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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Damares Alves acredita que até 2022 a esquerda vai ceder

Um ano se passou e o Ministério da Família, da Mulher e dos Direito Humanos ganhou uma dimensão forte e positiva no cenário nacional. Mesmo ainda sofrendo ataques da esquerda, a ministra Damares Alves não se deixar distrair com as ofensas que recebe e celebra os avanços do trabalho. Ela lidera a luta contra inúmeras e graves irregularidades sofridas por minorias, por mulheres, por adolescentes e crianças e denuncia a omissão de dados e diversas informações que fez o Brasil desconhecer a urgente necessidade de combater uma realidade de violência contra a família.

O Pleno.News esteve com Damares Alves em seu gabinete em Brasília. Simpática e sorridente, a ministra concedeu esta entrevista e comentou as últimas pautas do ministério, como o lançamento de campanhas, o desenvolvimento do atendimento das denúncias e o plano de ataque contra o estupro de bebês. E ainda falou sobre a possibilidade da vice-presidência em 2022. Damares, segura de sua missão, pensa que a esquerda acabará cedendo por ver os resultados do ministério, já que família é um bem comum a todos.

Depois do ministro Sergio Moro, a senhora é a ministra mais bem avaliada do governo. Como vê esses dados?

Não é a ministra, é o ministério. Ele caiu no agrado popular porque tem pautas extraordinárias. Então, está todo mundo achando que eu sou popular. Não sou. O tema é popular. O Brasil nunca viu lidarem com tanto carinho com todos esses temas.

Mesmo com boa avaliação, a senhora ainda recebe muitos deboches e falta de respeito. É difícil?

Não, eu não me importo. Só tenho uma preocupação, que é quando debocham da minha história do abuso. Acho que banalizar o abuso, debochar de uma menina que foi abusada, mostra o quão cruel está a nossa sociedade. Muitos são perdedores que estão muito bravos porque perderam a eleição. Estão com raiva e vão ficar com raiva por muito tempo, porque esse governo conservador veio para ficar!

Qual momento foi mais difícil nesses 13 meses de ministério?

Foi a gente chegar ao momento de descobrir que mentiram para nós. Dados não foram passados de verdade para o Brasil. Foi observar que havia descaso com o dinheiro público. Foi observar que eles não estavam nem aí com a criança brasileira. Mas, de lá para cá, a gente conseguiu conduzir de forma brilhante todas as pautas e secretarias.

A senhora já pensou ou já pediu para deixar o ministério?

Não. Eu fico enquanto o presidente quiser. Só teve um momento em que fiquei, muito triste, quando perseguiram a minha família. A minha filha não tem nada a ver com o meu trabalho. Esse foi um período em que fiquei muito preocupada e triste. Mas logo ela disse: “mãe, estou junto, vamos”. Então, estamos caminhando juntas.

Do que a ministra mais se orgulha nesses 13 meses?

A gente conseguiu conversar com o Brasil. Nunca se falou tanto em direitos humanos como nos dias de hoje. Nós estamos universalizando os direitos e isso, para mim, foi um dos maiores feitos. Nunca se falou tanto de cigano como hoje. Nunca se falou tanto de proteger mulheres, proteger as crianças e os adolescentes do suicídio e da automutilação. Estou muito feliz que o povo esteja falando sobre esses temas.

Gostaria que a ministra falasse dos horríveis casos de abuso de menor, especialmente de bebês.

Esse é um fato que me preocupa muito. Esses dados não eram revelados para o Brasil. O estupro de bebês cresceu muito nos últimos anos. Assisti uma imagem de uma menina de 22 dias sendo estuprada e fiquei chocada. Nós temos registros de crianças de oito dias sendo estupradas. A gente vai ter que fazer esse enfrentamento e buscar metodologias claras para reagir contra estes fatos. Ainda não existe uma política pública para o caso de estupro. E é muito difícil você descobrir o estupro porque a maioria acontece dentro de casa. Como é que você vai saber se a criança está sendo abusada ou não? Vamos ter que buscar instrumentos que possam nos auxiliar nessa luta.
Assisti uma imagem de uma menina de 22 dias sendo estuprada
A senhora trouxe mudanças na operação do Disque 100 e uniu a ele o Ligue 180. Quais as melhorias em 2019 e as expectativas para 2020?

No Brasil, nós tínhamos dois serviços separados, então, unimos. O Ligue 180 recebe denúncias de violência contra a mulher. O Disque 100 recebe todas as violações dos direitos humanos, inclusive, pedofilia e abuso sexual. Eram canais que não estavam funcionando. Demorava em torno de 60 a 70 minutos de espera ao telefone para uma pessoa ser atendida. E hoje baixamos para uma média de 30 segundos. Mas não é só baixar a média e atender. É o fluxo. A denúncia chega e queremos saber o que está sendo feito com essa denúncia. Esse tem sido o nosso sucesso. Entregamos para o Brasil uma ouvidoria nacional de direitos humanos. Inclusive, pessoas surdas poderão falar conosco por meio de vídeo chamada.

Como foi o encontro com o papa Francisco?

Extraordinário! Foi uma grata surpresa conhecer o grande líder da Igreja Católica e descobrir que ele é uma pessoa comum, que dá gargalhadas e brinca. Fiz até uma selfie. Tivemos uma pauta específica na área de educação. A preocupação dele é com a evasão escolar no continente sul-americano. Falamos sobre como evitar. Ele também apresentou um projeto de sua autoria sobre o trabalho de contraturno, onde o menino que estuda de manhã é atendido à tarde e vice-versa. Nós temos um projeto bem parecido aqui no Brasil que é o Programa Forças no Esporte (PROFESP). Pretendemos ampliar por todo Brasil e ainda agregar ideias como as do papa Francisco.

Se o presidente Jair Bolsonaro quisesse a senhora como vice-presidente, abraçaria a ideia?

Só se fosse necessário para garantir a reeleição do presidente Bolsonaro. Não tenho nenhuma intenção de concorrer a um cargo eletivo. Quero terminar esse mandato, realizar o meu trabalho de reconstruir esse ministério e depois descansar.
Acredita que em algum momento os eleitores da esquerda vão ceder e aceitar o bom trabalho do governo?

Claro! Quem é que não quer ver criança ou mulher protegida? Eles só vão fazer resistência porque ganham para isso. Eles foram eleitos para fazer resistência. Vou te dar um exemplo, eu vou a evento que é cheio de esquerdista que vão só para protestar. Quando falo em estupro de bebês, as bandeiras se arreiam. Eles se entregam, ficam quietos, porque eles entendem que eles têm netos, sobrinhos, filhos, afilhados. Vai ter uma hora em que eles vão dizer: “Faria melhor, mas foi legal o que eles fizeram”. Então, eu creio que até o final desses quatro anos de governo, a gente vai ter muita gente dizendo: “Valeu! Vocês fizeram bonito!”
Vai ter uma hora em que eles vão dizer: “Faria melhor, mas foi legal o que eles fizeram”
Quais são as expectativas da ministra para 2020?

Eleger o maior número possível de mulheres vereadores, prefeitas e vice-prefeitas em todo Brasil. Também vamos entregar o mega-super-master projeto de achar crianças desaparecidas no Brasil. Temos algumas metas audaciosas. Pretendemos entregar esse projeto em março deste ano. Estão sendo construídos aplicativos e programas específicos. O nome do projeto é Encontrar Crianças. PN

Em pregação no The Send, Malafaia pede uma geração de Daniel: “Não se contamine”

O pastor Silas Malafaia foi um dos pastores que ministraram no The Send Brasil que aconteceu neste sábado (8) em três estádios brasileiros.

Na pregação do estádio do Morumbi, o pastor presidente da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo fez um alerta importante aos jovens, clamando para que se seja levantada uma geração que, como Daniel, não se contamine com o mundo.

Com base em Romanos 12:2, ele iniciou sua pregação dizendo que para “transformação o mundo é preciso ser transformado pelo poder do Evangelho” e ensinou que é necessário ser transformado na nossa mentalidade.

“Se você não mudar sua mentalidade, você não muda suas crenças e valores”, disse ele.
Malafaia também fez questionamentos importantes sobre a postura dos jovens evangélicos, comparando-os com os jovens muçulmanos.

“Jovens muçulmanos, na Europa, vão para faculdade e voltam muçulmanos, evangélicos em três meses ouvindo professor humanista, ateísta e esquerdopatas voltam contaminados, duvidando de crenças, de valores, de Deus, e chamando pastores de facistas e homofóbicos”, declarou. JM

Guedes pede desculpas após chamar servidores de parasitas

O ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu desculpas, nesta segunda-feira, pela declaração em que compara servidores públicos a parasitas. Ele reafirmou que sua fala foi tirada de contexto e que se referia a estados e municípios em casos extremos, quando toda a receita vai para salários, e não para saúde, educação e segurança.

“Eu me expressei muito mal, e peço desculpas não só a meus queridos familiares e amigos, mas a todos os exemplares funcionários públicos a quem descuidadamente eu possa ter ofendido. Eu não falava de pessoas e sim do risco de termos um estado parasitário, aparelhado politicamente, financeiramente inviável”, escreveu o ministro, em mensagem encaminhada a jornalistas.

“O erro é sistêmico e não é culpa das pessoas que cumprem os seus deveres profissionais como é o caso da enorme maioria dos servidores público”, acrescentou Guedes.

A polêmica acontece em momento em que o governo finaliza projeto de reforma administrativa em que irá propor mudanças nas regras de reajustes salariais e de promoções para novos servidores.

“Se o Estado existe para si próprio então é como um parasita (o Estado perdulário) maior que o hospedeiro (a sociedade). Eu não falava de pessoas, falava dos casos extremos em que municípios e Estados gastam todas as receitas com salários elevados de modo que nada sobrava para educação, segurança, saúde e saneamento”, prosseguiu o ministro.

A declaração de Guedes, na última sexta-feira, foi dada durante uma palestra em que comentava a importância da reforma administrativa.

— O funcionalismo teve aumento 50% acima da inflação. Além disso, tem estabilidade na carreira e aposentadoria generosa. O hospedeiro está morrendo, o cara (servidor) virou um parasita. O dinheiro não chega no povo e ele (servidor) quer reajuste automático — disse Guedes durante o evento.

Em nota, no mesmo dia, após receber as inúmeras críticas de funcionários públicos, sindicatos e associações que representam a categoria. O ministro afirmou que sua fala fora retirada de contexto.
Em comunicado à imprensa distribuído pelo ministério, Guedes disse que "lamenta profundamente" o que considerou um desvio de foco do debate sobre a transformação do Estado.

Nesta segunda, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o uso de "termos pejorativos" acirra os "enfrentamentos" necessários para a aprovação da reforma administrativa. Sem se referir diretamente à fala de Guedes, Maia afirmou que os servidores devem ser tratados "com respeito".

— Teremos enfrentamentos na reforma administrativa e na reforma tributária. Todos os servidores públicos têm que ser tratados com muito respeito, e o enfrentamento feito com termos pejorativos gera conflitos que atrapalham o nosso debate. Mas a sociedade não aceita mais concentrar riqueza na mão de poucos e não ser atendida pelo Estado — disse Maia. Extra

Brasil vence a Argentina e garante vaga nas Olimpíadas

O atual campeão olímpico masculino de futebol está garantido nos Jogos de Tóquio. A Seleção Brasileira venceu a Argentina por 3 a 0, na noite deste domingo, e garantiu a classificação para as Olimpíadas, em partida disputada em Bucaramanga, na Colômbia. 

Depois dos dois empates nas primeiras rodadas do quadrangular final do torneio (diante de Colômbia e Uruguai), o Brasil entrou em campo neste domingo com a obrigação de vencer, por conta do triunfo dos uruguaios sobre os colombianos no primeiro duelo do dia. 

Com a Argentina já classificada antecipadamente, a Seleção começou bem a partida e inaugurou o placar logo aos 12 minutos do primeiro tempo. Pedrinho fez um ótimo passe em velocidade para Paulinho, que ajeitou no peito, invadiu a área e finalizou no canto para marcar. 

Pouco depois, Matheus Cunha recebeu cruzamento por baixo de Caio Henrique e arrematou. A bola desviou na marcação e acertou o travessão. A equipe de André Jardine continuou pressionando a Argentina, que não conseguia impor dificuldades ao Brasil. 

Assim, aos 29 minutos, o time verde e amarelo ampliou. Depois de falha no recuo da defesa adversária, Matheus Cunha apareceu completamente livre e encobriu do goleiro. O atacante ainda correu para completar, mas o defensor apareceu em cima da linha para evitar. No rebote, Matheus Cunha ficou sozinho com o gol aberto e, enfim, marcou o segundo. 

Antes do fim do primeiro tempo, o Brasil ainda desperdiçou chance incrível. Reinier recebeu em velocidade pela esquerda, invadiu a área e finalizou, para defesa do goleiro, enquanto Paulinho pedia no meio para que pudesse chutar. 

No segundo tempo, a Seleção Brasileira conseguiu o que mais queria: mais um gol rápido. Em cobrança rápida de lateral de Guga, aos 9, Matheus Cunha limpou a marcação pela direita da área e tocou para Paulinho, que devolveu para o atacante bater rasteiro. A bola ainda desviou na zaga antes de entrar no gol. 

O Brasil seguiu ditando o ritmo do jogo, desperdiçou chances de ampliar e não foi ameaçado pela Argentina até o apito final, fazendo a festa no gramado do estádio Alfonso López, em Bucaramanga.

 Terra

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Miliciano executado hoje cedo estava escondido em casa de vereador do PSL

Na manhã deste domingo (09), o ex-policial militar Adriano Magalhães da Nóbrega, o “capitão Adriano”, morreu durante uma troca de tiros com a polícia em Esplanada, na Bahia.

Foragido desde janeiro de 2019, ele é apontado como chefe do “Escritório do Crime”, milícia suspeita pela morte da vereadora do Rio Marielle Franco (PSOL-RJ) e seu motorista Anderson Gomes, ambos assassinados em março de 2018.

Segundo G1, Adriano foi encontrado num sítio que seria de um político. Não se sabe qual era o elo do político com Adriano. Porém, o dono do sítio era o vereador Gilsinho da Dedé (PSL), da cidade de Esplanada, na Bahia.

Além disso, na casa que fica na zona rural de Esplanada, na Bahia, foram encontradas quatro armas e 13 celulares.

O resultado da operação de mais cedo foi uma cooperação entre as polícias da Bahia e Rio de Janeiro.
É intuitivo que a esquerda associará este político a Flávio Bolsonaro de todas as maneiras.

Fonte: O Antagonista

23 líderes assinam manifesto contra pastor em desfile

Após o anúncio da Estação Primeira de Mangueira, escola de samba carioca, de que o pastor Henrique Vieira interpretará Jesus em desfile, um grupo de 23 líderes evangélicos se manifestou contra.

O manifesto é assinado por pregadores como o bispo Abner Ferreira, presidente da Assembleia de Deus Madureira, o bispo Daniel Malafaia, presidente da Assembleia de Deus de Campo Grande, o pastor Josué Valandro Jr., da Igreja Batista Atitude, o pastor Edvaldo Nascimento, da Missão Somos Um, e o pastor Josué Gonçalves da Silva, da Igreja Batista Céu Abençoado.

– Repudiamos a tentativa de captura da fé por ideologias e partidos, assim como a tentativa de promover ideias e posicionamentos confusos ao povo evangélico – declararam.

Eles também afirmaram que partidos de esquerda querem se aproximar dos cristãos apenas pelos votos. E pontuam incoerências do que Vieira e a fé evangélica pregam.

Henrique Vieira é pastor da Igreja Batista do Caminho, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele será uma das faces de Jesus no desfile e também ajudou o carnavalesco Leandro Vieira a compor o enredo.

NOTA NA ÍNTEGRA

É fato notório que partidos políticos de esquerda estão buscando aproximar-se dos evangélicos com fins eleitorais. O contingente da mídia que sempre discriminou os evangélicos parece ter alterado seu mecanismo de atuação após anos desqualificando os pastores. Agora, vemos a tentativa de apresentar ao grande público como “pastores” pessoas que, embora apresentem-se como tal, defendem ideias, valores e comportamentos diametralmente opostos aos que historicamente professamos.

Reiteramos nosso posicionamento em favor da absoluta liberdade religiosa, da liberdade de escolha e da livre manifestação de pensamento. No entanto, repudiamos a tentativa de captura da fé por ideologias e partidos, assim como a tentativa de promover ideias e posicionamentos confusos ao povo evangélico e seus interlocutores no que tange aos pressupostos e implicações da fé cristã.

Nesse sentido, tornamos público que não reconhecemos o Sr. Henrique Vieira como pastor evangélico, mas tão somente como um militante de esquerda que visa à captação de votos dos evangélicos. Por conseguinte, declarar-se “pastor” não é condição suficiente para sê-lo.

Os pastores evangélicos afirmam que: a) Jesus é o Salvador do mundo, dos homens e mulheres de todos os tempos, lugares e culturas; b) o Deus Trino (Pai e Filho e Espírito Santo) é a fonte e o destinatário da nossa oração; c) Maria concebeu Jesus por obra do Espírito Santo antes de habitar com José, com quem estava desposada; d) a unidade do Corpo de Cristo implica a busca da comunhão entre os cristãos e o respeito às outras religiões para a promoção de uma sociedade mais pacífica, justa e fraterna; e) a vida tem início na concepção, sendo que a prática do aborto se apresenta como assassinato de inocentes; f) a drogadição, por experiência, destrói vidas e famílias, o que fica evidente pelas inúmeras comunidades terapêuticas destinadas ao tratamento e recuperação de adictos; g) é legítima a utilização dos meios de comunicação social para o anúncio do Evangelho; h) o diálogo e a justiça social são princípios bíblicos, fundamentais para o posicionamento social cristão; i) as igrejas evangélicas acolhem toda sorte de pessoas, propondo vida nova e por essa razão têm crescido em número de fiéis; j) as igrejas evangélicas realizam extenso trabalho social com pobres, órfãos, toxicômanos, moradores de rua, presidiários e a sociedade em geral, de forma regular e, em ocasiões de catástrofes, de forma especial.

O Sr. Henrique Vieira posiciona-se, em contrapartida, afirmando: a) possíveis traços raciais de Jesus como mais relevantes que a salvação universal por Ele oferecida a todos; b) sua participação no desfile carnavalesco da Escola de Samba Mangueira no qual irá cantar “Mangueira, teu samba é uma reza”; c) Maria como “mãe solteira”; d) que as igrejas evangélicas criam um ambiente “antidemocrático, hostil e excludente para mulheres, negros, fiéis de religiões de matriz africana e militantes dos direitos humanos”; e) sua posição favorável à legalização do aborto; f) sua posição favorável à legalização das drogas; g) sua posição contrária aos programas televisivos promovidos pelas Igrejas Evangélicas; h) o diálogo e a justiça social a partir de ideologia político-partidária.

Considerando a manifestação pública do Sr. Henrique Vieira – que se declara pastor evangélico – de que irá desfilar na Escola de Samba Mangueira durante o Carnaval, reafirmamos a primazia da consciência e dos direitos individuais, mas nos posicionamos contrariamente à incoerência evidente entre alguns valores, atitudes e comportamentos explicitados pelo Carnaval e a fé cristã e o pertencimento a uma Igreja ou Comunidade Evangélica.
 
Reconhecemos que o meio evangélico contempla uma variedade de visões e interpretações acerca das realidades humana, social e religiosa. Contudo, há elementos básicos que identificam nossa cosmovisão e suas implicações existenciais e sociais, sendo que, alguns deles, apresentamos acima.
Reafirmando o direito humano fundamental de escolha e consequente respeito às escolhas individuais, registramos nossa posição acerca das manifestações do Sr. Henrique Vieira, que não possui legitimidade para se posicionar como representante da grande maioria do povo evangélico da cidade do Rio de Janeiro e do Brasil.
Rio de Janeiro, 06 de fevereiro de 2020.

Também assinam os pastores Jonatas Prattis, Clóvis Barbosa Ramos, Wagner dos Santos, André Haroldo, Alex Romano, Wagner José dos Santos Oliveira, Silas Esteves, Paulo Cotta, Marcos Vinícius, Magner Ferreira, Samuel Gonçalves, Rinaldo Dias, José Carlos Lessa, Antônio Paulo Antunes, Orivaldo Aparecido Prattis, David Cabral, Roberto Ribeiro, Davidson Pereira de Freitas e Alberto Stassen.
 PN

Igreja manda carta por correio aos fiéis avisando que dízimo está atrasado e causa revolta

A Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Nova Fátima, no Norte Pioneiro do Paraná, enviou cartas aos fiéis para alertar que as contribuições do dízimo estavam atrasadas.

Em uma das cartas, assinada pelo Padre Nelson Mendes Vasconcelo, Dom Manoel, Dom Getúlio e pela Pastoral do Dízimo, o texto incluía a seguinte mensagem:

“Constatamos através do sistema dos dizimistas que o seu dízimo está atrasado desde janeiro de 2018. Sendo da vontade de Deus, se você quer assumir o compromisso de dizimista, favor procurar a Secretaria Paroquial. ‘O dízimo é bíblico e é um compromisso com Deus e com a igreja’. Deus vos abençoe. Amém”.

Uma familiar de uma moradora da cidade, que preferiu não se identificar, disse que a carta chegou na primeira semana de fevereiro pelo correio.

“Ela [moradora] me ligou dizendo: ‘Você não vai acreditar, recebi uma cobrança do dízimo hoje’. Ela estava muito constrangida, falou que não tinha nem jeito para aparecer na igreja mais. Segundo ela, é uma cobrança que chateia e desanima”, afirmou a familiar.

A mulher contou ainda que ela e a família sempre frequentaram a igreja mas, há algum tempo, já preferiam participar de celebrações em outras paróquias da região.

“A vida toda eu fui coroinha, sempre participamos mas, ultimamente, ninguém mais vai por causa do padre. Ela [moradora] disse que parou de contribuir no envelope do dízimo após outros paroquianos relatarem que deram R$ 10, e o padre disse que era esmola. Mas, ela [moradora] continuou colocando o dinheiro na caixinha na hora da oferta”, explicou ela.

O que diz o padre

O advogado do pároco, afirmou que as correspondências emitidas pela Paróquia Nossa Senhora de Fátima, a todos os fiéis cadastrados, “foram somente com intuito de lembrá-los que não estão contribuindo com os dízimos mensais, da forma em que vinham fazendo nos anos anteriores”.

Além disso, segundo o advogado, em momento algum os fiéis foram cobrados. A finalidade do envio das cartas foi com objetivo de alertar a comunidade sobre a importância de ser dizimista, conforme a defesa do padre.

“A contribuição do dízimo é bíblico e, de acordo com o texto presente em Malaquias Cap. 3, Vers. 10, é uma forma dos fiéis serem abençoados através dos propósitos feitos com Deus. Desde já, fica esclarecido que, grande parte das contribuições/dízimos dos fiéis, são utilizadas para manutenção de projetos sociais, os quais beneficiam toda a comunidade Fatimense”, completou o advogado. JM