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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Após nova condenação, esperança para Lula é prisão domiciliar

A jornalista Mônica Bergamo publicou nesta quinta (7) uma coluna informando que a defesa de Lula não teme que o ex-presidente seja transferido para a prisão comum após ter sido condenado no caso Atibaia a 12 anos e 11 meses. Mas o entendimento de Lula dificilmente sairá da cadeia nos próximos anos faz a “esperança” recair, agora, sobre “a possibilidade de uma prisão domiciliar”.

A juíza Gabriela Hardt foi a responsável pela condenação de Lula. Somadas as penas proferidas em Curitiba, Lula foi sentenciado a cerca de 25 anos de prisão.

Em nota à imprensa, a defesa de Lula expôs as fragilidades na sentença da substituta de Moro, que seguiu os passos do antecessor e utilizou majoritariamente delações premiadas para condenar o petista por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A exemplo do que ocorreu com o apartamento no Guarujá, Hardt admitiu que a Lava Jato não conseguiu provar que Lula era dono do sítio. Mas considerou que o petista foi o beneficiado com reformas feitas pela OAS e Odebrecht.

A força-tarefa não conseguiu provar também o elo direto entre as reformas e 7 contratos das duas empreiteiras com a Petrobras. Porém, Hardt considerou que em outras ações penais, o pagamento de propina ao PT e agentes da estatal, em cima desses contratos, ficou comprovado em delações. E, como era presidente, Lula teve de ser responsabilizado pelo esquema.

Há algumas semanas, a imprensa especulou sobre um eventual pedido de prisão domiciliar por parte de Lula. Mas interlocutores do ex-presidente avisaram que ele não quer ceder à Lava Jato. Jornal GGN

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