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terça-feira, 14 de abril de 2020

Respirador de R$ 400 criado pela UFPB é liberado para produção por empresas

O respirador pulmonar da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), orçado em R$ 400 e 37 vezes mais barato do que o disponível no mercado, teve a licença liberada para produção por empresas. Para solicitar permissão, basta entrar em contato com a Agência UFPB de Inovação Tecnológica (Inova), através do e-mail inova@reitoria.ufpb.br.

Segundo a Inova UFPB, para produzir e vender o respirador pulmonar, as empresas precisam ter autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o aparelho ainda precisará passar por testes pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). 

Em nota, Petrônio de Athayde Filho, diretor da Inova UFPB, avalia que, em face da urgência devido ao aumento de casos de Covid-19 no país, as tramitações burocráticas e testes poderão ser aceleradas. 

O ventilador pulmonar desenvolvido na UFPB em 48 horas pelos inventores Railson Ramos, Mario Ugulino, Válber Almeida, Tiago Maritan e Marcos Alves, faz uso da tecnologia touch-screen, é equipado com sistema multibiométrico e tem conectividade wireless. Assim, é possível acessá-lo, monitorá-lo e operá-lo em tempo real, remotamente, por meio de aplicativo em dispositivos móveis como smartphones. 

O equipamento também é de rápida montagem e programação, sendo possível operá-lo em 60 segundos. Outro detalhe é que ele não é um respirador de emergência, podendo ser usado indefinidamente, ou seja, um substituto aos convencionais comercializados atualmente.G1

SOLIDARIEDADE | Temporal em Conquista deixa pessoas em zona de risco, você pode ajudar!

Na última semana, temporal com fortes chuvas caíram em Vitória da Conquista, casa foram atingidas deixando pessoas em zona de risco por conta das fortes enxurradas.

No bairro Recanto das Águas, rua H, nº 360, o residente registrou um vídeo que mostra em tempo real os estragos feitos por conta da chuva em sua casa. No vídeo é possível ver que uma cratera foi aberta pela força da enxurrada, chegando a derrubar o muro do domicílio.

A situação foi notificada à Defesa Civil que até o momento desta matéria não se manifestou. 

Moradores na vizinhança se solidarizaram e uniram forças para amenizar os impactos gerados pela chuva, mas buscam apoio para ajudar Valdiney, morador na casa atingida. Que agora além de enfrentar o isolamento social, se depara diante dos prejuízos, resultado das fortes chuvas.

Você pode ajudar!
Entre em contato pelo whatsapp: 7798837-8085

Vídeo:

Fotos:









G20 prevê supensão de dívidas de países pobres em até US$14 bilhões

Líderes financeiros das 20 maiores economias (G20) estão discutindo uma moratória imediata da dívida de até 14 bilhões de dólares para ajudar os países pobres a liberar fundos na luta contra a pandemia de coronavírus, disse uma importante autoridade alemã nesta terça-feira.

A moratória da dívida, sugerida pelo Fundo Monetário Internacional e pelo Banco Mundial, provavelmente será a parte principal de um plano de ação que os ministros das Finanças do G20 devem ajustar e apresentar na quarta-feira, informou a autoridade.

“A Alemanha está assumindo a responsabilidade não apenas em casa e na Europa, mas também no mundo — e é por isso que apoiamos a moratória da dívida proposta pelo FMI e pelo Banco Mundial para ajudar os países mais pobres do mundo”, disse a autoridade, que falou sob condição de anonimato.

O plano para suspender imediatamente o pagamento da dívida é apoiado por todos os países credores do G20, bem como pelos membros do Clube de Paris de credores do setor público, disse a autoridade.

“Estamos falando aqui de uma soma total de até 14 bilhões de dólares que os países mais pobres poderão pagar mais tarde e, portanto, podem ser gastos em medidas relacionadas ao Covid-19”, disse o funcionário, acrescentando: “Isso certamente pode ser chamado de passo histórico.”

A questão da redução da dívida deve ser discutida ainda este ano, quando houver mais clareza sobre o impacto econômico da pandemia de coronavírus, disse o funcionário.
 Exame

"Você não pode colocar um preço na vida dos indianos" afirma 1º ministro ao ampliar isolamento na Índia

O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, estendeu, nesta terça-feira (14), o decreto de quarentena geral no país por mais três semanas. A medida impede mais de 1 bilhão de pessoas de saírem das suas casas e é considerada o caso de isolamento de maior número de pessoas no mundo.

Segundo o The New York Times, Modi afirmou que a ampliação da medida até o dia 3 de maio é necessária para evitar a disseminação do vírus no país, que poderia ser catastrófica diante da precariedade do sistema de saúde indiano e da alta densidade demográfica dos centros urbanos.

O primeiro-ministro ainda agradeceu a população por seguir as medidas “como soldados dedicados”, e admitiu ainda que a manutenção do isolamento custa caro para os cofres públicos. “Mas você não pode colocar um preço na vida dos indianos”, afirmou.

Modi sugeriu que, até o dia 20 de abril, ainda podem ser implantadas medidas de flexibilização pra aspectos específicos, mas ressaltou que, a princípio, todos devem ficar em casa. “Se tivermos paciência, derrotaremos o coronavírus”, disse.

A quarentena foi decretada no dia 25 de março na Índia, que hoje registra cerca de 10 mil casos confirmados e 339 mortes pela Covid-19.
No último dia 9, o presiente Jair Bolsonaro agradeceu à Índia no Twitter pelo “carregamento de insumos” para a cloroquina, substância que defende como solução para o tratamento de casos de coronavírus.
 Fórum

Governo Trump ajudará Brasil com equipamento só quando crise do coronavírus nos EUA melhorar, diz Pompeo


Mike Pompeo, secretário de Estado americano, participa de entrevista coletiva diária sobre o coronavírus Foto: Kevin Lamarque / REUTERS/08-04-2020
 Mike Pompeo, secretário de Estado americano, participa de entrevista coletiva diária sobre o coronavírus Foto: Kevin Lamarque / REUTERS/08-04-2020
WASHINGTON  —  O Brasil poderá contar com o apoio dos Estados Unidos para conseguir itens importantes no combate ao coronavírus, mas terá de esperar que a situação melhore em território americano antes. A informação é do secretário de Estado,  Mike Pompeo.

O chefe da diplomacia americana afirmou hoje que o “povo brasileiro pode contar com os Estados Unidos” para conseguir equipamentos de proteção individual, respiradores e testes, cuja produção industrial está crescendo internamente nos EUA. Isso acontecerá, segundo Pompeo, quando os Estados Unidos tiverem “começado a melhorar”.

— Quando chegarmos lá,  acho que o Brasil deve saber que nós faremos tudo o que pudermos para garantir que tenham o que precisam.

A expressão que o secretário usou para se referir a quando o país começará a ajudar o Brasil com equipamento foi turn the corner, utilizada em inglês para se referir a momentos em que começa a recuperação a partir de uma situação difícil.
 
Durante conversa telefônica com jornalistas nesta terça-feira, da qual O GLOBO participou, o secretário Pompeo afirmou que “todos nós estamos tentando garantir que tenhamos tudo o que precisamos nestes tempos desafiadores”.

Há duas semanas, o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, afirmou que compras brasileiras haviam sido canceladas depois que os Estados Unidos negociaram o envio de mais de 20 aviões à China para buscar suas próprias aquisições de equipamentos de proteção.

Houve também uma denúncia do governo da Bahia de que  600 respiradores comprados da China por governadores do Nordeste ficaram retidos em Miami e foram desviados para estados americanos.

Pompeo negou que Washington esteja impedindo que recursos do combate ao coronavírus cheguem ao Brasil.

—  Não ouvi falar de nenhum esforço por qualquer pessoa no governo dos Estados Unidos para impedir que qualquer coisa seja levada ao Brasil —  disse o secretário.

Na conversa com jornalistas, Pompeo afirmou que falou com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araujo, há poucos dias sobre a colaboração entre os dois países e sobre ajuda humanitária ao Brasil.
 
Segundo ele, há mais temas sendo discutidos para a cooperação bilateral no combate ao coronavírus, já que  os EUA querem  “coisas boas para o povo brasileiro também”.
 
— Nós estamos tentando ajudar a todos. Os Estados Unidos estão tentando garantir que terão equipamento para seu próprio povo, é isso que todos os líderes estão fazendo, é isso que o presidente Bolsonaro está fazendo, é isso que os países da América Latina estão fazendo. Eles (os países) querem garantir que tenham tudo que seus países precisam.

Pompeo pôs o foco na resposta sobre as compras brasileiras canceladas na China sobre o governo daquele  país. O secretário afirmou que a crise do coronavírus permitiu identificar um risco que é “depender do Partido Comunista Chinês para tantos dos nossos recursos, tantas das coisas de que precisamos em tempos de crise”.

—  Eu acho que todos os países, que os Estados Unidos, o Brasil, os países europeus... todos precisarão garantir que, caso este dia chegue de novo, que nós tenhamos indústrias manufatureiras, que não tenhamos que depender de um país ou do Partido Comunista Chinês. Esta é uma lição importante que será aprendida a partir desta crise.

Antes de morrer por coronavírus, jornalista acusou SBT de negligência e ameaçou processo

A morte por coronavírus do editor de imagens José Augusto Nascimento Silva, de 58 anos, funcionário há mais de 30 anos no SBT Rio, acendeu o alerta para as condições de trabalho na emissora. No final de março, três semanas antes de falecer, o jornalista enviou áudios pelo WhatsApp a colegas acusando a TV de negligência por não afastar os profissionais que apresentam sintomas da covid-19. Fórum

No áudio, José Augusto acusa a emissora de ser o “epicentro” do coronavírus na capital fluminense. “Nenhum lugar no Rio de Janeiro tem mais casos suspeitos que no SBT. (…) Eu agora estou sob suspeita, inclusive com atestado de 14 dias que o doutor deu porque me calcei, sabe que não sou burro. Se tiver que processar essa turma eu vou processar. Acho de uma irresponsabilidade tremenda”, denuncia na mensagem.

“Estou revoltado, não só por mim, mas também pelos meus colegas. E ela continua apresentando o jornal. Dane-se os merchans, dane-se os comerciais, dane-se tudo. Ela tá com corona, pode ser assintomática, mas vai matar uma porção de gente”, continuou o jornalista no áudio.

Ainda no áudio, o jornalista diz estar preocupado com a apresentadora Isabele Benito, que havia informado seus superiores de que seu marido estava com suspeita da doença, mas mesmo assim foi obrigada a trabalhar por uma semana. Em 28 de março, ela se submeteu ao teste e somente três dias depois recebeu a confirmação de que também estava infectada.

Com a demora no afastamento de Benito, diversos outros funcionários da emissora também foram diagnosticados com a doença. De acordo com a Folha de S.Paulo, dos 75 funcionários do Jornalismo, 35 foram afastados com suspeita de covid-19.

Pastor que recusou suspender cultos foi infectado pelo novo coronavírus e morreu

Morreu no último sábado, 11 de abril, um pastor que havia resistido às orientações para suspensão dos cultos. Ele foi infectado pelo novo coronavírus e não resistiu.

Gerald Glenn liderava a igreja evangélica New Deliverance, na cidade de Chesterfield, na Virgínia (EUA), e inicialmente manteve os cultos na congregação.

No dia 22 de março, o pastor se direcionou aos membros de sua congregação e expressou o que pensava a respeito da pandemia de coronavírus. Veículos de imprensa locais relataram que o pastor encorajou os fiéis a continuarem participando dos cultos.

“Eu acredito firmemente que Deus é maior que esse vírus amedrontador”. Segundo o portal Bem Estar, os jornais da região também relataram que Glenn disse que seguiria pregando “a não ser que estivesse na cadeia ou no hospital”.

No dia 30 de março, por ordem do governo do estado da Virgínia, o pastor foi obrigado a ficar em casa, isolado. Sua esposa também foi infectada pelo novo coronavírus, e no último domingo, 12 de abril, sua congregação – de doutrina pentecostal – divulgou nota informando a morte de seu pastor em uma rede social.

Nas redes sociais, a filha do casal publicou um texto falando sobre a situação e pediu para que as pessoas entendam a gravidade e severidade da doença: “Não é só sobre você, é sobre cada um ao redor de nós”, declarou, sugerindo uma reflexão a respeito da pandemia. G+