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sábado, 8 de fevereiro de 2020

Flamengo: Tragédia no Ninho do Urubu completa 1 ano

Neste sábado (8), a tragédia no Ninho do Urubu, o Centro de Treinamento do Flamengo, no Rio de Janeiro, completa 1 ano. Um incêndio no local destruiu parte dos alojamentos, deixando dez pessoas mortas e três feridas.

Apesar do tempo, o clube carioca segue negociando uma indenização com familiares da maioria das vítimas. Muitos parentes afirmaram que não têm recebido assistência do Flamengo. Até o momento a diretoria conseguiu firmar um acordo com quatro famílias, e paga uma pensão mensal de R$ 10.000 a cada uma.

No sábado (7), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Incêndios na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) ouviu familiares das vítimas. Representantes do clube esportivo também foram convocados, porém o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, não compareceu.

Os únicos representantes do Flamengo foram o CEO, Reinaldo Belotti, o diretor-jurídico, Antonio César Panza, e o advogado William de Oliveira.

Segundo a Agência Brasil, os representantes do clube, que foram convocados, serão conduzidos de forma coercitiva na próxima sexta-feira (14). A informação foi baseada em uma declaração do deputado Alexandre Knoploch (PSL), presidente da CPI.

Segundo peritos, as chamas podem ter sido provocadas por um curto-circuito em um ar-condicionado. Os garotos estavam em contêineres, que foram adaptados para dormitório.

VÍTIMAS
Os atletas que morreram tinham entre 14 e 16 anos, e jogavam na base do time. Eles estavam dormindo no momento do incêndio.

As vítimas foram Athila Paixão, de 14 anos, Arthur Vinícius de Barros Silva Freitas, de 14 anos, Bernardo Pisetta, de 14 anos, Christian Esmério, de 15 anos, Gedson Santos, de 14 anos, Jorge Eduardo Santos, de 15 anos, Pablo Henrique da Silva, de 14 anos, Rykelmo de Souza Vianna, de 16 anos, Samuel Thomas Rosa, de 15 anos, e Vitor Isaías, de 15 anos. PN

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