Translate

Compartilhe

https://www.facebook.com/deltan.dallagnol/videos/1384339188276453/

search este blog

  • Saiu!

    Novo Single: História de Amor

  • Entrevista com Wallas Silva

    "Lutador de Muay Thai""

domingo, 19 de abril de 2020

Para reduzir aglomeração em abrigos, Justiça agiliza adoção

A pandemia de coronavírus acelerou parte do processo de adoção no país. Na tentativa de desafogar abrigos, juízes têm liberado crianças e adolescentes para passar a quarentena na casa de possíveis pais adotivos ou de madrinhas e padrinhos.

As ações, porém, beneficiam famílias que estão em estágios avançados do processo, já com contato com as crianças e adolescentes.

Os magistrados começaram a liberar as crianças em meados de março, quando a pandemia ganhou força no país, tendo como base o próprio ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), que prevê o acolhimento em abrigo como exceção.

– Quanto mais conseguirmos esvaziar os centros de acolhida, menor a probabilidade de contaminação – afirma o juiz Iberê de Castro Dias, da Vara da Infância de Guarulhos, na Grande São Paulo.

Na sexta-feira (17), o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) divulgou uma série de diretrizes que pedem que tribunais priorizem medidas que permitam a crianças e adolescentes deixar os abrigos e passar a conviver em ambiente familiar, desde que a mudança seja avalizada pela equipe técnica e autorizada por decisão judicial.

DO APADRINHAMENTO AO CONVÍVIO INTEGRAL
 
Foi o caso da educadora Maria Aparecida Melges, de 58 anos, e de Kayky, menino de 10 anos de idade. Os dois se conheceram há cinco anos, quando ela trabalhava no centro de acolhida em que ele vivia. A unidade fechou, e Maria apadrinhou o menino pelo programa da Justiça que permite a convivência esporádica, em períodos como finais de semana e férias.

Quando o vírus começou a se espalhar, perguntaram se ela aceitava ficar todo o período do isolamento com ele. O máximo que tinham ficado juntos havia sido 45 dias, no fim do ano. Kayky tem asma e está no grupo de risco da Covid-19.

– Se eu não aceitasse, iríamos ficar sem poder nos ver. Aí eu perguntei se ele queria e ele disse que sim – conta Maria.

Hiperativo, Kayky tem dificuldade de se concentrar e de ouvir não. Mas com Maria se comporta, e já até entendeu a gravidade da pandemia.

– Outro dia entrei no quarto e ele estava rezando: “obrigado, meu Deus, por eu estar aqui. Estou guardado do coronavírus” – diz Maria.
*Folhapress

Ex-presidente do Barcelona pede volta de Neymar

O ex-presidente do Barcelona Sandro Rosell deu uma entrevista ao jornal espanhol Mundo Deportivo, publicada neste domingo (19), e pediu que Neymar volte ao clube.

– Sem dúvida, seria ótima a volta de Neymar ao clube, mas com um contrato variável, que dependa de resultados esportivos, resultados sociais e do comportamento do jogador – declarou.

Ele também elogiou outro brasileiro, o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho, afirmando que ele chegou a ser melhor do que Lionel Messi, escolhido o melhor do mundo cinco vezes.

– Messi é o melhor da história de todas as temporadas, mas para mim, e não sou objetivo, durante duas temporadas Ronaldinho foi igual ou até melhor que Messi. Ronaldinho foi peça fundamental para mudar o pessimismo coletivo que o clube sofria à época. Além disso, foi um mentor de Messi – defendeu.
*Com informações da Agência EFE

Teich defende cuidado com social e econômico ao G20

O ministro da Saúde, Nelson Teich, participou de uma videoconferência com integrantes do G20 para tratar sobre a pandemia do novo coronavírus neste domingo (19).

Na reunião, o substituto de Mandetta afirmou que “não há caminho fácil”, mas se mostrou focado no auxílio ao sistema de saúde.

– Não tem caminho fácil para sair da crise e acredito que os sistemas de saúde nunca mais serão os mesmos depois dessa experiência – declarou.

Teich também aproveitou para elogiar os representantes dos países do G20 e falou sobre cuidados com o bem-estar social e econômico.

– A urgência da Covid-19 está nos confrontando a todos, e isso é crítico. E parabenizamos essa reunião dos ministros da Saúde do G20, considerando os profundos desafios que essa pandemia traz para o bem-estar social e econômico da nossa população neste momento – explicou. PN

Revoltante: mulher é abandonada na rua por causa da COVID-19

A cena é triste: uma mulher, de 35 anos, usando uma máscara, deitada em uma poltrona com um lençol debaixo de uma árvore na calçada.

Ela vivia com o marido em um apartamento e, ao que se sabe, os vizinhos teriam pressionado o homem a afastá-la do prédio com medo de ela estar infectada pelo novo coronavírus. As informações são do jornal local “El Deber”, do dia 11 de abril.

O caso recebeu luz por causa de um médico que mora na rua onde a mulher estava e soube da situação. Ele e um profissional dos Direitos Humanos entraram em contato com autoridades locais da Saúde. A mulher, então, foi encaminhada para um hospital, onde se constatou que ela estava, na verdade, com amigdalite.
(Com Universal)

Sem máscara, mulher usa fantasia de Buzz Lightyear para ir ao mercado

A norte-americana Kelly Hogan precisava ir ao supermercado, mas não tinha máscaras em casa. Para resolver o problema e não ficar desprotegida, ela decidiu usar o capacete do personagem Buzz Lightyear, do filme Toy Story. 

Kelly filmou a situação e seu vídeo viralizou nas redes sociais. "Se vocês me virem no noticiário esta noite, por favor, não contem à minha mãe. Ela ficaria tão envergonhada", brincou.

E ainda acrescentou: "Eu só quero ter certeza de que, mesmo atravessando toda essa bagunça, mantemos nossa fé e nossos sorrisos! Da próxima vez em que me aventurar assim, prometo que vou pentear o cabelo".

Você já acessou o Beauty Tudo hoje? Todos os dias tem uma avaliação nova de produto na mais diversa plataforma de beleza do país. revistamariclaire

CONQUISTA | Dos 23 casos confirmados, 18 evoluíram para cura

Em Vitória da Conquista, o número de casos notificados com suspeita clínica e epidemiológica de infecção pelo Novo Conoravírus chegou a 501, até às 17h deste domingo (19). Os casos confirmados são 23, sendo que 18 deles evoluíram para a cura e 1 evoluiu para óbito.

De acordo com o Boletim epidemiológico divulgado hoje (19) pela Secretaria Municipal de Saúde, do total de casos suspeitos notificados, 394 já foram descartados e 84 estão sendo investigados, dos quais: 24 aguardam resultado laboratorial e 60 aguardam coleta.

A análise das amostras, bem como a divulgação dos resultados são feitas pelo Lacen Estadual, em Salvador, que transmite as informações à Vigilância do município por meio do sistema Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL).

Os bairros Centro, Brasil, Recreio, Alto Maron, Urbis VI, Candeias, Primavera e Lagoa das Flores, foram as localidades que registraram casos confirmados de pacientes com Covid-19.

Ainda de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, desde o dia 20 de março, a transmissão do novo coronavírus passou a ser considerada comunitária em todo o território nacional, e, por esse motivo, definições operacionais foram discutidas com o objetivo de orientar o serviço de Vigilância na identificação e notificação dos casos de Covid-19. Essas definições são orientadas por meio do Guia de Vigilância Epidemiológica Emergência de Saúde Pública de importância Nacional pela doença da Covid-19 e na Nota Técnica COE Saúde Nº 54 de 8 de abril de 2020, da Secretaria de Saúde do Estado.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância de que, neste momento, a população siga as orientações de distanciamento físico e isolamento social, mantendo os cuidados de higiene, evitando aglomerações e, caso apresente sintomas da doença, entre em contato imediatamente com uma Unidade de Saúde ou com o Call Center.

Call Center – A Secretaria Municipal de Saúde disponibiliza um Call Center para tirar dúvidas da população sobre a Covid-19 e atender pessoas que apresentem febre de início súbito, acompanhada de tosse ou dor de garganta ou dificuldade respiratória, na ausência de outro diagnóstico específico. Além disso, crianças com menos de 2 anos de idade, considera-se também como casos de Síndrome Gripal: febre de início súbito e sintomas respiratórios (tosse, coriza e obstrução nasal), caso também não tenha outro diagnóstico específico.

Contatos:

  • Telefones fixos: (77) 3429-7451/3429-7434/3429-7436
  • Celulares: (77) 98834-9988/98834-9900/98834-9977/98834-9911

Na contramão do coronavírus: veja negócios que prosperam na crise

Ao mesmo tempo em que vários setores da economia sentem os reflexos da paralisação forçada, alguns negócios conseguiram se destacar e atender às novas necessidades dos consumidores. O aumento da demanda tem sido tão grande que até mesmo vagas de emprego estão sendo abertas em supermercados e na área de entregas.

O empresário Guilherme Sette, por exemplo, nunca registrou tantos pedidos no estabelecimento que inaugurou há quatro anos, a distribuidora e conveniência A Tal da Bebida, no Lago Norte.

Segundo Sette, mesmo com o fato de o foco da empresa sempre ter sido o delivery, foi a necessidade de as pessoas ficarem em casa que fez as vendas explodirem. “Quando começou a pandemia, chegou muito pedido de acumulação: 10 caixas de pilha, 12 embalagens de papel higiênico… Era um atrás do outro”, lembra.

Com o passar do tempo, as solicitações voltaram a ser feitas em pequenas quantidades, mas um produto em especial passou a ser demandado com muito mais frequência: a cerveja. “Essas lives sertanejas têm sido uma loucura. No último sábado, eram dois pedidos por minuto. Preciso ter uma pessoa só para aceitar os chamados”, destaca.

Trata-se de um aumento de 150% nas vendas quando comparado ao período pré-pandemia. O horário de funcionamento precisou ser ampliado, assim como o número de funcionários. “Já tínhamos dois motoqueiros contratados e, agora, estou com outros oito como freelancer. Na loja, eram seis trabalhando e, atualmente, são 16. E passamos a abrir pela manhã”, pontua o proprietário da distribuidora.

Para Guilherme, apesar de estar crescendo em um momento de dificuldade para o mundo inteiro, ele fica feliz em saber que está colaborando com algumas pessoas. “Na família de um dos nossos funcionários, todo mundo acabou perdendo o emprego, menos ele. Então, graças a essa demanda nossa ele está conseguindo ajudar todo mundo”, relata Sette.

As boas vendas também refletem nas drogarias do DF. Conforme conta o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Distrito Federal (Sincofarma-DF), Francisco Messias Vasconcelos, de fevereiro para março, o aumento médio de venda nesse setor foi de 60%. “Foi um faturamento que podemos considerar como o ‘Natal’ das farmácias”, ressalta.

Vários produtos, como álcool em gel, máscaras e luvas, ficaram sem estoque, além de outros medicamentos conhecidos por revigorar o sistema imunológico. “Chegamos a limitar a venda de vitamina C, por exemplo, a uma unidade por cliente. Foi uma procura grande”, lembra.

É preciso, no entanto, ter cautela e não se empolgar, assinala o sindicalista. As vendas no mês de abril já diminuíram e Vasconcelos não prevê outro mês tão bom assim.
Dobro da média
Na drogaria Menor Preço, na QR 604 de Samambaia Norte, por exemplo, o último mês registrou o dobro da média de vendas esperada. “O aumento veio logo após o decreto e isso durou por, pelo menos, outras duas semanas com a saída de analgésicos, antigripais, produtos homeopáticos, própolis, vitaminas e até calmantes”, elenca a farmacêutica Lorena Ferreira.

Para ela, o expressivo número de pedidos foi uma surpresa, já que o estabelecimento é frequentado, normalmente, pelas mesmas pessoas da região. “As entregas aumentaram, os clientes também. Foi preciso que rearranjássemos o horário dos nossos entregadores, pois muita demanda estava acontecendo no período da noite”, comenta Lorena.

Na rede de supermercados Super Veneza, que tem cinco unidades no DF, é também o delivery que abre portas para contratação. Com demanda cinco vezes maior de entregas, um novo cargo surgiu.
“Tivemos que criar a função de separador de compras, tamanho o número de pedidos. A gente tentou fazer o remanejamento apenas, mas precisou mesmo contratar umas 20 pessoas só para isso”, relata o gerente geral da empresa, Givanildo de Aguiar.
Segundo ele, os carros e motos da rede passaram a não ser suficientes. Dessa forma, novos veículos precisaram ser comprados. “Agora, são mais seis motos para dar conta. Eram 60 entregas por dia e passaram a ser 300”, ressalta.

Apesar de, no geral, Givanildo afirmar que o movimento chegou a cair nos supermercados da rede, ele conta que seria impossível não abrir novas vagas de emprego na situação em que as unidades do Super Veneza se viram. “O delivery é a nossa válvula de escape. Toda crise gera uma oportunidade, e a nossa foi a de aproveitar o movimento de ficar em casa”, frisa.

Conforme conta o presidente da Associação do Supermercado de Brasília (Asbra), Gilmar Pereira, as primeiras semanas após o anúncio da pandemia registraram aumento significativo na procura por diversos produtos nos supermercados. “A depender do local, foi cerca de 20% ou 30%. Foi muito mais pelo desespero de que pudesse haver um desabastecimento”, comenta.

Pereira crê que o movimento voltará ao normal com o passar do tempo. “As vagas abertas foram pontuais, por causa da necessidade. À medida que as pessoas ganharem confiança de que está tudo sob controle, não imaginamos que as vendas voltem a um pico igual ao que vimos no final de março”, salienta.
Psicóloga on-line
Os atendimentos da psicóloga Juliana Gebrim também passaram a ser mais requisitados. Com o isolamento social e o avanço da doença, os horários da profissional, das 8h às 19h, ficaram cheios e, com isso, a fila de espera subiu 30%.

“Passei a atender por vídeo, por causa das medidas de isolamento social, mas a procura aumentou. São pacientes meus que vão indicando a familiares ou amigos”, explica.

Conforme relata Juliana, os quadros de ansiedade e depressão têm aumentado durante este momento de dúvidas sobre o futuro pelo qual o mundo passa. “A pessoa acaba se expondo demais a informações que, nem sempre, são verdadeiras. Minha orientação é para que o foco seja sempre a saúde ao invés da doença, e procurar fontes seguras para se informar”, pondera a psicóloga.
 Metropole