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sexta-feira, 10 de abril de 2020

Doria fala em multa e prisão se isolamento em SP não atingir 60% na segunda

"Vamos fazer o teste este final de semana. Se não elevarmos esse nível de pessoas cumprindo a quarentena - que hoje é de 50% - para 60% e caminharmos para 70%, a partir de segunda-feira (13), não apenas o governo do estado, como também a prefeitura de São Paulo, tomarão medidas mais rígidas. Queria evitar isso, porque isso significa que pessoas não poderão apenas receber advertências, mas também multa e voz de prisão. Desejo ter que evitar isso. As pessoas precisam ter consciência", declarou em entrevista para o jornal SPTV, da TV Globo.

Ele ainda completou: "Isolamento social não são férias. As pessoas precisam ter consciência disso. Não basta se deslocar da capital ou região metropolitana para ir ao interior ou litoral para estar a salvo. Pelo contrário, você está aumentando o potencial de risco nessas regiões. Não estamos propondo isolamento como uma programação de férias".

Na segunda-feira (6), o governador prorrogou a quarentena por causa da covid-19 até o dia 22 de abril. Ele também afirmou que usará a Polícia Militar para reforçar o isolamento social.

O isolamento vem perdendo força, tanto no estado quanto na capital paulista. Desde o primeiro pronunciamento de Jair Bolsonaro declarando ser contra a quarentena para toda a população, tem aumentado o fluxo de carros e pessoas nas ruas.

Os bancos têm sido os maiores pontos de aglomerações de pessoas. Pelo menos três redes bancárias afirmaram ao UOL que têm, diariamente, filas e aglomerações de pessoas do lado de fora de suas unidades na capital paulista.

O governo estadual já anunciou que utilizará os celulares para monitorar se as pessoas estão fazendo aglomerações. Um sistema, feito em acordo com as quatro operadoras de celular - Oi, Tim, Claro e Vivo - vai monitorar e localizar aglomerações que se formarem em todo o estado de São Paulo. uol
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