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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Justiça proíbe que pastores e padres exerçam função de juiz de paz

Uma determinação da Justiça estabeleceu um impedimento para que pastores evangélicos e padres católicos atuem como juízes de paz na celebração de casamentos.

O caso se estabeleceu em torno de uma lei estadual do Rio de Janeiro que permitia que os sacerdotes atuassem como juízes eclesiásticos de paz, com finalidade de celebrar as uniões matrimoniais.

De acordo com informações da jornalista Marina Caruso, d’O Globo, a decisão foi tomada após uma ação movida por uma entidade de classe: “Desembargadores do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio julgaram inconstitucional a lei estadual 7.380, de 2016, que permite que pastores evangélicos e padres atuem como juízes eclesiásticos de paz. A ação foi proposta pela Associação dos Notários Registradores do Rio de Janeiro”.

Segundo a jornalista, uma “famosa juíza de paz” do Rio de Janeiro explicou a motivação para a ação na Justiça: “Precisava desse choque, estava uma bagunça. Tinha gente fazendo curso de pastor para celebrar casamento. As uniões começaram a sair dos cartórios para irem para o lado da religião e não podemos esquecer que ainda vivemos num Estado laico”, teria afirmado a magistrada.

Um juiz de paz é um magistrado, frequentemente sem formação jurídica, que exerce diversas funções judiciais consideradas secundárias, como a celebração de casamentos, por exemplo.

De acordo com informações do portal Âmbito Jurídico, por exemplo, um juiz de paz pode “pacificar conflitos de vizinhança, em locais e datas previamente designados”; “orientar pessoas a respeito das formas de exercício dos próprios direitos”; ajudar em conciliações sem caráter jurisdicional; “representar junto ao Poder Judiciário e ao Ministério Público a respeito de situações irregulares de que tenha conhecimento em razão do exercício de suas atividades”, entre outras funções. informações portalcidadegospel

Médico destrói os argumentos ‘pró-aborto’ na frente dos ministros do STF

BRASÍLIA Relatora da ação que discute a descriminalização do aborto (a ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Rosa Weber respondeu sutilmente às críticas de que o tema não deveria ser
discutido no Judiciário, mas sim no Congresso. E neste embate um médico  acabou com os argumentos ‘pró-aborto’.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

IMPERDIVEL! CURSO DE CAPELANIA RECONHECIDO PELA "ONU"

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Faça o curso de Capelão reconhecido pela ONU e respaldado pela Constituição Brasileira. Você poderá assistir pessoas em Hospitais, Presídios, Orfanatos, Asilos ou qualquer instituição de internação coletiva.

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Marco Feliciano reage aos insultos de Daniela Mercury e Johnny Hooker: “Lixo cultural”

O pastor Marco Feliciano (PODE-SP) comentou as polêmicas mais recentes envolvendo artistas e ativistas LGBT nas manifestações do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), e ponderou sobre a perseguição religiosa aos cristãos no Brasil, que acontece de maneira ideológica e com chancela da grande mídia.
Para Feliciano, é hora de reagir para não ser censurado: “Quando eu denuncio perseguição e preconceito religioso no Brasil, contra nós, os cristãos evangélicos, eu sou tachado de intolerante, fundamentalista, simplesmente por defender com unhas e dentes os nossos princípios, como a vida e a família tradicional”.

“Assistir em rede nacional, patrocinado com dinheiro público a cantora Daniela Mercury […] invocando demônios, e dizendo que ninguém vive sem demônios… Imagine se fosse um pastor falando algo parecido. Seria uma manchete no Jornal Nacional“, pontuou, referindo-se à polêmica apresentação da cantora baiana no FIG, na última semana.
Sobre o cantor Johnny Hooker, que é o novo símbolo da “diversidade” na grande mídia e referiu-se a Jesus como “travesti” e “bicha”, Feliciano não poupou adjetivos: “Um pseudo artista se refere a Jesus com o maior desrespeito, e palavras de baixo calão. E o pior: tentaram levar esse lixo cultural com verbas públicas, mas as pessoas de bem estão alertas e suspenderam o apoio oficial”, comentou.

Respeito

“Olha essa outra história: em uma entrevista levada ao ar pela Rede Globo, a atriz Juliana Paes expõe suas convicções religiosas afirmando que foi criada num centro de umbanda, que cresceu ouvindo os atabaques, e que recebeu recados de uma entidade ou um caboclo sobre o nascimento do seu filho. Eu respeito a fé da atriz, e eu não estou aqui criticando. Mas, eu estava aqui pensando: e se fosse eu falando sobre a minha fé evangélica, dizendo que eu expulsei espíritos das pessoas? Imagine o barulho que daria! Ou seja, existe perseguição contra evangélicos no Brasil, sim”, argumentou.

O pastor, que deverá se candidatar à reeleição, pediu que a ala progressista da sociedade deixe de tratar os evangélicos como cidadãos de segunda classe: “A fé cristã tem tirado milhões da miséria moral, das drogas, da prostituição, da depressão. Testemunhos existem em abundância, mas não interessam a quem prega o ‘quanto pior, melhor’. Mando esse recado aqui para a Rede Globo e cantora Daniela Mercury: parem de perseguir a fé cristã. Vivam a sua, e deixem a nossa em paz”.
Ao final, Feliciano desafiou: “Porque não fazem essa brincadeira com Maomé? Porque não fazem uma peça teatral mostrando Maomé como homossexual? A senhora ia ver o barulho que ia dar. Mas, como nós cristãos somos pacatos… somos pacatos, mas não somos bobos, conhecemos a lei, queremos respeito”. informações gospel+


VÍDEO: Bolsonaro no Roda Viva leva internet a bater todos os records (vídeo)

A entrevista de Jair Bolsonaro, pré-candidato à presidência da república ao programa Roda Viva da TV Cultura foi o assunto mais comentado no Twitter durante a noite nesta segunda-feira (30/7). Personalidades, jornalistas, youtubers, apoiadores e pessoas contrárias ao pré-candidato movimentaram a rede social.
Antes mesmo de a entrevista ter início, o assunto já estava entre os mais comentados na rede social Twitter com dezenas de milhares de menções. As hashtags #BolsonaronoRodaViva e #RodaViva levaram milhares de usuários a debater prós e contras sobre o candidato.
O “Roda Viva” com Jair Bolsonaro atingiu a segunda maior audiência do ano com a presença do candidato à presidência Jair Bolsonaro: 2,4 pontos de média com picos de 3 pontos. Nas redes sociais, no entanto o programa foi assisto por milhões de pessoas em diversas páginas de facebook e canais do youtube que replicaram o conteúdo original da Roda Viva. Só no youtube oficial da TV Cultura 200.000 pessoas assistiram.

Além disso, o assunto “Roda Viva” foi o assunto mais comentado no twitter mundial.
Em relação à semana passada, quando Geraldo Alckmin foi sabatinado, o ibope do programa cresceu seis vezes.
O recorde do “Roda Viva” em 2018 é do juiz Sergio Moro.
Os números são prévios e contemplam a Grande São Paulo. informações gospelgeral
Assista o vídeo:

terça-feira, 31 de julho de 2018

Isidório chama Daniela Mercury de ‘escrava de Satanás’

O deputado Pastor Sargento Isidório (Avante) chamou a cantora Daniela Mercury de “endemoniada” e “escrava de Satanás”, após a artista protestar, no último dia 22, contra a decisão judicial que impediu a exibição do espetáculo teatral “O Evangelho segundo Jesus, Rainha do Céu”, protagonizado pela atriz transexual Renata Carvalho, no Centro Cultural de Garanhuns, em Pernambuco.

O discurso de Daniela foi feito durante seu show no Festival de Inverno da cidade pernambucana. Em outubro do ano passado, Isidório ingressou na Justiça para proibir a exibição da peça em Salvador.
“Respeite o povo de Deus, endemoniada. Escrava de Satanás. Cuidado com o que vai lhe acontecer. Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo. Cuidado, Daniela. Peça perdão”, afirmou o parlamentar, em vídeo postado em sua página no Facebook.

“Daniela, eu quero lhe dizer que, em respeito aos seus fãs, ao povo da Bahia, eu não vou dizer que escrota é você. Eu não vou chamar sua mãe de p*, como você xingou todas as mães, até porque eu acho que você que é, o seu comportamento. Eu não vou chamar você de rato, de nada disso, porque eu ainda acredito que um dia você será iluminada”, disse o deputado.

Em seu discurso, Daniela reclamou da ação de “políticos desse país” que buscam censurar obras de arte, sem nenhuma citação direta a Isidório. No final de sua fala, a cantora diz: “Vá policiar a p* que lhe pariu”. Em seguida, emenda versos de “Bichos Escrotos”, dos Titãs: “Bichos escrotos saiam dos esgotos/Bichos escrotos venham enfeitar/Meu lar/Meu jantar/Meu nobre paladar”.

“Você disse que você é gay, que você é viada, sim. Jesus lhe responderia sabe o quê? Se você quer, continue. Para você fazer sexo, você tem que introduzir borracha na vagina dos outros. Ou alguém com uma borracha na sua”, disse o deputado.
No vídeo postado, Isidório ainda diz que já foi “tudo isso: gay, planejei assalto, tudo que é desgraça”. “Mas quando eu conheci o Jesus criador dos céus e da terra, a minha vida foi transformada. Se você pensa que todo evangélico, todo cristão é covarde, é um engano seu. Eu estou aqui para lhe dizer: respeite o cristão, respeite o povo de Deus, respeite as imagens. Você nem para demônio serve, que você invocou eles. É sinal que você é apenas uma escrava”, acrescentou. Veja o vídeo abaixo:
Aliado do governador Rui Costa (PT), Isidório já conseguiu escapar, há dois anos, de representação feita pela bancada feminina da Assembleia Legislativa da Bahia ao Conselho de Ética da Casa, por quebra de decoro.
Na época, um dos motivos para a representação foi um vídeo no qual o deputado aparecia ao lado da mãe, tocava em sua genitália e dizia que nasceu porque “graças a Deus, ela não era sapatão”. informações bahia.ba

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Leonardo Gonçalves diz que frenesi de fãs por artistas gospel “não é idolatria”

A idolatria é um tema espinhoso por sua complexidade e pela amplitude de práticas e sentimentos que podem ser motivados por esse pecado, de forma direta ou indireta, consciente ou inconsciente. A partir disso, o cantor e compositor Leonardo Gonçalves sublinhou que é preciso sempre manter o conceito bíblico em mente para evitar incorrer nesse erro.
O assunto foi abordado em uma entrevista recente concedida pelo cantor, durante a Expoevangélica 2018, realizada em Fortaleza (CE). “Acho engraçado esse conceito de idolatria. Vamos pegar o conceito bíblico de idolatria: é você colocar alguém no lugar de Deus. Aí muitas vezes com cantores evangélicos, o povo vê as pessoas gritando, assobiando para um cantor evangélico, isso é [considerado] idolatria. Então se colocassem Jesus ali naquele estaria certo, é isso? A mulherada gritando e assobiando para Jesus, pode ou não pode? Não faz sentido! Ou seja, não é idolatria”, opinou.

“Eu não estou dizendo que é certo, mas idolatria não é. Porque nem se fosse Jesus, um monte de mulher gritando, de gente se empurrando… não, entendeu? Então vamos entender: isso foi uma manifestação do ser humano”, acrescentou, em entrevista ao portal Guia-me.
O frenesi por artistas e a empolgação com um trabalho nessa área podem gerar reações e comportamentos inadequados, mas não necessariamente isso configura idolatria, de acordo com Leonardo Gonçalves, que admitiu nutrir admiração por outros artistas e que também gostaria de registrar um encontro com eles em uma foto ou autógrafo.
“Eu gosto de desconstruir as coisas, porque isso me ajuda a entender a humanidade das coisas. […] Um cantor que eu goste, que eu já ouvi por centenas de horas as músicas dele, que já me ajudaram em momentos difíceis, quando eu encontrar com esse cantor, vou ter um sentimento, porque ele não me conhece, mas ele já passou centenas de horas comigo, sendo a trilha sonora da minha vida. Então se eu tiver a oportunidade de falar com um cantor que eu goste, eu vou querer”, explicou Leonardo Gonçalves.

Cachês

Outro assunto que costuma levantar grandes polêmicas no meio evangélico e é sempre tratado como um tema indigesto pelos artistas é a cobrança de cachês para apresentações. Na entrevista, Leonardo Gonçalves comentou que o trabalho de produção musical demanda custos altíssimos, e sem os valores cobrados, o trabalho seria inviável.
“Eu propus uma coisa na minha vida: sempre que me fizerem uma pergunta de verdade, vou dar uma resposta de verdade. Sobre este assunto existem sempre dois lados, ou mais do que dois lados da mesma história”, disse, observando que muitas igrejas promovem suas programações em cima da presença dos “famosos”.
“Por exemplo, a pessoa que faz a minha agenda, o Tiago Grulha, que também é cantor… às vezes liga um ou outro para ele e questiona: ‘Ah! Como é que vai cobrar, vai pedir oferta? […] Mas não é para louvar?’ Aí tem duas abordagens que ele usa: ‘Ah! É para louvar? Então tem outros cantores aqui que cobram a metade. Chama ele’. Aí a igreja não quer. Por que será? Será por que as músicas de um cantor são mais conhecidas?”, questionou.
“Que diferença faz se a obra é do Espírito Santo? Se sou eu, o Fernandinho ou um cantor menos conhecido? Qual o interesse real por detrás?”, adicionou Leonardo Gonçalves. informações gospel+