Neste sábado (18), mais 3 casos tiveram resultados positivos para infecção pela Covid-19, totalizando 23 casos confirmados em Vitória da Conquista. Destes, 17 casos evoluíram para cura e 1 para óbito. As informações são do último Boletim epidemiológico que acaba de ser divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde.
Até às 17h de hoje, já foram registrados no município 495 casos notificados com suspeita clínica e epidemiológica infecção pelo novo coronavírus. 346 casos foram descartados e 126 estão em investigação,
sendo que 70 aguardam resultado laboratorial e 56 aguardam coleta de
amostras para serem enviadas ao Lacen Estadual, em Salvador, onde é
feita a análise por meio de biologia molecular.
A divulgação dos resultados dos exames também é feita pelo Lacen, que
transmite as informações à Vigilância do município por meio do sistema
Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL).
Os bairros Centro, Brasil, Recreio, Alto Maron, Urbis VI, Candeias,
Primavera e Lagoa das Flores, foram as localidades que registraram casos
confirmados de pacientes com Covid-19 no município.
Ainda de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, desde o dia 20
de março a transmissão do novo coronavírus passou a ser considerada
comunitária em todo o território nacional, e, por esse motivo,
definições operacionais foram discutidas com o objetivo de orientar o
serviço de Vigilância na identificação e notificação dos casos de
Covid-19. Essas definições são orientadas por meio do Guia de Vigilância
Epidemiológica Emergência de Saúde Pública de importância Nacional pela
doença da Covid-19 e na Nota Técnica COE Saúde Nº 54 de 8 de abril de 2020, da Secretaria de Saúde do Estado.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância de que, neste
momento, a população siga as orientações de distanciamento físico e
isolamento social, mantendo os cuidados de higiene, evitando
aglomerações e, caso apresente sintomas da doença, entre em contato
imediatamente com uma Unidade de Saúde ou com o Call Center.
Call Center –A Secretaria Municipal de Saúde
disponibiliza um Call Center para tirar dúvidas da população sobre a
Covid-19 e atender pessoas que apresentem febre de início súbito,
acompanhada de tosse ou dor de garganta ou dificuldade respiratória, na
ausência de outro diagnóstico específico. Além disso, crianças com menos
de 2 anos de idade, considera-se também como casos de Síndrome Gripal:
febre de início súbito e sintomas respiratórios (tosse, coriza e
obstrução nasal), caso também não tenha outro diagnóstico específico.
Em vídeo que viralizou nas redes neste sábado (18), uma suposta
pastora pede para que fiéis paguem dízimo às igrejas dos R$ 600 do
auxílio emergencial que está sendo pago pelo governo federal durante a
pandemia do coronavírus.
“Pague o dízimo de tudo que você receber agora do governo. O
seu, do seu filho, do seu esposo. Mas, irmã Deri, meu esposo não é
crente, ele não vai entender. Vai! Você vai conversar com ele e pedir
para levar o dízimo pra igreja”, diz a mulher, que ainda não foi
identificada.
Segundo ela, Deus estaria usando Jair Bolsonaro para dar essa bênção durante a pandemia.
“Vamos ser abençoados pelo governo através dessa epidemia. Deus cria
caminhos na tormenta, ele cria situações para nos abençoar. Agora é hora
da gente plantar, semear na casa do senhor”, diz ela. “É um dinheiro
que você não ia ter, não ia receber, e o senhor está usando nosso
presidente para nos abençoar”, complementa ao final do vídeo. Fórum
SUPOSTA PASTORA FAZ LIVE PEDINDO DÍZIMO DOS 600 REAIS DO AUXÍLIO EMERGENCIAL. pic.twitter.com/eNzyUzfCy3
O Ministério da Educação informou
neste sábado, 18, que vai recorrer da decisão da Justiça Federal que
acolheu, na noite de ontem, o pedido de uma ação civil pública para
adiar o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em razão da pandemia do
coronavírus. “Tentarão impedir judicialmente igual ao ano passado”,
afirmou o ministro Abraham Weintraub, ao anunciar pelo
Twitter o recurso contra a decisão. Ele criticou governadores pelo
suspensão das aulas, acusando-os de parar o Brasil, e prometeu premiar
as universidades federais que permanecerem abertas.
Em nota, além de informar que o recurso está sob a responsabilidade da Advocacia-Geral da União,
o MEC divulgou que todos os candidatos que se enquadrarem nas condições
de isenção da taxa serão automaticamente dispensados do pagamento
durante a inscrição marcada para o período de 11 a 22 de maio. Além
disso, adiou a realização do Enem Digital, antes previsto para ocorrer
nos dias 11 e 18 de outubro, para 22 e 29 de novembro. O MEC, porém,
manteve as datas da versão impressa nos dias 1º e 8 de novembro.
O comunicado do ministério é uma resposta à decisão da juíza Marisa
Claudia Gonçalves Cucio, da 12ª Vara Cível Federal de São Paulo, que
além de determinar o adiamento do exame, estendeu por 15 dias o prazo
para a solicitação de isenção da taxa de inscrição, que se encerraria
nessa sexta-feira, 17.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do ministério
responsável pelo realização do Enem, “todas as pessoas que se enquadram
no público-alvo que têm direito à gratuidade da prova serão contempladas
automaticamente, durante o período de inscrição, que ocorrerá de 11 a
22 de maio”.
Na decisão, a juíza afirma que a suspensão de aulas por conta da
Covid-19 prejudica os alunos e que o calendário deve se adequar à
realidade do atual ano letivo: “Manter os atuais prazos e datas do
calendário elaborado pelo Inep fere os princípios da razoabilidade e da
proporcionalidade, regentes de todos os atos da Administração Pública.
Levando em consideração que o calendário foi publicado durante o
fechamento das escolas, quando grande parte dos alunos que se submeterão
ao Enem não têm acesso à informação e não estão tendo acesso ao
conteúdo programático necessário para a realização da prova, não se
mostra razoável que os réus mantenham o calendário original elaborado”. Veja
Um experimento com um antiviral deteve o progresso do coronavírus em macacos. Um estudo foi publicado nesta sexta-feira (17/04) pelo instituto americano de doenças infecciosas.
Segundo a agência France Presse, a experiência ainda é
preliminar e não foi analisada pela comunidade científica. Ela foi
realizada para complementar estudos que utilizam o medicamento no
tratamento de pacientes hospitalizados com a doença.
Os
macacos foram divididos em dois grupos, cada um composto por seis
macacos — todos infectados com o vírus da Covid-19. Um dos grupos
recebeu o antiviral e o outro não foi tratado.
Cerca de 12 horas apos a infecção, explicou o instituto, o grupo de
reste recebeu uma dose por via intravenosa e uma dose de reforço diária
durante seis dias. O medicamento foi ministrado com rapidez para evitar o
avanço da doença nos pulmões.
Segundo relatos, apenas um dos seis macacos que teve o tratamento
com antiviral teve leve dificuldades para respirar. Já todos os animais
que não utilizaram o medicamento apresentaram problemas respiratórios.
“A
quantidade de vírus presente nos pulmões foi muito mais baixa no grupo
tratado e o Sars-Cov-2 causou menos danos a estes animais em relação aos
não tratados”, justificaram os pesquisadores.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o presidente da República, Jair Bolsonaro, de costas
- Pedro Ladeira - 11.fev.2020/Folhapress
Enquanto intensifica ataques ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ),
tratado como seu adversário, o presidente Jair Bolsonaro tem feito
acenos e oferecido espaços no segundo escalão do governo para atrair o
chamado centrão e diminuir o seu distanciamento com o Congresso.
Nesta sexta (17), o ministro Walter Braga Netto (Casa Civil) recebeu
três líderes do bloco no Planalto. O gesto político ocorreu um dia após
Bolsonaro atacar Maia e dizer que o presidente da Câmara quer tirá-lo do poder.
Oficialmente, o líder do Republicanos, Jonathan de Jesus (RR), o líder
do PL, Wellington Roberto (PB), e o do PP, Arthur Lira (AL), foram
recebidos pelo militar e também pelo presidente com a justificativa de
apresentar a eles o centro de comando das ações de combate ao
coronavírus.
Contudo, a visita faz parte da estratégia do Planalto de minar a
força de Maia e tentar trazer para a base do governo esses partidos,
que somam apoios importantes no Parlamento —só PP, PL e PSD têm 116 dos
501 deputados em exercício.
Segundo a Casa Civil, também foram à visita parlamentares do PSL, como Carla Zambelli (SP) e Sanderson (RS).
O centrão é formado por DEM, PP, PL, Republicanos, Solidariedade, PSD e
outros partidos e foi fundamental na eleição de Maia no ano passado. O
grupo controla a pauta legislativa da Câmara e, até então, dava ao
presidente da Casa apoio integral para ser um contrapeso a Bolsonaro.
Na quinta (16), Bolsonaro acusou o presidente da Câmara de conspirar
para tirá-lo do posto e qualificou como péssima a atuação do deputado.
"Parece que a intenção é me tirar do governo. Quero crer que esteja
equivocado", disse Bolsonaro, em entrevista à CNN Brasil, ao comentar a
aprovação pela Câmara de um projeto de socorro aos estados.
Pouco depois, Maia rebateu as acusações e afirmou que Bolsonaro usou “um velho truque da política” de trocar a pauta para tentar desviar a atenção da demissão de Luiz Henrique Mandetta do Ministério da Saúde.
A ida de líderes do centrão ao Planalto nesta sexta foi interpretada
por aliados de Maia como um gesto de que esses parlamentares estão
tentados a ceder ao apelo do governo.
Aliados de Bolsonaro, por exemplo, já teriam colocado à disposição de
alguns partidos espaços importantes. Segundo parlamentares, o PSD
poderia indicar nomes para a Funasa (Fundação Nacional de Saúde) e o PP,
para o FNDE (Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação).
A escalada de ataques contra Maia só teria sido decidida depois
que Bolsonaro teve um aceno mais forte dos líderes de PP, PSD e PL de
que ajudariam a compor sua base no Parlamento.
O presidente precisava dessa sinalização como um contrapeso ao provável desembarque do DEM de seu governo.
Depois do ataque a Maia e da demissão do ministro Luiz Henrique
Mandetta da Saúde, Bolsonaro praticamente sacramentou a saída do partido
--outro integrante do DEM, o fiel ministro Onyx Lorenzoni, aguarda apenas a criação do Aliança pelo Brasil, partido do presidente, para se filiar à legenda.
A aproximação dos três partidos do Planalto é vista com desconfiança no
Parlamento. Nas palavras de um líder que não quis se identificar, o
governo entrou no modo desespero e está se aproximando “do centrão
raiz”, que troca apoio por cargos.
Apesar disso, como há receio de que Bolsonaro não cumpra a sua palavra,
líderes têm resistido a atender aos apelos do presidente.
O movimento de aproximação do centrão também tem como pano de fundo a eleição à presidência da Câmara, em fevereiro de 2021.
Dentro do bloco político já há uma avaliação de que Maia tem
tensionado a relação com Bolsonaro para se fortalecer e tentar ficar no
cargo, com uma manobra para alterar a regra que impede uma reeleição
dentro de uma legislatura.
A leitura feita por um grupo, ainda minoritário, é que a manutenção do
protagonismo de Maia pode inviabilizar qualquer movimento contrário a
ele em fevereiro de 2021.
Do lado do Palácio do Planalto, aliados de Bolsonaro veem nesse
movimento um sinal de fragilidade de Maia e querem aproveitar para se
posicionar na disputa pelo comando da Câmara no ano que vem.
Em tese, Maia não pode ser candidato, mas aliados tentam articular uma
saída jurídica e legislativa para que ele fique no cargo por mais dois
anos, em um movimento que também pode beneficiar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).
Maia está no seu terceiro mandato consecutivo à frente da Câmara.
Publicamente, diz que não tem pretensão de ficar no cargo. Internamente,
porém, não esconde que quer ter a palavra final para indicar, pelo
menos, seu sucessor.
Um dos nomes favoritos do presidente da Câmara para sucedê-lo é do líder
da Maioria, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). Maia também vê com bons olhos
uma alternativa de fora do bloco como o presidente do MDB, Baleia Rossi
(SP).
O presidente da Câmara tentou conter o movimento de aproximação de
Bolsonaro. Individualmente, chegou a pedir aos líderes que não se
reunissem com o presidente de maneira isolada.
Nas últimas duas semanas, os presidentes do Republicanos, Marcos Pereira
(SP), e do PSD, o ex-ministro Gilberto Kassab, acompanhados de líderes
da Câmara e do Senado, estiveram com Bolsonaro.
Além das conversas com o presidente, deputados do MDB, Solidariedade e
até do PSDB foram ao Planalto na última semana para reuniões com
ministros palacianos. A ida deles ao encontro foi lida por integrantes
do governo como um gesto de descontentamento com Maia.
O presidente da Câmara tem se recusado a sentar para conversar com
integrantes do governo e mantendo críticas ao Planalto em suas
entrevistas coletivas diárias e conversas com empresários.
Auxiliares do chefe do Executivo avaliam que não cabe ao Poder
Legislativo fazer pronunciamentos diários sobre a crise do novo
coronavírus e que o deputado do DEM tem se valido desse expediente para
se manter no campo de oposição.
O governo também sente a falta do contraponto que Davi Alcolumbre fazia na relação com o Legislativo.
Durante o período da pandemia, o presidente do Senado ficou fora da cena
política por quase duas semanas, após ser diagnosticado com o novo
coronavírus.
Quando voltou à rotina, ele se mostrou mais próximo a Maia do
que ao governo. O ponto de inflexão do presidente do Senado foi a
doença. Alcolumbre chegou a parar num hospital em Brasília por dificuldades para respirar.
Nesta sexta, com anuência do presidente do Senado, líderes
partidários fecharam acordo para não votar a medida provisória do
Emprego Verde e Amarelo, que reduz encargos para patrões que contratarem
jovens no primeiro emprego e pessoas acima de 55 anos que estavam fora
do mercado formal. A medida perde a validade na próxima segunda-feira
(20).
O presidente do STF, Dias Toffoli, fez um gesto de apoio a Maia na sessão virtual desta sexta. O ministro voltou a defender um pacto institucional e elogiou o Congresso.
"O Estado é um só. Você pode ter visões diferenciadas , mas tem que
ter responsabilidade. Eu penso que seja o Poder Executivo federal, os
governadores de estados e os prefeitos têm tido uma atuação muito
responsável. O Congresso Nacional, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia,
e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, têm tido uma atuação muito
responsáveis", afirmou Toffoli em uma live organizada do Banco Safra.
Uma pesquisa feita ao longo desta sexta-feira (17/04) pelo instituto Datafolha indicou que 64% dos brasileiros acreditam que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) agiu mal ao demitir o então ministro da Saúde,
Luiz Henrique Mandetta, em meio à crise do coronavírus. Segundo o mesmo
levantamento, 25% dos entrevistados aprovaram a demissão, e 11%
afirmaram não saber.
A pesquisa, segundo o jornal Folha de S.Paulo,
foi feita por telefone com 1.606 pessoas em todo o Brasil e sua margem
de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Apesar
da expressiva rejeição à demissão, a aprovação pessoal do presidente
Bolsonaro melhorou, mesmo que a oscilação tenha ficado dentro da margem
de erro. A porcentagem dos que aprovam a administração de Bolsonaro foi
de 36%, contra 33% de pesquisa realizada entre 1º e 3 de abril.
Os que desaprovam Bolsonaro eram 39% e agora são 38%.
Os
governadores viram sua popularidade baixar nessa pesquisa, mas ainda
são mais bem avaliados do que o presidente da República. O índice de
ótimo/bom para as administrações estaduais baixou de 58% para 54% entre
as duas pesquisas.
Em um estudo publicado pela Academia Chinesa de Ciências,
a pesquisadora Alida Bailleul e seus companheiros de equipe divulgaram
que podem ter encontrado partes de DNA em um fragmento de cartilagem do
crânio de um dinossauro conhecido como Hypacrosaurus, que existiu há
mais de 70 milhões de anos atrás.
O fóssil é pequeno, mas pode conter restos de DNA de dinossauros que
nunca haviam sido descobertos. O material genético traz evidências de
proteínas originais e células criadoras de cartilagem e, além disso, uma
assinatura química que é consistente com o DNA.
Um material genético tão antigo é considerado uma raridade. De acordo
com os cientistas, o DNA de dinossauros não-aviários, que é o caso
deste animal, pode fornecer informações inéditas e ricas sobre a
biologia dos dinossauros. A descoberta, além disso, pode atestar que
material genético de dezenas de milhões de anos atrás ainda pode ser
detectado. Entretanto, os cientistas ressaltam que mais estudos ainda
são necessários.
Caso sejam confirmadas, as descobertas de Bailleul podem significar
que é possível descobrir muito mais sobre os seres antigos. “Acho que a
preservação excepcional é realmente mais comum do que pensamos, porque,
como pesquisadores, ainda não examinamos um número de fósseis
suficientemente grande. Nós devemos continuar procurando”, disse a
pesquisadora no estudo.
Paralelamente, uma equipe da
Universidade de Princeton conseguiu identificar micróbios dentro de um
fragmento de um Centrosaurus, que tem idade similar ao hipacrosauro.
Essa e outras descobertas indicam que comunidades bacterianas podem
estar presentes em DNAs de milhões de anos, mas especialistas ainda não
descobriram como um osso de dinossauro é capaz de manter os organismos.
“Ainda não descobrimos todos os mecanismos complexos da fossilização
molecular usando a química. E não sabemos o suficiente sobre os papéis
que os micróbios desempenham”, diz Bailleul.
Apesar de diversas incógnitas, a pesquisadora reconhece que é
importante levar em conta diversas formas de microorganismos que antes
não eram conhecidas e que podem ser encontradas em ossos de dinossauros.
Ela acredita, porém, que é improvável que as bactérias entrem na
cartilagem e reproduzam seu núcleo.
A paleobiologia molecular está desenvolvendo, ainda, padrões de
evidências e buscando pistas em ossos milenares. “Espero que muitos
paleontólogos ou biólogos, ou ambos, também estejam tentando fazer isso.
Podemos descobrir as respostas mais rapidamente se todos trabalharmos
juntos nisso”, completou Bailleul.
Ela conclui que a pesquisa não é conclusiva, mas que novos estudos
podem comprovar sua hipótese: “Essas são perguntas muito difíceis. Mas
se continuarmos tentando, há esperança de que possamos descobrir a
maioria das respostas”, disse a pesquisadora.