Translate

Compartilhe

https://www.facebook.com/deltan.dallagnol/videos/1384339188276453/

search este blog

  • Saiu!

    Novo Single: História de Amor

  • Entrevista com Wallas Silva

    "Lutador de Muay Thai""

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Por unanimidade, TSE nega registro a Partido Nacional Corinthiano

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu hoje (20), por unanimidade, negar o registro do Partido Nacional Corinthiano (PNC). Os ministros da Corte afirmaram que a agremiação não conseguiu o número de assinaturas necessárias dentro do prazo de dois anos previsto em lei.

Desde a minirreforma eleitoral, de setembro de 2015, para se criar um partido é necessário colher, num prazo de dois anos a partir do registro da legenda em cartório, um número de apoios equivalente a 0,5% dos votos válidos na mais recente eleição para deputado federal, o que hoje resulta em aproximadamente 500 mil assinaturas.

O PNC, que surgiu em Ubatuba (SP) por iniciativa de torcedores e não tem vínculo formal com o clube paulista, não conseguiu colher as assinaturas suficientes dentro do prazo, mas alegava que a regra de 2015 não se aplicava a seu caso, uma vez que obteve o registro civil em cartório um mês antes da promulgação da minirreforma eleitoral.

O advogado do partido, Marcelo Mourão, apelou ainda para a emoção. “O corintiano que torce, que vibra, que acompanha e que vive o amor à história do seu clube, carrega pra dentro de sua casa, carrega pra dentro do seio da sua família, carrega para o seu trabalho, desenvolve nesse lugares a mesma paixão, a mesma dedicação, a mesma fé, a mesma perseverança dos valores que nutrem aqueles que sabem o que é ser corintiano”, disse ele em sustentação oral.

A fala, contudo, não sensibilizou o relator do caso, ministro Luís Felipe Salomão. Ele destacou que o PNC pediu o registro de seu estatuto nacional junto ao TSE em agosto de 2018, motivo pelo qual o prazo de dois anos se aplica ao seu caso. Ele foi acompanhado pelos ministros Tarcísio Vieira, Sergio Banhos, Edson Fachin, Og Fernandes e Rosa Weber. agenciabrasil

“A paixão da sustentação e a paixão desses filiados não têm o condão de modificar regra que é aplicada a todos os postulantes de registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral”, disse o vice-procurador-geral Eleitoral, Humberto Jacques, durante sustentação oral, ao rebater os argumentos do advogado do PNC.

Trata-se da segunda vez que o PNC tenta obter seu registro junto ao TSE, medida que abre caminho para se ter acesso às verbas de financiamento a partidos políticos. Um primeiro pedido foi negado em agosto de 2015. O Brasil possui hoje 33 partidos políticos registrados e aptos a ter candidaturas próprias e financiamento público em eleições.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Governo promete, mas não atualiza tabela do IR. Você pagará mais

Mesmo após as promessas durante a campanha eleitoral, o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não atualizou a tabela do Imposto de Renda (IR). De acordo com dados divulgados pela Receita Federal, nesta quarta-feira (19/02/2020), a faixa de isenção permanece em R$ 1.903,98 – a mesma do ano passado.

O comprometimento inicial do então candidato era subir para cinco salários mínimos (R$ 5.225, hoje). No ano passado, eleito, o agora presidente voltou a falar em subir a faixa de isenção, mas para menos: R$ 3 mil. A tabela do IR, contudo, continua sem correção desde 2015.

Levando em consideração a inflação do ano passado, de 4,31%, a defasagem da tabela do imposto atinge 103,87%, segundo estudo elaborado pelo Sindicato dos Fiscais da Receita Federal, o Sindifisco Nacional. Pelas contas do sindicato, a faixa de isenção do imposto deveria atingir todas as pessoas que ganham até R$ 3.881,85 mensais.

Se o governo cumprisse a medida, quase 10 milhões de contribuintes que hoje pagam IR se tornariam isentos. A conta do Sindifisco, de defasagem de 103,87%, considera a inflação acumulada e não repassada integralmente para a tabela do IR desde 1996.

CorreçãoPara que a tabela seja corrigida, o governo precisa apresentar ao Congresso uma proposta por meio de projeto de lei. Do ponto de vista legal, no entanto, não há nada que obrigue o governo a fazer um reajuste anual.

A última vez que a tabela sofreu alguma correção foi em 2015, quando a então presidente, Dilma Rousseff, estabeleceu reajuste, em média, de 5,6% nas faixas salariais de cálculo do IR, índice bem inferior à inflação naquele ano, que superou os 10%. Metropole

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Morre jovem que voltou à vida após oração do pai

A empresária Karina Souto Rocha, que voltou à vida após uma oração feita pelo pai, faleceu na tarde desta terça-feira (18). Karina havia sido baleada no rosto pelo ex-namorado após se recusar a reatar o relacionamento.

A jovem de 29 anos estava internada na UTI do Hospital e Pronto-Socorro Municipal Milton Pessoa Morbeck, em Barra do Garças (MT), desde o dia 1º de fevereiro. Os médicos chegaram a decretar a morte cerebral de Karina, mas ela reagiu pouco antes dos aparelhos serem desligados.

A confirmação da morte foi dada após o meio-dia. O corpo foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) para a cerimônia fúnebre.

O responsável pelos disparos foi Baltazar Augusto de Menezes, de 58 anos. Ele desferiu três tiros contra a jovem, que foi atingida no rosto, no tórax e no abdômen. Baltazar se matou em seguida com um tiro na cabeça.
 PN

NOTA DE REPÚDIO | Capoeiristas sofrem ato discriminatório no Projeto Pôr do Sol em Vitória da Conquista

No dia 16 de fevereiro de 2020, um grupo de capoeiristas representados pela Associação de Capoeira Viva Conquista, liderado pelo Mestre Acordeon sofreu um ato de discriminação no evento relacionado ao Projeto Pôr do Sol. 


Segundo o mestre Acordeon que também é presidente do conselhos de mestres de capoeira na cidade, o grupo de capoeira estava reunido com crianças e adolescentes e adultos ao ser abordado pela capitã responsável pelo evento, que expulsando o grupo do local não se dispôs a um dialogo levando os componentes do grupo ao constrangimento público. Participantes da comunidade presentes no evento repudiaram a atitude. A denúncia do acontecido registrada no Conselho Municipal de Igualdade Social. Veja a nota de repúdio emitida pela Associação de Capoeira Viva Conquista: 


 

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Governo articula contra 13º salário para idosos carentes e deficientes

Mesmo contrário à criação de uma 13ª parcela do Bolsa Família de forma permanente, o governo Jair Bolsonaro negocia com o Congresso a concessão do benefício, desde que a medida não seja estendida ao BPC (benefício assistencial a idosos carentes e deficientes).

Líderes, principalmente da oposição ao presidente Jair Bolsonaro, usaram a MP (medida provisória) do 13º do Bolsa Família, pago no ano passado, para ampliar a assistências aos mais pobres.
O texto de Bolsonaro previa o pagamento da 13º parcela apenas em 2019.
O relator da MP, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), apresentou uma versão para que esse 13º se tornasse permanente e que a parcela extra também fosse paga a quem recebe o BPC.

ampliação do BPC representaria, segundo cálculos de consultores do Congresso, um gasto anual de R$ 5 bilhões. Para o 13º permanente do Bolsa Família, o custo é estimado em R$ 2,6 bilhões por ano.
Interlocutores de Bolsonaro têm atuado para impedir que a medida provisória (agora na versão do relator) avance no Congresso.
Estava prevista a votação do projeto nesta terça-feira (18) na comissão formada por deputados e senadores para analisar o tema. A sessão, contudo, não foi realizada por causa da ausência da maioria dos membros.
A estratégia do governo tem funcionado e, desde fevereiro, a comissão não consegue votar o relatório do senador da oposição.
A disputa deve seguir até o fim de março, quando acaba o prazo para que a medida provisória seja aprovada pelo Congresso. Depois disso, a MP perde validade.
A equipe de Bolsonaro, portanto, trabalha contra uma proposta do próprio presidente. Isso porque o 13º do Bolsa Família de 2019 já foi pago durante a vigência da medida provisória.
Por causa do teto de gastos, o governo ainda estuda quais cortes de despesas deverão ser feitos para abrir espaço para novos desembolsos.
Diante da pressão da oposição em aprovar a criação de novos benefícios, o governo passou a também tentar negociar com os partidos, em busca de um acordo.
Parlamentares ligados ao Palácio do Planalto, como a deputada Bia Kicis (PSL-DF), querem convencer o relator a ceder em alguns pontos. O líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), também participa da articulação.
"O governo acenou que aceitaria um texto apenas com o 13º do Bolsa Família [em caráter permanente], mas sem o [mesmo benefício para] BPC", disse Rodrigues.
O relator também faz sugestões de aumento de receita para bancar o pagamento dos benefícios, mas o Palácio do Planalto tem resistido a aceitar as propostas.
O orçamento do Bolsa Família em 2020 é de R$ 29,5 bilhões, bem abaixo dos R$ 32,5 bilhões desembolsados no ano passado.
O governo ainda não sabe como vai ampliar a verba do programa para pagar a 13ª parcela neste ano, que ainda não está garantida.
 Folha

Vitória dos petroleiros: TRT do Paraná suspende demissões em fábrica da Petrobras temporariamente (vídeo)

O Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR) decidiu nesta terça-feira (18) que as demissões dos mais de mil empregados da Fábrica de Fertilizantes do Paraná (Fafen-PR) devem ser suspensas pelo menos até o dia 6 de março.

A decisão aconteceu após audiência de dissídio coletivo de greve movida pelo Sindiquimica-PR contra a direção da Petrobras. A sessão foi conduzida pela desembargadora Rosalie Michaele Bacila Batista.

As demissões na Fafen são um dos pontos principais de reivindicação da greve dos petroleiros. A direção da Petrobras decidiu fechar a empresa e realizar desligamento em massa, contrariando acordo coletivo.

No Rio de Janeiro, onde um grupo de petroleiros ocupa o Edifício Sede (Edise) da estatal, um grande ato foi realizado reunindo movimentos populares, estudantes e trabalhadores em defesa da estatal e em apoio ao movimento grevista, que chegou ao seu 18º dia.

Tadeu Porto, diretor da Federação Única dos Petroleiros e ocupante do Edise, disse em entrevista à Fórum que a decisão representa uma vitória diante da intransigência da direção da Petrobras.
“O pessoal da Fafen que está aqui no Rio de Janeiro está comemorando muito porque demonstrou uma correlação de forças incrível. A gente entrou em uma luta quase de Davi versus Golias e conseguiu derrubar o Golias”, afirma Porto.

O sindicalista pontua, no entanto, que a “luta não começou ontem e nem vai terminar amanhã”. “A gente vai passar muito perrengue ainda, mas é uma decisão que nos fortalece”, afirmou. Fórum
Assista à audiência:

Após desentendimento, Bolsonaro nega saída de Guedes, cancela evento e se reúne com ministros

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), se reúne nesta terça à tarde (18), com os ministros Paulo Guedes (Economia), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Internacional) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo). 

Bolsonaro cancelou a cerimônia do programa do Ministério da Economia, “Brasil Mais”. Mais cedo, durante a posse do novo ministro da Casa Civil, o general Braga Netto, o presidente afirmou que Guedes “não pediu pra sair”. 

Segundo a Crusoé, Bolsonaro entrou em atrito com Guedes após suas polêmicas sobre as empregadas domésticas e defender o preço alto do dólar. Na época, o ministro da Economia afirmou que quando o dólar estava a R$ 1,80, “empregada doméstica ia pra Disneylândia, uma festa danada”. 

“Se Paulo Guedes tem alguns problemas pontuais e sofre ataques, é muito mais pela sua competência do que por possíveis deslizes, que eu também já cometi muitos no passado. O Paulo não pediu para sair, tenho certeza de que ele vai continuar conosco até o último dia”, afirmou o presidente. MBLNews