mudar sua educação ou então ele se tornaria gay. “Ela veio falar comigo, preocupada. Eu era muito inocente, nem sabia o que era isso. Mas isso me marcou“, desabafou. Inclusive, a revelação da sexualidade para a mãe aconteceu só em 2014, enquanto ele se preparava para o Mundial da China. “Não tinha coragem de falar por telefone, então, de novo, escrevi uma mensagem. Disse que a amava muito, que esperava que isso não fosse mudar a nossa relação, porque eu continuaria a amando da mesma maneira. Eu era gay. E não um demônio“, revelou.

Criado em uma família evangélica, a família não recebeu bem a notícia, com exceção de sua irmã, a ginasta Daniele Hypolito, que o apoiou incondicionalmente. Diego chegou a se afastar de todos e faltar a um Natal em casa. Hoje, após muita terapia e o próprio processo de amadurecimento, o esportista se sente confortável para falar abertamente sobre sua sexualidade. “Quero que as pessoas saibam que eu sou gay e que eu não tenho vergonha disso. E não é porque eu sou que outras pessoas vão querer ser. Isso não tem nada a ver. Já vivi muitos anos pensando no julgamento que os outros fariam sobre mim. Hoje só aceito ser julgado por Deus”, afirmou.jmnoticia

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Bancada evangélica articula para derrubar decreto de armas de Bolsonaro

Deputados da bancada evangélica da Câmara articulam para tentar derrubar o decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro que flexibiliza o porte armas . O armamento é umas das principais discordâncias dos religiosos no Legislativo em relação ao governo. Com a força de 195 deputados inscritos, o grupo foi fundamental para a eleição de Bolsonaro

PSOL, PT e Rede já apresentaram projetos de decretos legislativos que revogam integralmente a medida. Os deputados evangélicos, porém, não querem apoiar as iniciativas de partidos de esquerda, e sim apresentar um projeto próprio, se for o caso. 

A bancada ainda não deliberou formalmente sobre o tema. Um vice-líder do governo, porém, avalia que com a força dos evangélicos a derrubada do decreto é um risco real para o Planalto. oglobo
 

DECRETO | Crianças e adolescentes na mira do porte de armas (vídeo)

Mais uma medida polêmica do Presidente Jair Bolsonaro. 

O Presidente do Brasil Jair Bolsonaro tem cumprido a promessa de campanha de ampliar o acesso às armas no país.

Assim que tomou posse, Bolsonaro alterou a legislação e ampliou o direito à posse de armas, como conta a correspondente da SIC no Brasil, Ivani Flora.
Agora, o assunto volta a causar polêmica depois de, na terça-feira à noite, ter sido assinado um decreto onde Bolsonaro amplia o direito ao porte de arma e facilita a prática de tiro para crianças e adolescentes . sicnoticias

Prefeituras querem regulamentar patinetes elétricos

A recente oferta de aluguel de patinetes elétricos nas grandes cidades aliada ao aumento no número de usuários tem feito com que governos e prefeituras corram para tentar regulamentar a atividade.
Não há normas sobre o uso do novo modal o que tem transformado ruas em locais sem lei para os patinetes. A reportagem da Agência Brasil flagrou usuários de patinetes elétricos circulando entre os carros e "cortando" pedestres. A maior parte deles não usa capacete, apesar das recomendações das empresas que oferecem o serviço.
Na avaliação do especialista em mobilidade Ronaldo Balassiano, o estabelecimento de normas para uso do equipamento trará mais segurança para motoristas, pedestres e usuários do serviço. Segundo ele, os governos têm demorado para fazer a regulamentação.

Distrito Federal

No Distrito Federal, a Secretaria de Mobilidade informou que o governo está elaborando um projeto de lei para atualizar a política de mobilidade urbana cicloviária, que já prevê o uso das bicicletas compartilhadas e dos patinetes. Entretanto, ainda não há uma data prevista para apresentar a proposta.
Na falta de uma regulamentação sobre o serviço, a controvérsia em relação ao uso de patinetes em micro-deslocamentos urbanos fez com que as autoridades se manifestassem com orientações para evitar acidentes. Em nota, na última terça-feira (7), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), em conjunto com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) e a Polícia Militar (PMDF), orienta o uso desses equipamentos somente em locais de circulação de pedestres, ciclovias ou ciclofaixas.
"Logo, não é permitido o trânsito de patinetes em faixas de rolamento, em razão do risco de compartilhamento de espaço com veículos automotores", diz a nota. 
"Quando houver a necessidade de atravessar a via pública, o usuário do patinete deverá procurar as passarelas, passagens subterrâneas ou faixas de pedestres. Nesse caso, o usuário do patinete deverá descer do equipamento para fazer a travessia segura."
Cariocas usam patinetes elétricos no centro do Rio, por Tomaz Silva/Agência Brasil

Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, a Guarda Municipal afirma que não há regulamentação para aplicação de multa a condutores de patinetes elétricos. Entretanto, a prefeitura afirma que durante o patrulhamento de rotina, os guardas atuam na orientação de condutores de patinetes, bicicletas elétricas e outros tipos de veículo para uma direção defensiva.
Em nota, a Guarda Municipal afirmou que promove ações educativas e distribui folhetos sobre o uso correto das ciclovias e das áreas de lazer na orla da cidade. Entre as informações, está a orientação para o limite de velocidade na ciclovia (20km), a proibição de andar na contramão e a necessidade de respeitar as leis de trânsito.

São Paulo

Em São Paulo, a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes criou em janeiro um grupo de trabalho para estudar a regulamentação do sistema de compartilhamento de patinetes elétricos na cidade. A partir de uma chamada pública, 11 empresas demonstraram interesse em participar da elaboração dessas normas. A primeira reunião envolvendo os empreendedores e o Poder Público aconteceu no dia 19 de março.

A secretaria também está consultando outras prefeituras do mundo, como as de Nova York, nos Estados Unidos, e Paris, na França, para analisar as experiências com essa forma de transporte. Entre as preocupações, está o estabelecimento de critérios para que os equipamentos sejam seguros, confiáveis e não sejam estacionados de modo a atrapalhar a circulação de pedestres.

Empresas

Circulação com patinetes elétricos invadiram as ruas das grandes cidades nos últimos meses. - Valter Campanato/Agência Brasil
As empresas que fornecem o serviço afirmam que disponibilizam as informações de segurança no momento em que o usuário se cadastra no aplicativo. Elas informam que têm como prioridade a prevenção de acidentes e que trabalham para intensificar as campanhas de conscientização em prol do uso correto dos patinetes, através do aplicativo e pelas redes sociais. A velocidade recomendada aos usuários é de 6 km/h nas calçadas e de 20 km/h nas ciclovias ou ciclofaixas.
Em nota à Agência Brasil, a Yellow – que oferece patinetes elétricos no Rio de Janeiro, em São Paulo e Brasília – afirma que a idade mínima para a utilização do equipamento é 18 anos e que demais orientações, como a importância do uso de capacete, constam do termo de uso disponível no aplicativo.
Ainda segundo a empresa, a operação dos patinetes respeita as determinações das resoluções 375 e 465 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), entre elas, a limitação da circulação desses veículos a “áreas de pedestres, ciclovias e ciclofaixas”.
A empresa também recomenda aos usuários planejar o caminho, não trafegar com mais de uma pessoa, dar sempre preferência ao pedestre e respeitar as regras do trânsito.
Outras recomendações são: jamais conduzir o patinete se houver ingerido álcool, segurar sempre o guidão com as duas mãos e ficar atento a irregularidades nas vias, como buracos, bem como galhos e árvores que possam oferecer riscos no trajeto.
Na capital fluminense, o serviço de patinetes elétricos é oferecido por três empresas: a Yellow e a Grin, muito presentes na área central da cidade, e a Tembici, que atua em parceria com a Petrobras, na orla de Copacabana e Ipanema.
Em São Paulo, o serviço vem sendo oferecido desde agosto de 2018 pela Yellow. A primeira experiência foi com uma estação em um prédio privado na Avenida Faria Lima, na zona oeste da cidade. Desde então, a empresa expandiu a área de atuação e atualmente tem equipamentos disponíveis na Vila Madalena, Pinheiros, Jardins, Vila Mariana e Campo Belo. Atualmente, a Grin também disponibiliza patinetes para locação na cidade.

No Distrito Federal (DF), o serviço de patinetes está disponível no Plano Piloto (região central da cidade) e em Águas Claras e é oferecido pela Yellow e pela Grin, desde janeiro de 2109.
Apenas a Tembici, empresa que opera do Rio, divulga o número de patinetes. Segundo a empresa, 500 modelos elétricos ficam espalhados pela orla da zona sul. Para aumentar a segurança, ainda segundo a empresa, os equipamentos têm uma prancha mais ampla, rodas maiores e um visor que mostra a velocidade, limitada a 15 km/h, com o objetivo de reduzir o risco de acidentes e lesão ao usuário e aos pedestres. Também são oferecidos capacetes nas estações.
Grin e Yellow não divulgam os dados referentes ao número de patinetes disponíveis alegando questões estratégicas. agenciabrasil