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  • Entrevista com Wallas Silva

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sexta-feira, 10 de maio de 2019

LUDI SUPERA DEPRESSÃO, E GRAVA CLIPE COM ISAIAS SAAD (VÍDEO)

A ausência do amor em meio à sociedade reafirma a necessidade de propagá-lo pelas vias diversas a fim de que este não seja extinto pela frieza que paira no coração do homem. Um dos fatores principais denunciado por Cristo como consequência da ausência do amor é a multiplicação da iniquidade Mt. 24.12.

Diante dessa realidade existencial, homens e mulheres a serviço do Reino buscam na música uma forma de conduzir a humanidade ao amor sacrificial de Cristo, encontrando nele a referência de como exercitar este sentimento acompanhado pela decisão. 
Isaias Saad, defensor do amor em suas interpretações musicais, cobrou "mais amor e mais empatia aos seus amigos"
Assista ao novo clipe Seu Amor

Conheça a história de Ludi:
 
LUDI, nasceu em 1997 em uma vila de aproximadamente 2.500 habitantes chamada São João de Iracema, localizada no interior de São Paulo. Filha de pastores e apaixonada por música, aos 3 anos de idade ela já cantava em sua igreja e até recebia convites para outras congregações e cultos infantis.

Aos 15 ela mudou-se com seus pais para Pereira Barreto- SP, cidade onde mora até hoje e congrega na igreja dos seus pais. Em 2016 recebeu o convite para fazer parte do coral Kemuel onde ficou por 2 anos. Aos 20 anos passou pelo momento mais difícil de sua vida, a depressão. Ludi jamais sonhou que passaria por essa situação, foram momentos angustiantes. Um dia, cansada dessa angústia, ela tomou coragem e contou aos seus pais, que oraram, repreenderam e ela foi liberta imediatamente. Hoje, ela leva Cristo através da música, a essas pessoas que assim como ela desacreditaram, desistiram da vida e que precisam de esperança. Ela sempre diz que “você não continua o mesmo depois que conhece Jesus”, e seu maior alvo é levar vida, restauração e amor ao maior número de pessoas possíveis.

Pai viúvo se veste de 'mãe' para participar com filha de festa do Dia das Mães, em Goiânia

O que os pais são capazes de fazer pelos filhos? Em Goiânia, a atitude de um viúvo para fazer o Dia das Mães de sua filha de 5 anos mais feliz comoveu outros pais e funcionários da escola da menina, além de amigos em uma rede social. Daniel Correa, de 33 anos, se “vestiu de mãe” e foi na festinha da Luna.

Há dois anos, a pequena Luna não participava da festa do Dia das Mães na escola, desde que a mãe, Stella Noleto, morreu por complicações de uma doença chamada Lúpus. Só que neste ano ela fez um pedido inusitado para o pai. 
 “Todo Dia das Mães é extremamente delicado para ela. Mas dessa vez ela falou: ‘Papai. Estamos ensaiando uma música para o Dia das Mães, mas eu não tenho mamãe. Minha mãe foi morar com Papai do Céu’. Foi então que ela me pediu que eu fosse a mamãe dela por um dia na festa. Ela queria que eu fosse de barba rosa e peruca loira”, contou Daniel.
Nesta quinta-feira (9) aconteceu a festa na escola da Luna, e lá estava o Daniel do jeito que a filha pediu.
Com ajuda da irmã, ele colocou um vestido da mãe dele, calçou salto alto, passou batom, sem esquecer, é claro, da peruca e a barba rosa. O próprio Daniel contou como foi a experiência para o G1. (veja o vídeo)

Daniel disse que ainda tentou convencer a filha de que a avó ou a tia dela fossem no lugar dele.
“Eu tentei de todas as formas fazer com ela aceitasse que a avó ou tias fossem representando a mãe dela, porém ela me pediu com os olhos cheios de lágrimas que eu fosse como ela queria. Não pensei duas vezes. Eu amo a minha filha”, relatou.
Daniel é investidor em startups, atua como autônomo e pôde se organizar para estar na festinha. “Eu comuniquei a escola e a professora me chamou. Avisei sobre o que ela pediu e todos concordaram e apoiaram”, afirmou.

Ele classificou a reação da filha ao vê-lo vestido de mãe como impagável .
“Ela riu, impressionada e admirada, e disse que me amava. Mas não deixou de reparar o batom borrado! Foi impagável a reação dela”, lembrou o pai
A própria Luna contou para o G1 como foi ver o pai com roupa de mamãe. “Foi engraçado porque ele passou batom um pouquinho errado e ficou borrado. Meu papai ficou meio lindo de mamãe, mas depois que tirou a roupa de mamãe ficou bonito”. 

A reação de alegria da Luna, segundo Daniel, contagiou também os amiguinhos de sala dela. “Tem um grupo de WhatsApp da escola, e teve uma mãe que contou que o filho perguntou quem era aquela nova mãe que estava tão elegante”. 

Mães se comoveram

A emoção também tomou conta da festa. “As outras mães todas choraram. A turma dela é mesma desde o falecimento da Stella. Então todos acompanharam desde o início. Sempre fui o ‘pãe’ dela”, afirmou o investidor, que mora com a filha e uma babá. “Ela está com a gente antes mesmo da Luna nascer”.
Durante a festa, o pai fez uma atividade manual com a filha enfeitando a primeira letra do nome da mãe dela, que morreu em setembro de 2016, 12 horas após começar a passar mal, quando voltou de uma viagem em família.

“Eu sempre fui sincero com a Luna dizendo que a mamãe dela estava com Papai do Céu. Eu sempre tentei fazer com que esse processo de perda fosse mais natural possível, uma movimentação natural da vida. Óbvio que, como criança, ela sempre questionou, mas eu dizia que a mãe dela estava em outro plano e que um dia nós iríamos nos encontrar. Ela sempre compreendeu”, relatou Daniel.

Repercussão na rede social

Na rede social, o pai fez questão de mostrar como foi tudo e colocar um texto onde também marca o perfil da Stella. Lá é possível ver como a mãe exaltava o seu amor pela filha.

As curtidas na postagem do Daniel não param, e as mensagens de carinho também chegam a todo momento. Uma seguidora disse: “Que lindo, parabéns você é um super Pai&mãe. To sem palavras”.
“Cada dia que passa te admiro mais como homem, como pai, como amigo, sobretudo como ser humano! Louvável atitude irmão!! Um grande abraço e os meus melhores desejos pra ti e pra família inteira!”, comentou um amigo.
Deste dia especial para o “pãe” e filha na escola ficaram lições que serão compartilhadas a vida toda. 
“O que eu quis foi impactar, porque o Dia das Mães sempre foi muito dolorido para ela, mas dessa vez queria que fosse lembrado de uma forma diferente, porém um pouco engraçada”, destacou.
E ao G1, Daniel repetiu a mesma mensagem que postou na sua rede social. “A morte é inevitável, mas não precisamos passar por isso de forma triste... concordam?”, finalizou. G1

Deputado diz que saia estimula estupro; colega criticada por roupa rebate

Ao se posicionar contra um projeto de lei pelo combate ao assédio sexual e à cultura do estupro em órgãos públicos de Santa Catarina, o deputado estadual Jessé Lopes (PSL) disse na Assembleia Legislativa do estado que a roupa usada pelas mulheres pode estimular o crime.

"Se você quer andar com sainha, decote, ótimo. Se você quer chamar a atenção de estupradores, você sabe o risco que está correndo. Se você se deparar com essa situação, lamento", disse o deputado na terça-feira (7), ao justificar seu voto contrário à proposta.

O projeto, da deputada Luciane Carminatti (PT), foi aprovado e prevê divulgação com cartazes, nas repartições públicas estaduais, de mensagens de conscientização. Além de Lopes, o deputado Bruno Souza (PSB) votou contra.

Ontem, por telefone ao UOL, Lopes voltou a dizer que a roupa da mulher é chamariz para esse tipo de violência.

"As mulheres que se dispõem a usar roupas assim e que têm essa liberdade precisam ter cuidado, porque estão chamando a atenção desses vagabundos", disse ele, antes de afirmar que sugere à esposa e à mãe que evitem vestimentas curtas ou decotadas.

O deputado disse que votou contra o projeto por não ver efeito em campanhas como a proposta pelo PL, com placas e cartazes de divulgação, e por não acreditar no conceito de cultura do estupro utilizado no texto. "Não concordo que exista essa cultura no Brasil. Existem casos isolados", disse o parlamentar.

Cultura do estupro, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), é um termo usado para abordar as maneiras como a sociedade culpa as vítimas de assédio sexual e normaliza o comportamento sexual violento dos homens. Ou seja: quando, em uma sociedade, a violência sexual é normalizada por meio da culpabilização da vítima, isso significa que existe uma cultura do estupro.
Para o deputado Lopes, o que reduziria o número de abusos e estupros no país seria o fim da impunidade, o aumento do policiamento e de ações de segurança pública e a facilitação do porte de armas, como feito pelo presidente Jair Bolsonaro nesta semana.

Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), divulgados em 2015, a cada 11 minutos uma mulher é estuprada no Brasil. Somente no estado de São Paulo, são registrados 32 casos de estupro e estupro de vulneráveis por dia. O Rio tem um estupro a cada duas horas e 70% das vítimas são menores de idade.

"Muita desinformação"

Colega de Lopes na Alesc, a deputada Ana Paula da Silva (PDT), a Paulinha - que foi alvo de ataques nas redes sociais por ter ido à posse, em janeiro, com um macacão vermelho decotado -, votou a favor do projeto e criticou a atitude do pesselista.

"Obviamente que nosso colega foi infeliz. Não sei como é que uma pessoa pode pensar desse jeito", disse a deputada, que, no entanto, creditou a fala de Lopez à falta de conhecimento. "É claro que ele não é a favor do estupro. Não acho que é maldade da parte dele. Mas é muita desinformação e uma limitação ideológica, e ele não consegue avançar. É uma pena", disse.

Ela afirmou que, ao ouvir o deputado durante a sessão, até pensou em pedir a palavra e rebatê-lo, mas desistiu. "Não ia mudar o processo de votação. O projeto da minha colega seria aprovado porque não é a primeira vez que ele fala isso e, dessa vez, ninguém deu importância."

Cultura do estupro

Para o deputado Jessé Lopez, falar em cultura do estupro é incorreto porque faria subentender que "todos os homens são potenciais estupradores". "Quem, em sã consciência, cultua o estupro?", questionou ele, para quem o estuprador não é um homem comum, e sim um psicótico.

Pensamento que, segundo a promotora Fabíola Sucasas, assessora do Centro de Apoio Cível em Direitos Humanos do Ministério Público de São Paulo, é equivocado.

Existe a mística de que o estuprador vai saltar no terreno baldio, e geralmente seria um homem negro, e vai atacar. Mas não, o perigo mora ao lado. Muitas vezes é o homem trabalhador, que vai à igreja e dá presente no natal. promotora Fabíola Sucasas

De acordo com a nota técnica "Estupro no Brasil: uma radiografia segundo os dados da Saúde", publicada em 2014 pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), 11,8% dos casos de estupros de crianças, por exemplo, são cometidos por pais, 12,3 por padrastos e 32,2% por amigos ou conhecidos das vítimas.

A promotora disse que iniciativas como a da deputada Luciane são importantes. "Interessante louvar a iniciativa desse PL. No meu entender, retrata um avanço na compreensão do que significa a violência sexual contra a mulher", disse. uol

Mais de 2 milhões ainda não sacaram PIS; veja se tem direito a até R$ 998

A menos de dois meses para o fim do prazo, cerca de 2,34 milhões de trabalhadores que recebem até dois salários mínimos não sacaram o abono salarial do PIS/Pasep para quem trabalhou em 2017. O prazo para a retirada acaba em 28 de junho. Quem não fizer o saque perderá o direito ao benefício.

Segundo a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, o montante ainda não sacado soma R$ 1,53 bilhão, o que representa a 9,49% do total.

O nono e último lote do abono salarial foi liberado para saque em março. O valor varia de R$ 84 a R$ 998, de acordo com o tempo trabalhado em 2017.

Quem tem direito a sacar o abono?

  • quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2017
  • ganhou, no máximo, dois salários mínimos, em média, por mês
  • está inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos
  • é preciso que a empresa onde trabalhava tenha informado os dados corretamente ao governo

Como saber se tenho direito?

Para saber se tem direito ao abono salarial, é possível fazer a consulta das seguintes maneiras:
PIS (trabalhador de empresa privada):
Pasep (servidor público):
  • pelos telefones da central de atendimento do Banco do Brasil: 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas); 0800 729 0001 (demais cidades) e 0800 729 0088 (deficientes auditivos)

Quanto é pago?

O valor pago é de até um salário mínimo (R$ 998 em 2019) e varia de acordo com o tempo que a pessoa trabalhou. Se ela trabalhou o ano todo, recebe um salário mínimo. Se trabalhou um mês, ganha proporcionalmente: 1/12 do salário mínimo.
Segundo o Ministério da Economia, os valores são arredondados para cima. Quem trabalhou por um mês, por exemplo, teria direito a R$ 83,17 de abono. Com o arredondamento, o trabalhador recebe R$ 84.

Onde é feito o saque?

  • Funcionários de empresa privada, com Cartão Cidadão e senha cadastrada: o saque pode ser feito em caixas eletrônicos da Caixa ou em lotéricas
  • Não tem o Cartão Cidadão? O saque é feito em uma agência da Caixa, com documento de identificação
  • É correntista individual da Caixa? O abono é depositado diretamente na conta, caso haja saldo acima de R$ 1 e movimentação
  • É servidor público? O saque é feito nas agências do Banco do Brasil, com documento de identificação. Servidores correntistas do banco recebem o dinheiro diretamente na conta. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone do BB: 0800 729 0001
(Com Agência Brasil)

Maia diz que decreto de armas tem algumas irregularidades

Nesta quinta-feira (9), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que uma análise feita por técnicos da Casa no decreto de porte de armas assinado por Jair Bolsonaro encontrou algumas “inconstitucionalidades”.

Maia informou que irá conversar como governo pra que ajustes sejam feitos no texto. Do contrário, irá botar um dos projetos que pede a derrubada do decreto em votação no plenário da Casa.

– Nós já encontramos algumas inconstitucionalidades. Tenho conversado com ministro Onyx [Lorenzoni], mas, sem dúvida nenhuma, aquilo que for inconstitucional do decreto de armas, ou nós vamos dialogar com o governo, que é o que nós queremos, para que o governo possa compreender que entrou nas atribuições do Congresso Nacional, ou vou ter que votar um dos oito ou nove projetos de decreto legislativo – explicou.

Assinado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira (7), o decreto flexibiliza o porte de armas de fogo para caçadores, atiradores esportivos, colecionadores, políticos, advogados, oficiais de Justiça, residentes em área rural e mais. Além disso, também altera regras para o transporte de armas e munição. pleno.news

“Evangélico”, Diego Hypólito revela ser gay: “Só aceito ser julgado por Deus”

Ídolo dos esportes e símbolo de persistência e foco, o ginasta Diego Hypolito protagonizou manchetes em todo o país nesta quarta-feira (8), agora como inspiração de coragem e autenticidade. Em entrevista especial ao UOL, o atleta revelou ser homossexual e desabafou sobre como o processo de descoberta e aceitação foi sempre coberto de incertezas, medo e culpa. “Não escolhi ser gay, porque ser gay não é uma escolha. É simplesmente o que eu sou, e isso não vai mudar os valores que eu tenho!“, disse ele.

Apaixonado pela ginástica artística desde a infância, o medalhista de prata na Rio-2016 contou que só foi entender e identificar sua sexualidade aos 19 anos de idade, mas desde criança já enfrentava o preconceito entre os colegas. “Por mais que todo mundo tenha a impressão de que tem muito gay na ginástica, não tem. Todo mundo me zoava, zombava do meu jeito. Eu tinha o sonho de conseguir uma medalha olímpica e faria de tudo para chegar lá, até esconder quem eu era. Eu tinha certeza que se um dia eu saísse do armário publicamente, perderia patrocínios e minha carreira seria prejudicada“, contou.

“Fui criado na igreja, tenho uma tatuagem de Jesus crucificado no braço, até hoje frequento cultos da Bola de Neve todas as quintas-feiras. Eu tinha vergonha porque na minha cabeça ser gay era ser um demônio, um ser amaldiçoado que vive em pecado”, disse ele.

O atleta relembrou que, aos 10 anos de idade, um treinador disse à sua mãe que ela precisava mudar sua educação ou então ele se tornaria gay. “Ela veio falar comigo, preocupada. Eu era muito inocente, nem sabia o que era isso. Mas isso me marcou“, desabafou. Inclusive, a revelação da sexualidade para a mãe aconteceu só em 2014, enquanto ele se preparava para o Mundial da China. “Não tinha coragem de falar por telefone, então, de novo, escrevi uma mensagem. Disse que a amava muito, que esperava que isso não fosse mudar a nossa relação, porque eu continuaria a amando da mesma maneira. Eu era gay. E não um demônio“, revelou.

Criado em uma família evangélica, a família não recebeu bem a notícia, com exceção de sua irmã, a ginasta Daniele Hypolito, que o apoiou incondicionalmente. Diego chegou a se afastar de todos e faltar a um Natal em casa. Hoje, após muita terapia e o próprio processo de amadurecimento, o esportista se sente confortável para falar abertamente sobre sua sexualidade. “Quero que as pessoas saibam que eu sou gay e que eu não tenho vergonha disso. E não é porque eu sou que outras pessoas vão querer ser. Isso não tem nada a ver. Já vivi muitos anos pensando no julgamento que os outros fariam sobre mim. Hoje só aceito ser julgado por Deus”, afirmou.jmnoticia

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Bancada evangélica articula para derrubar decreto de armas de Bolsonaro

Deputados da bancada evangélica da Câmara articulam para tentar derrubar o decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro que flexibiliza o porte armas . O armamento é umas das principais discordâncias dos religiosos no Legislativo em relação ao governo. Com a força de 195 deputados inscritos, o grupo foi fundamental para a eleição de Bolsonaro

PSOL, PT e Rede já apresentaram projetos de decretos legislativos que revogam integralmente a medida. Os deputados evangélicos, porém, não querem apoiar as iniciativas de partidos de esquerda, e sim apresentar um projeto próprio, se for o caso. 

A bancada ainda não deliberou formalmente sobre o tema. Um vice-líder do governo, porém, avalia que com a força dos evangélicos a derrubada do decreto é um risco real para o Planalto. oglobo