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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Em 1ª sessão de 2020, Câmara registra presença de só 65 dos 513 deputados

Na primeira sessão de 2020, que marca a volta aos trabalhos, a Câmara dos Deputados registrou hoje a presença de apenas 65 dos 513 deputados federais na Casa, segundo o sistema eletrônico. O Congresso não disponibilizou o nome dos parlamentares presentes.

Até a última atualização desta reportagem não foi possível conferir quantos dos 81 senadores também estavam no Congresso.

Em todo início de ano é realizada a sessão solene conjunta — entre Senado Federal e Câmara dos Deputados — para marcar o retorno às atividades legislativas. A cerimônia é conduzida pelo presidente do Congresso e do Senado, no caso, Davi Alcolumbre (DEM-AP), mas realizada no plenário da Câmara por ser mais espaçoso.

Como de costume, o ministro-chefe da Casa Civil leva ao Congresso uma mensagem do presidente da República. O atual chefe da pasta, Onyx Lorenzoni (DEM), entregou à Mesa as palavras de Jair Bolsonaro (sem partido), que está em São Paulo, onde visitou a Fiesp e lançou a pedra fundamental de uma escola militar.

O próprio líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), viajou para São Paulo hoje de manhã para acompanhar a comitiva presidencial na capital paulista, assim como o deputado e filho do presidente, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o ministro da Secretaria de Governo, responsável pela articulação política do governo federal com o Congresso, general Luiz Eduardo Ramos.

Além de Onyx, os únicos ministros de Estado presentes à sessão solene hoje foram Jorge Oliveira (Secretaria-Geral da Presidência), Tereza Cristina (Agricultura) e Osmar Terra (Cidadania).

O evento também contou com discursos do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, e do Rodrigo Maia. Até as 16h, somente Maia havia sido aplaudido entre todos os presentes. uol

Maioria dos pastores não crê que eventos mundiais estão acelerando a volta de Cristo

Rumores de guerra e epidemias são avisos do início do fim, enquanto alguns professores religiosos acreditam que os eventos globais do Oriente Médio são cumprimento das profecias, a maioria dos pastores discordam disso.

Um estudo com 1.000 pastores protestantes, realizado entre 20 de agosto de 2019 e 24 de setembro de 2019, pela LifeWay Research descobriu que os líderes da igreja acreditam que os cristãos podem acelerar o retorno de Cristo compartilhando o Evangelho, em vez de apoiar certas mudanças geopolíticas mencionadas em profecia bíblica.

“Embora as Escrituras digam especificamente que não podemos saber o dia ou a hora do retorno de Jesus Cristo, estávamos interessados ​​nas opiniões dos pastores sobre se os cristãos podem ter algum papel em trazer esse retorno mais cedo”, observou Scott McConnell, diretor executivo da LifeWay Research.

Apenas 1 em cada 8 pastores protestantes (12%) acredita que os cristãos podem acelerar a segunda vinda de Jesus, apoiando as mudanças geopolíticas mencionadas na Bíblia, com 5% de concordância total.

Oito em cada 10 pastores (80%) não acredita que seu apoio terá um impacto no momento do retorno de Cristo, incluindo 61% que discordam totalmente.

Curiosamente, em 2013, em meio a crescentes conflitos com a Síria, uma porcentagem maior de americanos acreditava que fazia parte do plano da Bíblia para o fim dos tempos. Um em cada quatro acreditava que um possível ataque dos EUA à Síria poderia levar à Batalha do Armagedom, e um em cada cinco acreditava que o mundo terminaria em sua vida.

Na época, a pesquisa constatou que 32% dos entrevistados concordavam com a afirmação: “Acredito que as batalhas na Síria fazem parte das profecias do livro do Apocalipse”. Quarenta e nove por cento discordaram.

“Quase 1 em cada 3 via o conflito como parte do plano da Bíblia para o fim dos tempos”, disse o estudo da LifeWay Research de 2013 . “Um em cada quatro pensava que um ataque militar dos EUA na Síria poderia levar ao Armagedom, e 1 em cada 5 acreditava que o mundo terminaria em sua vida – incluindo 32% dos evangélicos”.

Porém, no estudo mais recente dos pastores protestantes, “não houve diferença significativa entre os pastores da linha principal e os evangélicos em relação a seus pontos de vista sobre assuntos políticos internacionais que aceleram o retorno de Cristo”, de acordo com a Lifeway.

Bolsonaro diz que quer mudar ICMS sobre combustíveis

O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo (2) que vai encaminhar ao Congresso um projeto de lei para que o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de combustíveis, recolhido pelos estados, tenha um valor fixo por litro.

A proposta foi anunciada no Twitter, em meio a críticas do mandatário a uma suposta sanha arrecadatória dos governadores em sua política tributária para o setor.

O presidente culpou os chefes dos executivos estaduais pelo fato de os valores não baixarem nas bombas, apesar de medidas de alívio tomadas pelo governo federal.

– Pela terceira vez consecutiva, baixamos os preços da gasolina e diesel nas refinarias, mas os preços não diminuem nos postos por quê? Porque os governadores cobram, em média, 30% de ICMS sobre o valor médio cobrado nas bombas dos postos e atualizam apenas de 15 em 15 dias, prejudicando o consumidor – declarou o chefe do Executivo.

Bolsonaro disse que, “como regra”, os governadores “não admitem perder receita, mesmo que o preço do litro nas refinarias caia para R$ 0,50 o litro”.

Ele acrescentou que, diante do quadro, vai encaminhar o projeto de lei ao Legislativo e lutar “pela sua aprovação”.

O presidente não deu detalhes do projeto. Adiantou apenas que pretende aprovar uma nova lei complementar para que o tributo tenha “valor fixo por litro”, e não mais seja calculado sobre a “média dos postos”.

Atualmente, o ICMS é uma porcentagem estabelecida por cada estado.

Outras medidas vão constar da proposta, segundo o presidente, que não as detalhou. Questionado pela reportagem, o Ministério de Minas e Energia ainda não se pronunciou.

Na maior parte dos estados, o cálculo do ICMS é baseado em um preço médio ponderado ao consumidor final, atualizado quinzenalmente pelos seus governos. Isso significa que o valor final praticado pelos revendedores pode ser alterado sem que tenha havido mudança na política da Petrobras ou mesmo que o governo federal tenha tomado medidas de sua competência para baixar o valor.

Geralmente, os estados consideram a pesquisa de preços da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) para estipular o preço médio ponderado. Em alguns casos, a decisão se baseia em pesquisas próprias, a partir de notas fiscais eletrônicas de venda de combustíveis.

Como noticiou a Folha de S.Paulo em dezembro, segundo especialistas, os governos estaduais vêm garantindo arrecadação extra ao não repassar ao ICMS as variações dos preços da gasolina.
Isso porque as correções do tributo não são feitas no mesmo ritmo das oscilações de valor. A estratégia é vista pelo setor como uma manobra para enfrentar a crise financeira em detrimento do consumidor.

Para Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), a mudança defendida por Bolsonaro é positiva. Ele ressalta, no entanto, que deve haver resistência dos governadores.
– Eu acho positivo porque você vai reduzir a volatilidade no preço da bomba e vai diminuir a sonegação. Mas provavelmente ele [Bolsonaro] vai ter resistência dos estados, porque o dinheiro do ICMS do combustível é uma das principais fontes de arrecadação.

Os preços dos combustíveis são um fator importante de desgaste do governo com a população e, em especial, com os caminhoneiros, que ameaçam recorrentemente fazer paralisações por conta dos aumentos do diesel.

Bolsonaro tem atribuído aos estados a responsabilidade pela manutenção dos valores em patamares mais altos que os do passado.

Os governos locais resistem em mudar sua política de tributação e devem influenciar suas bancadas no Congresso a votarem contra propostas que gerem perda de receitas.

O governador de São Paulo, Joao Doria (PSDB), possível adversário do presidente nas eleições presidenciais de 2022, afirmou em 8 de janeiro que “não se estuda e não se vai estudar” a redução de ICMS sobre combustíveis para atenuar uma eventual alta da gasolina.

Na ocasião, as tensões entre Estados Unidos e Irã pressionavam a cotação do barril de petróleo no mercado internacional e Bolsonaro sugeriu aos estados uma mudança na tributação.

– Não há a menor chance de o governo federal depositar essa conta [da alta da gasolina] nos governos estaduais. Não faz o menor sentido isso – declarou.
*Folhapress

Parceria com Israel trará fábrica “que extrai água do ar” para combater seca no Nordeste

“Fábrica israelense que extrai água do ar será construída no Brasil.” O anúncio é do presidente Jair Bolsonaro, feito pelo Twitter.  Segundo ele, a iniciativa é “mais uma via de enfrentamento da falta de água no Nordeste, além da dessalinização, poços artesianos e [Rio] São Francisco.” 

Além de água, o presidente da República acredita que “o empreendimento também criará empregos e desenvolvimento da região.”

Parcerias com Israel para melhorar o abastecimento de água na região Nordeste são defendidas por Jair Bolsonaro desde a transição para o seu governo. Há um ano, o ministro Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) viajou para Israel com equipe de técnicos para conhecer experiências de reuso e dessalinização de água.

Em novembro do ano passado, técnicos e dirigentes da Agência Nacional de Águas estiveram em Israel para discutir memorando de entendimento sobre gestão de recursos hídricos, águas residuárias, gerenciamento de esgotos, além de reuso e dessalinização de água. JM

[VÍDEO] Bandidos armados invadem igreja e roubam fieis durante culto em Manaus

Fiéis da Igreja Assembleia de Deus no Amazonas passaram por momentos de terror na noite de domingo (2) no momento em que realizavam um culto. De acordo com o Portal do Holanda, o caso aconteceu na rua 17, do bairro São José, na Zona Leste de Manaus.

Policiais da 9ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) atenderam a ocorrência.

Os homens estavam com armas de grosso calibre e ordenavam que os participantes do culto deixassem seus pertences na frente de um dos suspeitos. Após levarem pertences das vítimas, os homens fugiram tomando rumo ignorado.
A Polícia Civil investiga o caso.

Somália declara “emergência nacional” devido a praga de gafanhotos

A praga de gafanhotos que está a devastar o Corno de África foi declarada “emergência nacional” na Somália, onde estes insectos têm devastado as provisões alimentares de uma das regiões mais pobres do mundo, anunciou hoje o Ministério da Agricultura.
“O Ministério da Agricultura (...) declarou emergência nacional devido ao aumento actual dos gafanhotos, que constituem uma grande ameaça para a frágil situação de segurança alimentar na Somália”, referiu o Governo, em comunicado.
A Somália é o primeiro país da região mobilizar-se para combater a praga de gafanhotos, cujo surgimento, segundo os especialistas, se deve às variações climáticas extremas. Nuvens de gafanhotos de magnitude histórica devastam há várias semanas largas zonas da África Oriental, após variações climáticas extremas que ameaçam ser catastróficas para uma região já debilitada pela seca e inundações.

“As fontes de alimentação para as pessoas e seus animais estão em risco”, acrescentou o Ministério da Agricultura da Somália, uma vez que a praga de gafanhotos consome grandes quantidades de culturas e forragens.

Nuvens espessas de gafanhotos famintos têm-se espalhado da Etiópia e Somália para o Quénia, onde a agência das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) estimou no final de Janeiro que apenas uma dessa nuvem cobriria uma área de 2.400 quilómetros quadrados (o tamanho do Luxemburgo).

Entretanto, milhões de gafanhotos que atingem parte do Quénia, na pior praga dos últimos 70 anos, estão a ser combatidos por aviões que lançam pesticidas, o único meio efectivo de controlo, segundo os especialistas. Os gafanhotos, com o tamanho de um dedo, atingiram o Quénia a partir da Somália e da Etiópia, no seguimento de intensas chuvas, pouco habituais, nos últimos meses. O trabalho de combate é feito por cinco aviões, com o objectivo de tentar impedir os gafanhotos de se espalharem aos vizinhos Uganda e Sudão do Sul. Trata-se de um trabalho desafiante, especialmente em partes remotas do Quénia, onde não existe rede de telemóvel e as equipas em terra não conseguem comunicar facilmente as coordenadas ao pessoal de voo.

As Nações Unidas afirmaram que são necessários imediatamente 76 milhões de dólares para desenvolver tais esforços no leste de África. Só que uma resposta rápida é crucial. Especialistas avisaram que sem controlo, o número de gafanhotos pode crescer 500 vezes até Junho, quando o tempo mais seco poderá ajudar a controlar o surto. publico

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Corinthians bate Santos por 2x0 em 1º clássico do ano! (vídeo)

O Corinthians venceu o Santos pelo placar de 2 a 0. O gols do timão foram marcados por Everaldo, aos 2 minutos do primeiro tempo e Janderson, aos 2 minutos da etapa final. Com a vitória parcial, o Corinthians segue na liderança do grupo D e vai somando 7 pontos. Já o Santos corre o risco de perder a primeira posição do grupo A para a Ponte Preta. O peixe soma 7 pontos até o momento e a Ponte 6.

Após o clássico, o timão concentra todas as suas forças na Libertadores. O clube paulista estreia na competição contra o Guaraní, nesta quarta-feira (05), às 21:30. torcedores.