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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Governadores estudam enviar PMs ao Ceará se Bolsonaro não renovar GLO

Governadores de ao menos seis Estados estudam uma forma jurídica de enviar policiais militares de suas tropas para reforçar a segurança do Ceará, onde parte dos PMs está amotinada, caso o presidente Jair Bolsonaro não renove o decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) que vence nesta sexta-feira (28).

O decreto é o instrumento que permitiu o envio de homens do Exército para o patrulhamento de Fortaleza e outros municípios cearenses nos últimos oito dias.

O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), vinha requisitando que a GLO fosse prorrogada por ao menos mais 30 dias. Bolsonaro, entretanto, se mostrou hesitante em atender o pedido.

Em vídeo ao vivo transmitido em suas redes sociais nesta quinta, o presidente disse que não atenderia o governador petista. “A gente espera que o governo resolva o problema da Polícia Militar do Ceará e bote um ponto final nessa questão”, afirmou o presidente, que nesta sexta se reuniu com ministros para discutir o tema.

As discussões envolvem os governo de São Paulo, do Rio, do Piauí, do Maranhão, da Bahia e do Pará, mas os Estados ainda aguardam uma manifestação final da Presidência sobre a prorrogação antes de uma divulgação oficial. Ao menos na PM paulista, ainda há dúvidas sobre as formas legais de viabilizar essa cooperação.

Há outras negociações também em estudo, como a requisição de uma GLO feita pelo Congresso Nacional, que também está sendo analisada por aliados do governo cearense.
*Com informações do Estadão Conteúdo


Ladrão finge ser pastor, faz oração em casa de moradora e comete assalto

Uma mulher de 46 anos foi roubada por um falso pastor evangélico ao realizar uma oração em sua casa, na manhã de segunda-feira (24) em Peixoto de Azevedo, a 672 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, o criminoso parou uma caminhonete na frente da casa da mulher e alegou ser pastor evangélico. Em dado momento, o homem se ofereceu para fazer uma oração pela vítima, momento que teve acesso a casa.

Durante a oração, o suspeito pediu para que a mulher retirasse as pulseiras e correntes para abençoá-las.

Em seguida, solicitou que a vítima buscasse uma camiseta dentro da casa, momento em que ele também furtou outros pertences.

O suspeito ainda disse para a moradora que o efeito da oração ocorreria somente depois de três dias. Ele entregou a camiseta para vítima e pediu para não desembrulhar. Então, saiu da casa.

A vítima desconfiou e, após a saída do suposto evangélico, desembrulhou a camiseta e percebeu ser vítima de roubo.

A Polícia Militar foi acionada. O suspeito ainda não foi identificado e é procurado. JM

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Evangélicos pedem desculpas a foliões em desfile de carnaval

Cantando hinos e músicas religiosas, um grupo da Igreja do Amor, localizado em Paulista, no Grande Recife, desfilou nesta terça-feira (25), em Olinda. Eles decidiram brincar o carnaval e levaram placas, algumas delas com frases como “desculpa se a igreja te machucou”.

“Muitos jovens se afastaram da igreja por causa de algumas pessoas que fazem mal a elas lá dentro. Nossa esperança é alcançar essas pessoas para mostrar que nem todo mundo é assim”, disse Larissa Hadassa, uma das integrantes do grupo religioso.

Além dos hinos, o grupo passa a mensagem cristã por meio de placas. “A gente quer mostrar nossa alegria. Mostrar que dá para curtir o carnaval sem usar drogas, álcool. O nosso inimigo se aproveita de momentos como o carnaval para atuar e a gente luta contra isso”, afirmou a jovem.

Esse não foi a primeira saída do grupo na folia deste ano. “Também desfilamos na segunda [24] aqui em Olinda e, no sábado [22], no Recife, junto com o Galo da Madrugada. Esse é o terceiro ano que saímos”, contou Elizângela Barbosa.
 JM

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Coronavírus pode derreter a economia brasileira

O avanço da epidemia do novo coronavírus chegou ao Brasil junto com um passageiro que esteve na França. A descoberta causou preocupação sobre os efeitos da doença sobre a economia Global.

No mundo todo haverá uma redução do crescimento econômico, inclusive no Brasil. Na Itália, por exemplo, onde já foram registradas 11 mortes pelo vírus, analistas preveem queda de 0,5% a 1% do PIB este ano. 

Apesar de não haver nada concreto ainda, é certo que nenhum país passará ileso por essa crise. Nesta quarta-feira (26), por exemplo, a bolsa opera em forte queda de 5,36%, chegando aos 107.592 pontos. Além disso, o dólar opera em alta e está cotado em R$ 4,435, maior valor da história desde a criação do Plano Real.

O coordenador nacional do MBL, Renan Santos, fez um vídeo analisando as consequências da epidemia para a economia e Paulo Guedes. Confira:  

No país, exportações, importações, PIB, taxa de juros e inúmeros outros fatores podem complicar a vida do brasileiro. A China é o maior cliente das exportações brasileiras, correspondendo a 30% das exportações, mas o país asiático é o epicentro da epidemia. 

Fábricas e setores inteiros que sustentam a economia podem entrar em paralisação, como já ocorreu na China e diminuiu significativamente os produtos fornecidos pelo mercado oriental. Os chineses enfrentam uma queda de 17% no abastecimento de peças e componentes importados. 

O Brasil abriu o ano com projeção de crescimento do PIB de 2,5%. Se a epidemia não for controlada, é quase certo que as estimativas para o PIB brasileiro caiam ainda mais. A taxa de jurus não ficará de fora, atualmente com o menor patamar da história (4,25% ao ano).  MBL

Malafaia desafia crentes que criticam evangelização no Carnaval (vídeo)

Nesta segunda-feira (24), o pastor Silas Malafaia publicou, em suas redes sociais, um vídeo para falar sobre a atuação de igrejas evangélicas no Carnaval. Ele defendeu o trabalho de evangelização nesta época do ano e criticou quem não faz nada.

– Na época de Jesus, se tinha uma classe que Jesus não suportava era religioso. Raça hipócrita e farisaica. E lamento dizer que essa raça não foi extinta. Ainda está no meio da Igreja Evangélica. Criticam tudo, falam de tudo e não fazem porcaria nenhuma. Não são capazes de dar um folheto para ninguém. Não são capazes de evangelizar ninguém, mas para criticar têm uma língua tão grande, que quando morrer será um caixão maior para a língua e outro menor para o corpo. “Igreja em Carnaval, é um absurdo. Vão lá para sambar”. Não sabem o que estão falando – ressaltou.
 
O religioso deu como exemplo a atuação do Apóstolo Paulo ao chegar em Atenas.

– O Apóstolo Paulo, em Atos 17, quando chega em Atenas, ele vê um altar ao deus desconhecido. Paulo pega aquele altar pagão para falar do Deus verdadeiro. Olha que estratégia fantástica de evangelismo Paulo se utiliza. E hoje em dia, os críticos que gostam de falar mal de tudo aquilo que fere sua religiosidade e o que aprendeu como padrão de Cristianismo, ele quer meter o pau, julgar, falar bobagem e falar mal. Essa gente que só é crente entre quatro paredes – apontou.

Malafaia explicou que é preciso evangelizar “onde há trevas”.
– Esse Evangelho que só presta pra você estar dentro da Igreja, mas que não faz aquilo que Jesus falou: “Que possamos brilhar diante dos homens” e, como Paulo diz, “no meio dos homens”. Luz no meio de luz não brilha nada. Luz só brilha onde há trevas. Ninguém vai fazer evangelismo estratégico em Carnaval para sambar, para rebolar, para sambar debaixo de música profana – afirmou.

O Pastor desafiou os críticos a tomarem alguma atitude antes de falaram contra os atos.
– Antes de você criticar e abrir a boca, te desafio a ir lá no trabalho que estão fazendo, ao invés de ficar atrás de um celular ou uma praia no Carnaval metendo pau, escrevendo ‘textinho’ e falando bobagem nos comentários (…) É muito fácil criticar e falar mal, mas vamos lá fora onde estão os pecadores, onde tem gente perdida – destacou. PN

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Mangueira critica líderes cristãos

Na noite deste domingo (23), a Mangueira apresentou um desfile sobre a vida de Jesus. Além do enredo, intitulado A Verdade Vos Fará Livre, o grupo levou para a avenida várias pessoas, que interpretaram Cristo.

A rainha de bateria da escola, Evelyn Bastos, foi uma das intérpretes de Jesus, bem como o ator Humberto Carrão. O pastor Henrique Vieira esteve na avenida como Cristo em situação de rua.

A Comissão de Frente da Mangueira apresentou uma versão contemporânea de Jesus, na qual ele também foi exibido como morador de periferia. Já Maria foi representada por Alcione.

No enredo, a escola carioca atacou líderes cristãos, chamados de “profetas da intolerância”, e também alfinetou o presidente Jair Bolsonaro, no trecho “Favela, pega a visão, não tem futuro sem partilha nem messias de arma na mão”. O título do enredo da Mangueira fez alusão ao texto João 8:32, frequentemente citado por Bolsonaro.

PROBLEMAS
O desfile não levantou o público da Sapucaí. Além disso, o momento em que membros da escola agradeceram o apoio do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, gerou vaias oriundas das arquibancadas do setor 1.

Antes de entrar na avenida, o segundo carro da Mangueira chegou a emperrar, por conta de duas rodas, mas o problema foi resolvido. PN



TSE rejeita a maioria das assinaturas coletadas para a criação do Aliança

A contar pelo número de assinaturas já validadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até o momento, o partido Aliança pelo Brasil – sigla que o presidente Jair Bolsonaro está criando – dificilmente estará apto a disputar as eleições municipais de outubro deste ano.

De acordo com dados da Justiça Eleitoral, somente 3.101 rubricas foram consideradas aptas. A quantidade de apoios válidos é muito menor do que o número de assinaturas rejeitadas: 11.094.
O total de apoiamentos apresentados pelo partido em formação até agora para apreciação da Justiça Eleitoral foi de 60.747, segundo informa a executiva do grupo. Desses, 45.203 estão em prazo de impugnação e 1.349 em análise nos cartórios eleitorais.

Embora o número oficial seja relativamente baixo, integrantes do futuro partido garantem que as assinaturas estão sendo colhidas de forma exitosa nos dois meses que se seguiram após o lançamento da marca.

“Gargalos”
De acordo com o líder do governo na Câmara dos Deputados, Major Vitor Hugo (PSL-GO), apesar dos dados oficiais, a legenda conseguiu juntar diversos cadastros de apoiadores em todo o país, sendo 9.490 só no estado do congressista, Goiás. Mesmo assim, o parlamentar admite que dificilmente conseguirá registrar a legenda antes das eleições municipais, previstas para outubro deste ano.

“Muitos aliados de Bolsonaro pressionam para que o registro seja aprovado a tempo de disputar a eleição já pela Aliança pelo Brasil. Mas isso não depende só de nós. Existem dois gargalos que são o nosso registro dos cadastros e o tempo que a Justiça Eleitoral leva para analisar e validar cada assinatura”, explicou, em entrevista ao Metrópoles.

O secretário-geral da comissão provisória do futuro partido, Admar Gonzaga, afirma que os números validados pela Justiça Eleitoral não estão de acordo com o que eles vêm observando. “Temos muito mais do que isso”, frisou.

“Estamos tratando essas notícias desanimadoras como fake news. Elas não refletem a realidade”, avaliou o advogado, que não quis revelar as ações que a coordenação da legenda adotará para acelerar a coleta de apoios, tampouco a quantidade de assinaturas coletadas. “Só decidimos não revelar os números nem as estratégias para não servirmos de alvo para nossos adversários”, salientou.

Para concorrer neste ano, a legenda teria que ter 492 mil apoiamentos validados até o início do mês de março. Quando o partido foi lançado, no ano passado, a previsão divulgada pelos organizadores era de que até este mês todas as assinaturas já tivessem sido colhidas.
Regras
De acordo com a Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096/95), para se obter o registro de uma nova sigla, é preciso ter a comprovação, no período de dois anos, de apoiamento de pelo menos 0,5% (cinco décimos por cento) dos votos dados na última eleição geral para a Câmara dos Deputados, não computados os votos em branco e os nulos. Hoje, esse número representa 492 mil assinaturas.

Os apoios não podem partir de pessoas filiadas a partidos políticos. Além disso, as assinaturas devem estar distribuídas por um terço, ou mais, dos estados brasileiros – ou seja, por pelo menos nove unidades da Federação. Em cada um dos estados, é necessário um mínimo de 0,1% de apoio do eleitorado, considerando o número de eleitores na última eleição nacional.

“Busão”Na corrida para conseguir rubricas, os membros da comissão provisória e aliados do mandatário da República apostam em saídas criativas. Um ônibus caracterizado com fotos do presidente Jair Bolsonaro percorrendo cidades do interior dos estados é uma delas. Bem como o uso da bandeira do Brasil Império em postos de coleta, jantares e eventos em comunidades menores, ações em cartórios e em igrejas evangélicas buscando assinaturas.

Todas essas ações são parte de uma estratégia chamada de “descentralização” da procura por assinaturas para viabilizar o Aliança pelo Brasil.

O deputado Filipe Barros (PSL-PR) apostou no “busão do aliança”, um coletivo com fotos gigantes dele e do chefe do Executivo federal (veja abaixo), para percorrer o Paraná. Ao inaugurar a viagem em busca de apoio, o congressista lançou um desafio:

“Os municípios que mais conseguirem assinaturas para o Aliança pelo Brasil, vão comigo nesse busão do Paraná para Brasília levar essas assinaturas para o presidente Bolsonaro”, prometeu o parlamentar em sua primeira parada, em Campo Mourão.