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segunda-feira, 17 de junho de 2019

Vaticano cogita ordenação de padres casados

Um documento do Vaticano emitido nesta segunda-feira, 17, afirma que a Igreja Católica deveria cogitar ordenar homens casados como padres em áreas remotas da Amazônia, em uma guinada histórica que alguns acreditam poder abrir caminho para outras áreas onde o clero é escasso.

A recomendação, contida em um documento preparatório elaborado pelo Vaticano para um sínodo de bispos da Amazônia marcado para outubro, também pediu algum tipo de “ministério oficial” para mulheres da região, mas não entrou em detalhes.

Decisão histórica pode abrir novos caminhos para o catolicismo no mundo.

Trata-se da menção mais direta já vista em um documento do Vaticano da possibilidade do sacerdócio de homens casados, embora limitada, e de um papel ministerial maior para mulheres em uma área do mundo.

O documento falou da possibilidade de ordenar aqueles conhecidos como “viri probati” –homens de caráter comprovado, em latim– para lidar com a falta de padres. Tais homens seriam membros idosos e destacados da comunidade católica local com famílias já criadas.

“Embora afirmando que o celibato é um presente para a Igreja, houve pedidos de que, para as áreas mais remotas da região, (a Igreja) estude a possibilidade de conferir ordenamento sacerdotal a homens idosos, preferivelmente nativos, membros respeitados e aceitos de suas comunidades”, disse o documento.

O texto disse que tais homens poderiam ser ordenados “mesmo se já tiverem uma família estabelecida e estável, de forma a garantir os sacramentos que acompanham e sustentam a vida cristã”.

Só padres podem rezar missas ou ouvir confissões, o que significa que os católicos de comunidades isoladas da Amazônia podem passar meses sem participar de nenhum destes sacramentos.

Alguns estudiosos católicos disseram que a aprovação dos “viri probati” na Amazônia pode abrir caminho eventualmente para seu emprego em outras partes do mundo em reação à carência de padres.

Em uma entrevista a um jornal alemão em 2017, o papa Francisco se disse disposto a cogitar o ordenamento dos “viri probati” como padres em comunidades isoladas.

Mas ele descartou uma abertura geral do sacerdócio aos homens casados ou reduzir o compromisso da Igreja Católica com o celibato, visto como uma virtude que liberta os padres para devotarem suas vidas por completo ao serviço de Deus.

O sínodo de 6 a 27 de outubro no Vaticano incluirá bispos e outros representantes do Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa.
(Com Reuters)

domingo, 16 de junho de 2019

Feliciano alerta pastores após decisão do STF: “nossos púlpitos estão em perigo” (vídeo)

Em vídeo divulgado na noite desta sexta-feira (14), o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PODE-SP) critica a quebra de acordo que o STF realizou ao tomar para si a iniciativa de legislar sobre a criminalização da homofobia, aprovada na última quinta-feira (13) por oito ministros da Corte.

“Por anos nós lutamos no Congresso Nacional, nós debatemos o assunto, fizemos audiências públicas, e agora que estávamos criando uma lei que pudesse amparar a todos os interessados o STF quebra um acordo feito conosco (com a Bancada Evangélica), pois eles prometeram”.

Feliciano destaca que os deputados vão se dedicar ao máximo para votar com urgência uma lei que seja justa e substitua essa feita pela usurpação do STF. “Lutaremos com todas as nossas forças para votar uma leia que corrija essa desgraça que hoje atinge a nossa liberdade religiosa“, disse o pastor.

O parlamentar mostra preocupação com o caráter dúbio do texto aprovado pela Corte. Nele, o Supremo diz que “é assegurado o direito de pregar e de divulgar livremente…desde que tais manifestações não configurem discurso de ódio“.

Esse tal discurso de ódio é tão vago que nós cristãos estaremos em constante perigo…as disparidades de interpretação atingirão de morte os nossos púlpitos“. JM


Assista:

Pastor Anderson do Carmo, marido de Flordelis, é assassinado

O pastor Anderson do Carmo, esposo da cantora e deputada federal Flordelis, foi morto, na madrugada deste domingo (16). Os dois voltavam para casa, em Niterói (RJ), após uma confraternização e Flordelis teve a impressão de estarem sendo seguidos por duas motos.

Já em casa, Anderson foi até a garagem buscar algo no carro quando foi baleado com 15 tiros pelos criminosos. O veículo da família, um Honda Accord LX, também foi alvejado.

Anderson chegou a ser levado com vida para um hospital particular, mas não resistiu. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói (DHNSG), que periciou o local do crime.

Os dois eram pais de 55 filhos, sendo 51 adotados. O casal se conheceu em dezembro de 1991, durante um trabalho de evangelismo feito pela cantora. Eles se casaram em abril de 1994 e eram dirigentes da Cidade do Fogo, em São Gonçalo (RJ).

Em março de 2018, o pastor Anderson testemunhou o livramento que eles receberam em uma tentativa de assalto. Na época, ele disse que, mesmo com essa violência, eles não deixariam de acreditar na restauração dessas pessoas. pleno.news

Flordelis e pastor Anderson ao lado dos filhos

Após críticas de Bolsonaro, Joaquim Levy pede demissão do BNDES

RIO - Em carta enviada ao ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente do BNDES, Joaquim Levy, pediu demissão do cargo. "Solicitei ao ministro da Economia, Paulo Guedes, meu desligamento do BNDES. Minha expectativa é que ele aceda.  Agradeço ao ministro o convite para servir ao país e desejo sucesso nas reformas. Agradeço também, por oportuno, a lealdade, dedicação e determinação da minha diretoria". 

Na carta, Levy agradeceu especialmente aos inúmeros funcionários do BNDES, "que têm colaborado com energia e seriedade para transformar o banco, possibilitando que ele responda plenamente aos novos desafios do financiamento do desenvolvimento, atendendo às muitas necessidades da nossa população e confirmando sua vocação e longa tradição de excelência e responsabilidade".  

Críticas

Na tarde de sábado, o  presidente Jair Bolsonaro criticou e ameaçou demitir Levy. Bolsonaro disse estar "por aqui" com o chefe do banco, que estaria “com a cabeça a prêmio”. 

Desde o início do governo, a relação entre os dois foi marcada por divergências. O episódio mais recente foi a escolha de Marcos Barbosa Pinto para a diretoria da área de Mercado de Capitais, do BNDES, responsável pelos investimentos do BNDESPar, braço de participações acionárias do banco de fomento, que administra carteira superior a R$ 100 bilhões. 

Sua função seria tocar o programa de vendas de participações da BNDESPar, cuja velocidade vinha sendo considerada lenta. Segundo fontes, o principal empecilho era o tamanho da carteira do braço de participações. Por isso, a nomeação era vista pela diretoria como sinal de que o programa de venda de ações começaria a avançar. O banco tem fatias do capital de empresas como Petrobras, Vale e JBS.

O presidente exigiu que Levy demitisse o diretor. 

Na noite de sábado, Barbosa Pinto entregou uma carta de renúncia ao cargo. Ele foi chefe de gabinete de Demian Fiocca, na presidência do BNDES, durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Ele também foi sócio na na Gávea Investimentos, gestora de recursos fundada pelo ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga, e foi diretor da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). 

Em entrevista ao "G1", Guedes destacou ainda que é natural Bolsonaro se sentir "agredido" , "é natural quando o presidente do BNDES coloca na diretoria do banco nomes ligados ao PT". 

Guedes lembrou que o presidente Bolsonaro apresentou como promessa de campanha abrir a caixa-preta do BNDES. 

- Ninguém fala em abrir a caixa-preta e ainda nomeia um petista. Então, fica clara a compreensão da irritação do presidente. O grande problema é que Levy não resolveu o passado nem encaminhou uma solução para o futuro - disse. 

Levy também participou de governos petistas. Foi secretário do Tesouro no governo Lula e ministro da Fazenda na gestão de Dilma Rousseff. 
 Oglobo

sábado, 15 de junho de 2019

Catedral de Notre-Dame tem primeira missa após incêndio

Neste sábado (15), aconteceu a primeira missa na Catedral de Notre-Dame, na capital francesa, após o incêndio que destruiu parcialmente a tradicional igreja. A cerimônia começou às 18h (horário de Paris, 13h no horário de Brasília) e teve 50 minutos de duração.

A reunião acontece dois meses depois da tragédia. O padre Michel Aupetit, arcebispo da Igreja Católica em Paris desde janeiro do ano passado, comandou a celebração.

Por segurança, a missa foi restrita e recebeu apenas 30 pessoas. A maioria dos presentes era formada por padres da diocese local. Eles usaram capacetes, em função dos entulhos de escombros e áreas ainda descobertas.

A celebração foi transmitida por meios de comunicação. A igreja permanece fechada para visitação e investigadores continuam apurando o que provocou as chamas. pleno.news

Em nova mensagem divulgada por site, Dallagnol diz que Fux apoiou Moro em 'queda de braço' com Teori

O site The Intercept, do jornalista Glenn Greenwald, divulgou na noite desta sexta-feira (14) a ‘Parte 6’ das mensagens trocadas entre o ex-juiz Sergio Moro e os procuradores responsáveis pela operação Lava Jato.

O lote inédito de diálogos deixa evidente que a função de coordenador da operação estava realmente a cargo do atual ministro da Justiça do governo Bolsonaro.

Sergio Moro chegou a pedir aos procuradores para que eles divulgassem uma nota à imprensa para rebater o que ele chamou de ‘showzinho’ da defesa do ex-presidente Lula.

Segundo a lei, o juiz não pode auxiliar ou aconselhar nenhuma das partes do processo. Os diálogos revelados podem levar à anulação de condenações proferidas por Moro, caso haja entendimento que ele era suspeito.

A maioria dos diálogos do vazamento ocorreu entre Moro e o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima no aplicativo de mensagens Telegram.

Confira alguns trechos:
Santos Lima – 22:10 – Achei que ficou muito bom. Ele começou polarizando conosco, o que me deixou tranquilo. Ele cometeu muitas pequenas contradições e deixou de responder muita coisa, o que não é bem compreendido pela população. Você ter começado com o Triplex desmontou um pouco ele.

Moro – 22:11 – A comunicação é complicada pois a imprensa não é muito atenta a detalhes
Moro – 22:11 – E alguns esperam algo conclusivo

Um minuto depois da última mensagem, Moro mandou para o procurador Santos Lima:

Moro – 22:12 – Talvez vcs devessem amanhã editar uma nota esclarecendo as contradições do depoimento com o resto das provas ou com o depoimento anterior dele

Moro – 22:13 – Por que a Defesa já fez o showzinho dela.
Santos Lima – 22:13 – Podemos fazer. Vou conversar com o pessoal.
Santos Lima – 22:16 – Não estarei aqui amanhã. Mas o mais importante foi frustrar a ideia de que 
ele conseguiria transformar tudo em uma perseguição sua.

Naquele dia, um vídeo com Lula tomava conta da internet e dos telejornais. Depois de sair do prédio da Justiça Federal, o ex-presidente se dirigiu à Praça Santos Andrade, em Curitiba, e fez um pronunciamento diante de uma multidão. Por 11 minutos, Lula atacou a Lava Jato, o Jornal Nacional e o então juiz Sergio Moro.

O ex-presidente disse que estava sendo “massacrado” e encerrou com uma frase que entraria para sua história judicial: “Eu estou vivo, e estou me preparando para voltar a ser candidato a presidente desse país”. Era o lançamento informal de sua candidatura às eleições de 2018.

Depois disso, como já se sabe a partir do que foi revelado em mensagens anteriores, impedir a candidatura de Lula tornou-se uma espécie de missão — bem sucedida — dos procuradores e de Sergio Moro.

Um fato curioso: Este PRAGMATISMO POLÍTICO noticiou, em 2016, que o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, protagonista deste novo lote de mensagens, disse que o “PT é o único partido político que não impede investigações”  É possível que esse episódio tenha sido repercutido de alguma maneira nos grupos internos dos membros do Ministério Público. pragmatismopolitico

Bolsonaro anuncia demissão do presidente dos Correios

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou na manhã desta sexta-feira, 14, que vai demitir o presidente dos Correios general Juarez Aparecido de Paula Cunha.  Em um café da manhã com jornalistas, o presidente da República afirmou que Cunha “foi ao Congresso e agiu como sindicalista”, em referência à participação do militar em uma audiência pública no dia 5 de junho, em que fez críticas à privatização da estatal.

Segundo revelou o blog Radar, em um debate realizado na Comissão de Legislação Participativa, comandada por deputados petistas, o general fez um discurso que agradou a plateia composta por sindicalistas e servidores da empresa. “É uma empresa estratégica, autossustentável, insubstituível. Uma empresa cidadã, orgulho do Brasil”, disse. No final, Cunha posou para uma foto com o grupo, e postou-se ao lado de deputados do PT e do PSOL.

A venda dos Correios foi anunciada pelo próprio Bolsonaro em entrevista exclusiva a VEJA, em sua edição 2637, ao ser indagado sobre o que o governo faria após a aprovação da reforma da Previdência. “Vamos partir para a reforma tributária e para as privatizações. Já dei sinal verde para privatizar os Correios. A orientação é que a gente explique por que é necessário privatizar”, disse. 

Reportagem publicada por VEJA em sua edição  mostra que, com operações ineficientes e deficitárias, a estatal precisa ser vendida nos próximos cinco anos, ou já não terão mais valor de mercado. Os cálculos preliminares feitos pela equipe do governo mostram que o tempo de vida útil para concretizar a venda dos Correios está em torno de cinco anos.

Desde o início de 2018, a principal fonte de receita da estatal deixou de ser o monopólio postal — a entrega de cartas, largamente substituídas por várias formas de mensagem eletrônica — e passou a ser a entrega de encomendas, mudança impulsionada, sobretudo, pelo crescimento do e-commerce. A questão é que a ineficiência da empresa na entrega final — que no jargão da área é chamada de last mile delivery — vem minando a participação dos Correios no setor. No prazo previsto pelo governo, as transportadoras privadas ultrapassarão a estatal na prestação do serviço. O ponto de virada inviabilizaria por completo a sua venda. Veja